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20.4.18

Cursos e recursos para acessar de forma totalmente gratuita.

Lista de sites que dispõe de uma variedade cursos e recursos que você pode acessar de forma totalmente gratuita:

1 - www.edx.org
2 - www.coursera.org
3 - www.udacity.com
4 - www.edraak.org
5 - www.class.stanford.edu
6 - www.venture-lab.org
7 - www.education.10gen.com
8 - www.openhpi.de
9 - www.ocw.mit.edu
10 - www.khanacademy.org
11 - www.oli.cmu.edu
12 - www.oyc.yale.edu
13 - www.webcast.berkeley.edu
14 - www.openclassroom.stanford.edu/MainFolder/HomePage.php
15 - www.see.stanford.edu
16 - www.ck12.org
17 - www.udemy.com
18 - www.skillshare.com
19 - www.codecademy.com
20 - www.p2pu.org
21 - www.ed.ted.com
22 - www.myopencourses.com
23 - www.myopencampus.in
24 - www.nptel.iitm.ac.in
25 - www.saylor.org
26 - www.nalandau.com
27 - www.academicearth.org
28 - www.youtube.com/education
29 - www.phodphad.com
30 - www.learntobe.org
31 - www.floqq.com
32 - www.learnerstv.com
33 - http://www.coursetalk.org
34 - http://www.skillacademy.com
35 - http://www.mruniversity.com
36 - www.alison.com

29.3.18

O perfil de um esquerdopata.

Edson Ferreira do Nascimento*

Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.

Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão para "ser alguém na vida".

Como são preguiçosos, sem disciplina e folgados, precisam arrumar um jeitinho para se dar bem e se fazerem passar por coisas que não são, pensam ser! Fingir que é culto, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.

Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.

Então, começam a sua carreira de charlatanismo. Alguns, pouquíssimos, estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Economia, mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de curso. E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses cursos acima e assemelhados.

Ali, na universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, cigarros de maconha, palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.

É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e cabelos ensebados.

Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos Sem-terra. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias. Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos e diferentes.

Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina, Administração ou Economia como pobres coitados que não tiveram a chance da "iluminação".

Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana. Aí começa a brotar a inveja, o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!

Começam uma fase ainda mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba, Venezuela e, muitos deles, apoiam o Irã e não acreditam no holocausto judeu! Fingem esquecer do episódio do muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União Soviética. Não usam mais desodorante e a cada cinco minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald's totalmente destruído.

Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, por serem arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.

Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista (esquerdopata!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É preciso estudar (argh!).

Por isso, sonham com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo! Consequentemente, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.

Nessa fase, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão!

E, sem dó, enfiarão a mão – e com muito tesão – no dinheiro dos cofres da nação!!! Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, postura sem noção!

Tenho a certeza que após esta leitura você lembrou de vários vizinhos, conhecidos, colegas, políticos etc....

* Edson Ferreira do Nascimento – Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta, Ribeirão Preto/SP, 23-1-2018

30.1.18

Sobre os felizes.

Excelente texto recebido de meu grande amigo Paulo Eduardo Tavares:

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...

Autora: Socorro Acioli - Escritora

26.1.18

Resposta a um "amigo" petralha e esquerdopata do Facebook.

Prezado, relutei bastante em responder seu post, mas no fim concluí que, justamente por silenciar diante destes descalabros é que chegamos onde estamos hoje no Brasil

Primeiro você precisa aprender o que é debate: ficar postando figurinhas e piadinhas, links de mídia esquerdopata e petralha não é debate: isso é tão somente repetir à exaustão no intuito de formar uma pseudo-verdade. Técnica inventada pelo ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels.

Segundo, é infantil essa técnica de imputar ao outro algo tentando tirá-lo do sério: funcionava na época do jardim, da escola primária, com frases do tipo "gospe aqui se for homem!"... Hoje não funciona mais. Provocar o interlocutor para depois acusá-lo de "ódio" é muito chinfrim... Você é mais inteligente do que isso, mesmo após anos de embotamento mental pela militância esquerdopata e petralha! Eu já disse diversas vezes e deixei bem claro: Não tenho ódio, mas muita indignação. Sou contra a corrupção, a desonestidade, a farsa, a mentira, o cinismo... Coisas nas quais o PT - ou melhor, a ORCRIM - é o melhor, sem dúvida. Desafio você a mostrar algo que tenha escrito defendendo quem quer que tenha praticado algo nesse rol de maldades e ilicitudes! Eu não tenho bandido de estimação, não tenho carteirinha de sócio de nenhuma organização criminosa, nem fiz pacto algum para defender corrupto...

Você diz que minha torcida era para o Lula não poder disputar a presidência, e nisso - somente - está certo! Acho que o cargo não pode ser ocupado por um bandido, um condenado. E, lamentavelmente, dado o grande período de lavagem cerebral, de manipulação política e de assistencialismo barato e manipulado, seria possível que o molusco fosse eleito para continuar com o projeto da "Pátria Grande", assim como ocorre na Bolívia, na Venezuela, em seu Equador natal... Tirá-lo da disputa é questão legal, não política. E quem diz isso é a lei. A fria letra da lei. Não estaria disposto a qualquer coisa para isso: estamos ainda em um Estado Democrático de Direito, que permite, entre outras coisas, que um terço da população defenda um bandido e mau caráter...

Quando ao "manto de dignidade", preservo o que recebi de meus antepassados - pais, avós - e muitas pessoas dignas com quem tive e tenho a honra de conviver. Não sou perfeito, não estou imune a falhas, mas desenvolvi um espírito crítico que faço questão de deixar como herança para meus filhos, netos e todos os descendentes, assim como milhares de alunos e colegas de trabalho que tive e ainda terei. Respeito opiniões em contrário, mas me dou o direito de questioná-las, com base em fatos, leis e no meu caráter e na minha fé. E respeito, meu caro, não significa subserviência nem concordância: isso chamaria-se covardia, cumplicidade ou conivência, dependendo do ponto de vista.

Onde e quando eu enxergar algo errado, apontarei. E o farei convicto. Se não tiver convicção, permanecerei em silêncio. Ah, e mais uma coisa: creio que ainda resta uma esperança para você, pois sempre o tive em alta conta como profissional na experiência que tivemos trabalhando junto. Se o considerasse um caso perdido não estaríamos aqui discutindo em público, certamente. Não se perde tempo polindo pedras sem valor. Espero sinceramente que você ainda tenha oportunidade de aprender e rever seus conceitos, começando por entender os valores do país que você diz amar e aquele no qual vive.

Para não estender mais ainda, e já que você falou em respeito e chamar as coisas pelo nome, vou usar as frases de meu único Mestre e Senhor para dar nome a tudo isso e todos esses que você defende, tenta repetir e segue fielmente: "Hipócritas! Raça de víboras! Sepulcros caiados! Atam fardos pesados às costas dos pequeninos e não se movem nem para levantar uma palha!"

Quanto ao "ódio" ao Lula e ao PT, finalizo: O PT deve ser extinto, posto que é a maior organização criminosa "dentro da lei" existente hoje no continente. E que Deus se apiede de Lula e o faça pagar, em vida, pelos crimes e pecados que cometeu, pois como creio na vida eterna, não desejo a ele e a ninguém o tormento infindável e sem esperança alguma.

PS: Para quem tem estômago e paciência, aqui está o post que originou esta resposta.

22.12.17

Mensagem de Natal e de Ano Novo.

Então chegamos até aqui, na reta final, na espera daquele que veio trazer-nos a Luz... E depois, de mais um ano para vivermos...

Como é típico desta época do ano, é bom fazermos as reflexões sobre o que passamos, o que vivemos... E os planos para o ano que vem chegando. Para colaborar com isto, cito duas frases que sempre trago comigo: "OMNIA TEMPUS HABENT" e "PAN METROS ARISTOS".

A primeira, em Latim, vem da Bíblia, do livro do Eclesiastes, capitulo 3, versículo 1: "Para tudo há um tempo". E segue o autor: "Para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado; tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir; tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar; tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora; tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar; tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz."

Houve um tempo em que nem sabíamos da existência do Natal, do Papai Noel. Houve o tempo de conhecê-lo, acreditar nele, escrever cartinhas ou fazer pedidos... Houve o  tempo de desconfiar dele, de tentar ficar à espreita tentando vê-lo, surpreendê-lo... Houve o tempo de desacreditar, desprezar talvez, e até ridicularizar os menores ainda crentes. Houve ou haverá o tempo de voltar a crer, contar histórias a seu respeito para os pequeninos à nossa volta, e haverá o tempo em que nos lembraremos, saudosos, de tudo isso...

Houve o tempo do papai do céu, do menino Jesus lá na longínqua manjedoura... Houve o tempo do amigo Jesus, parceiro, jovem. Houve o tempo do Mestre Jesus, do incômodo Jesus, do Salvador Jesus. Houve, há, haverá... Quantos tempos!!! Ao final, lembraremos que havia tempo para tudo, e talvez não tenha havido tempo para muito... Quiçá tenhamos vivido o suficiente para poder ter destinado bem o nosso tempo, usando-o e dispensando o tempo  devido para cada coisa, cada pessoa com quem nos encontramos e convivemos... Pois ainda há tempo! A nossa vida é um suceder finito de tempo: segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos começam e acabam, e à cada um deles nos é facultado fazer isso: usar bem o tempo, fazer tudo a seu tempo, no tempo certo.

A segunda frase vem do Grego, e significa "O bom é a medida do melhor". Entre os vários significados, eu prefiro o que implica fazer bem o que nos é possível, e fazer o bem que nos é possível fazer, sempre. Muitos de nós deixamos de fazer algo porque não somos "os melhores": seja o falar em público, seja o escrever, seja o contar uma piada, seja o ajudar um necessitado, seja o ensinar alguém, seja o corrigir um semelhante... Por não sermos os melhores, deixamos de fazer bem, ou de fazer o bem. E assim, na busca pelo "melhor", podemos nos tornar os que pouco ou nada fazem, apesar de poder fazer algo, sempre! Tentando ser perfeito, torna-se um inútil ou desperdiça-se as oportunidades que a vida nos traz, gratuitamente!!! Esta frase é uma ode contra o perfeccionismo, mas não contra a perfeição: devemos fazer bem - e fazer o bem - e buscarmos  à cada dia sermos melhores... Eu digo: hoje melhor que ontem, e pior que amanhã! Aprender sempre, praticar o que se aprende, e ensinar o que se pratica. Nada fácil, mas simples assim...

Com estas duas frases, e com este longo texto, quero agradecer você que conviveu comigo em mais este ano, mais este tempo de minha existência. Seja a convivência real ou virtual - possibilitada pela tecnologia - ou simplesmente na lembrança de outros momentos nos quais estivemos juntos, próximos ou participando de algo em comum. Você fez e faz parte deste meu tempo, do bom e do bem que, quero crer, me fez e me faz à cada dia melhor!

O meu mais sincero "Muito obrigado"! E meus desejos de um Feliz e Abençoado Natal, seguido de um Ano Novo repleto de bênçãos, com muita saúde, sucesso e alegrias!

Curitiba-PR, Dez/2017.

21.8.17

20-08-2017 - 30 Anos de Rogéria & Luís

Minha singela homenagem à minha princesa, amor de minha vida, e ao nosso eterno amor:

The final judgement

Ouço cada vez mais na 'lida diária' sobre o tal amadurecimento nas relações de trabalho, a humanização das empresas e a grande evolução dessa convivência entre 'empregado e patrão'.

É algo curioso: as empresas exigem de seus colaboradores nada menos que comportamento ético, honestidade, fidelidade, lealdade, transparência, disposição para o que der e vier, cordialidade no tratamento com os subordinados, pares e superiores, além, é óbvio, da competência e qualificação. Ok! Tudo isso é importante e muito pertinente. Mas e a recíproca? Seria essa mais uma 'via de mão única'?

A bem pouco tempo participei de um processo no qual, inicialmente, estava muito bem posicionado. Inexplicavelmente, entretanto, houve aquele 'esfriamento' nos contatos e a coisa toda deu em nada. Depois vim a saber que isso se deu por causa de 'informações negativas' a meu respeito obtidas em consulta a uma empresa para qual eu havia prestado serviço anteriormente. Como não gosto de deixar as coisas nesse estado, fui pesquisar. Apurei que a empresa que dera essa informação já havia me recomendado muito bem, anteriormente, mesmo sendo para uma concorrente sua! Qual fora então o motivo da 'mudança de opinião' ? Simples: no exercício de minha profissão, ajudei a 'concorrente' - para a qual eu agora trabalhava - em uma concorrência, na qual aquela - a das 'informações negativas' - também competia... Pode? Que grande pecado, não? E a ética? E os valores?

Agora, mais recentemente, um amigo bem próximo, depois de 'gozar' as merecidas férias, e retornando 'com todo o gás', recebeu o bilhete azul. Demitido. Isso também já aconteceu comigo. Daí pergunto: porquê fazer alguém sair de férias, 'gozar' suas férias, para depois informar-lhe da sua demissão? Há alguma economia nisso? Não seria o mais adequado informar o 'futuro demitido' antes, para que o mesmo usasse as férias em busca de recolocação, mesmo sendo isso algo desagradável? E ainda mais: por telefone!

São algumas coisas que não consigo entender, entre tantas outras. O porquê de, somente no momento da demissão, ser apresentada a 'ficha corrida', a relação de todos os 'pecados' do cidadão na outrora agradável convivência com a empresa. A cena toda fica parecendo o juízo final, o ' The Final Judgement', e o infeliz demissionário parece caminhar célere para o fogo eterno naquele momento...

E por telefone? Por e-mail? Seria para evitar o excesso de pessoalidade no tratamento. "Olha, meu caro, não sou eu, é a empresa que está te demitindo...", como se a empresa fosse um ser vivo com vontade e atitudes próprias...

Meus caros amigos da área de RH, por favor, me respondam: demitir por telefone ou e-mail, ou logo após o retorno das férias, ou na sexta-feira à tarde, ou no último dia do mês... Apresentar, nesse momento - e somente nele - a lista de erros cometidos... Caluniar, injuriar e difamar de maneira sórdida e rasteira, sob a cortina de proteção do anonimato... Essas e outras práticas ajudam a reforçar os laços deste complexo relacionamento? Que tipo de comportamento essas atitudes vão inspirar nos colaboradores dispensados e naqueles que permanecem?

Acredito sinceramente que não sejam práticas correntes de empresas e instituições que sejam dignas de receber esta denominação. Mas são reais. Isso é fato.

Com a palavra, os especialistas e os responsáveis...

11.5.17

Não, não vou me calar!

O dia de ontem, 10/05/2017, foi sui generis e muito importante, embora o evento do depoimento do Lula em si não se tratasse de nada absurdamente normal, como fez questão de ressaltar o próprio Juiz Sérgio Moro.

As redes sociais e a mídia tentaram e mostraram uma “polarização”, tal qual nas últimas manifestações e no processo de impeachment. O presidente Michel Temer criticou essa polarização dos nossos dias, chamando-a de “embate permanente”, e pedindo o fim da “raivosidade” da sociedade, que seria uma forma de pacificar o país...

Alguns amigos também fizeram questionamentos à minha postura de enfrentar o debate, contra argumentar e gerar polêmicas inúteis com pessoas que não estão dispostas a enfrentar a realidade e aceitar a verdade: que fomos assaltados por uma cleptocracia que corrompeu os fundamentos de nossa sociedade e de nossa nação.

Pois bem. Toda essa atmosfera me fez pensar novamente a esse respeito, pois há algum tempo eu próprio já vinha me questionando: vale a pena? Compensa enfrentar incansavelmente as mentiras e as meias-verdades, as respostas corretas para as perguntas erradas, o cinismo, a arrogância, a desfaçatez e a completa falta de caráter de alguns próceres, que permeiam todo o tecido social e ecoam no discurso vazio e robotizado de boa parte do povo brasileiro, dos mais cultos e intelectuais aos mais humildes?

Há algum tempo eu assisti pelo Youtube a uma audiência do Papa Francisco, na qual ele ressaltava o dever cristão de participar da Política – com “P” maiúsculo - ou seja, buscar o interesse de todos, o bem comum. Segundo Sua Santidade, esta seria a maneira mais nobre e efetiva de praticar a caridade, uma das maiores – senão a maior – virtudes cristãs. E eu concordo. A boa política visa o bem comum, o bem de todos!

Algumas palavras de personagens da história – e da minha história – também fizeram parte dessa reflexão. Entre elas, a de Martin Luther King: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons. ”.  Lembrei-me de uma música dos tempos do grupo de jovens na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Varginha: “O profeta”, baseado na passagem do Profeta Jeremias (Jr 1,5):
Tenho de gritar, tenho de arriscar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como não falar se Tua voz me queima dentro?
Tenho de andar, tenho de lutar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como não falar? Se Tua voz arde em meu peito.

Também fez parte desse momento a passagem do procurador Deltan Dallagnol em seu livro, na qual refere-se às suas experiências frustradas de ver prevalecer a justiça, e a súbita vontade de desistir. Quase que uma reprise do “Triunfo das Nulidades”, de Ruy Barbosa, texto ao qual meu pai sempre se refere quando falamos de política... Uma amiga minha chamou-me a atenção pela paciência e frieza do juiz Sérgio Moro no interrogatório do Lula, insistindo e persistindo perante a desfaçatez e empáfia do fulano...

Tudo isso junto e misturado só fez reforçar minha convicção de que não podemos desanimar: foi justamente por confundir a política com civilidade – sim, um de seus sinônimos – que deixamos a gritaria dos poucos maus (enganados, auto enganados, ou simplesmente pilantras mesmo) prevalecer sobre o silêncio da imensa maioria dos bons, reforçando o discurso de Luther King. Como já dizia o famoso Marquês de Maricá, “Aprovamos algumas vezes em público por medo, interesse ou civilidade, o que internamente reprovamos por dever, consciência ou razão”.

Não, não vou me calar. Vou enfrentar até o fim dos meus dias a mentira, a falta de caráter, a corrupção. Para os desavisados ou dissimulados, incluídos aí V. Excia., o presidente Temer, não se trata de ódio ou “raivosidade”, mas de indignação. Afinal, como disse Santo Agostinho, “A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las”. Não me faltam motivos para a indignação, e não me falta coragem para enfrentar a longa e árdua batalha à qual me lancei! 

E, para finalizar, mas também justificando minha tomada de posição e tentando motivar todos aqueles que ainda permanecem na dúvida ou na “zona de conforto”, vai aqui outra citação que conheci no maravilhoso filme "Tears of Sun" - Lágrimas do Sol (2003), com Bruce Willis e Mônica Bellucci, que ao final exibe a frase de Edmund Burke (1729 - 1797) “Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.”

21.1.17

Dancin' Days e meu primeiro contato com a corrupção.

O ano era 1979, e o mês, março. Recordo-me claramente de estar na sala da 8ª série B, última sala na ala direita da Escola Estadual Deputado Domingos de Figueiredo, o "Industrial", de Varginha. O ano letivo mal começara, e eu tinha novos colegas de classe que ainda nem conhecia.

Naquela manhã, Dona Aída, a secretária da escola - uma senhorinha de pouco mais de um metro de altura, mas cujo respeito obtido dos alunos era enorme, e que se fazia valer de discursos desmoralizantes - as suas famosas "descomposturas" - entrou em nossa sala e anunciou, sem muita cerimônia, que eu havia sido escolhido como o melhor aluno das 7ªs séries da região sob a gestão da regional da secretaria estadual de educação. E, como prêmio, iria à Brasília assistir a posse do que seria então o último presidente do regime militar, João Baptista de Oliveira Figueiredo, que ocorreria em 15 de Março. Dona Aída até detalhou o programa: iríamos em grupos até o Mineirinho, em BH, seguindo depois para Brasília. Com tudo pago pelo Governo: viagem, hospedagem e alimentação!

Foi uma festa na sala de aula: gritos, risadas, alegria. A professora de Português, Dª. Maria José, veio cumprimentar-me. Os colegas remanescentes da sétima série fizeram um auê danado, levando uma "descompostura" de Dona Aída, claro. Eu me recordo de ter um pacote de Halls cheio, pois havia recém terminado o "recreio", e distribuí generosamente com a turma... Não sobrou nada!

Naquele dia cheguei em casa exultante: mal podia conter a alegria! Fui correndo contar para minha saudosa mãe, que ficou orgulhosa e radiante, obviamente. Qual mãe não ficaria? Passei os detalhes recebidos de Dona Aída, segundo a qual eu deveria procurar as orientações sobre a viagem na secretaria regional de ensino. Minha mãe, de pronto, já me avisou que precisaria de roupas novas, claro. E sapatos! Afinal, seria uma memorável viagem até a capital do Brasil!

Logo após o almoço fui apressado até a tal SRE, que funcionava em um prédio nos fundos da Praça Getúlio Vargas, logo abaixo da antiga rodoviária. Eu era ainda muito tímido, e ficava muito vermelho quando precisava falar com estranhos. Pedir informação, então, era uma tarefa e tanto! Falei com a mulher da recepção, que disse-me não saber de nada, mas encaminhou-me para um andar qualquer. Cheguei em uma sala com duas mulheres e contei alegremente minha história, perguntando o que deveria então fazer. Veio então o choque: bastante displicente, uma daquelas mulheres disse-me que havia ocorrido um engano. Não era eu o escolhido, mas sim uma menina do Colégio dos Santos Anjos - o mais reservado da cidade, onde só estudavam meninas da mais fina sociedade do sul de Minas!

O choque foi tamanho que mal consegui ficar sobre minhas pernas. Faltou voz. Secou a garganta. Umas lágrimas começaram a correr... Com a voz meio embargada, agradeci e saí rapidamente, mas deu tempo de ouvir a mulher comentar: "tadinho, ficou tão chateado!"... A distância até minha casa aumentou, o sol parecia mais quente, e um silêncio mortal tomou conta de mim. Cheguei em casa e contei o ocorrido para minha mãe, que me consolou e disse: "Calma, deve ter havido algum engano. Amanhã você fala com a Dona Aída e a Dona Zaíra" - então diretora da escola - "e tudo será resolvido, você vai ver".

A noite não chegava. O amanhã não chegava. Mal consegui dormir. Fui apressado naquele dia para a escola, desesperado para ouvir que a notícia era verdadeira, que eu viajaria, sim! Qual o quê! Falei com a Dona Aída, que ficou de ligar para a secretaria e esclarecer o assunto. Alguns dias se passaram, e nada! Até que a Dona Zaíra chamou-me em sua sala e explicou, candidamente, que realmente "haviam se enganado lá na SRE, pois a melhor aluna era mesmo do Santos Anjos". Percebendo minha decepção e tristeza, tratou de consolar-me, pois eu era tido em alta conta por ela. Mas pouco adiantou... Fui embora mais cedo. Cheguei em casa totalmente acabado. Não conseguia entender aquilo... Fiquei tão abatido que mal conseguia comer. Queria sair da escola, parar de estudar...

Minha mãe fez algo impensável naqueles tempos: disse para eu tirar uma folga na escola. Como estávamos perto do carnaval, ela mandou-me para o sítio da Dona Filomena - sua comadre - onde regularmente passávamos férias. Fui eu, minhas irmãs Rosângela e Maria Aparecida. Todos "matamos" alguns dias de aula!

Minha irmã Rosângela já tinha suas economias, das nossas vendas de pastel e da venda de panos de prato que pintava, e então comprou um LP com os sucessos internacionais da novela Dancin' Days, que tinha recém terminado. O Márcio, filho da Dona Filomena, tinha uma "eletrola" Phillips, à pilha, na qual aquele disco ficava tocando à noite, enquanto conversávamos ou simplesmente ficávamos sentados à porta da sala, olhando as estrelas e ouvindo o barulho dos raros carros que passavam na rodovia à beira do sítio. Foram poucos mas memoráveis dias, aqueles! E saudosos! E foi o meu prêmio de consolação por ter sido preterido (ou substituído) na lista daqueles quase 12 mil jovens que ouviram, no ginásio de esportes Presidente Médice, o presidente João Baptista de Figueiredo discursar de improviso, às 15 horas daquele 15 de Março de 1979, como noticiado na mídia (Veja aqui)...

Pouco tempo depois, quando já estudava eletrônica na ETEV, fique sabendo da providencial manipulação havida na secretaria, pois afinal de contas "não era para Varginha ser representada por um qualquer na posse do presidente": tinha que ser alguém da elite, ora bolas! Como um menininho franzino, sem "pedigree", sem a menor "classe", poderia fazer jus a tal mérito??!! Quanta audácia!!!

Hoje, ao ouvir músicas como Night Fever, Stayin' Alive (Bee Gees), que faziam parte de um Dancin' Days Medley das Harmony Cats, ou então Scotch Machine (Voyage), Rivers of Babylon (Boney M.) ou Automatic Lover (Dee D. Jackson), tais lembranças retornam bem claras. Lembro-me daqueles dias, do Márcio e da Dona Filomena, Dona Aída, Dona Zaíra e de minha mãe, todos já falecidos... Guardo como recordação um LP semelhante, comprado muitos anos depois em um sebo de discos em Curitiba. E a mágoa de ter sido enganado e humilhado, nos meus tenros quatorze anos de idade, pelo "sistema", em razão do orgulho besta e da falta de caráter de alguns poucos. 

Foi meu primeiro contato mais chocante com a corrupção, embora eu certamente não fazia a menor ideia disso, à época.

19.10.16

Sobre mentiras e a velha política.

Eu já tinha assimilado a idéia de não participar das discussões políticas sobre o segundo turno em Curitiba. Votei no Greca no primeiro turno e votarei nele novamente. As razões para tanto são simples: é uma pessoa de fé, educado, culto, inteligente e contra quem não pesam acusações. Além disso, já foi prefeito de Curitiba e foi um bom prefeito. Em uma época em que o PT ainda posava de vestal e infernizava a vida de seus adversários, o Greca  fez uma boa gestão, sobreviveu sem maiores danos e ainda elegeu seu sucessor.

Com não gosto de tomar decisões sem firmar uma posição, sem conhecer bem a questão, fui ler um pouco mais sobre o outro candidato, sua vida, realizações, propostas... Quase um dever de ofício de todo eleitor, sumariamente negligenciado pela maioria, infelizmente. Pois bem. Não consegui encontrar nada que motivasse uma mudança de minha opção.

Ouvindo a propaganda eleitoral retomada na último sábado, 15/10, consolidei minha opção. O principal motivo é a mentira, a arma do diabo, a velha forma rasteira de fazer política e enganar as pessoas. Na propaganda desse candidato ouvi a surrada frase "você não vai votar em quem não gosta de pobre, não é?", remetendo à fatídica história contada pelo Greca sobre o dia em que vomitou ao levar um pobre em seu carro para ser atendido pelo serviço social. Com isso, o Greca garantiu para si a pecha de ser elitista, nojento, excludente e "que não gosta de pobre". Para quem, como eu, foi procurar conhecer todo o contexto e a forma na qual essa frase fatal foi proferida, não resta dúvida que a fala do Greca remetia ao reconhecimento do difícil e importante trabalho de assistência social, ao amparo aos necessitados, levado a termo por pessoas que sacrificam suas vidas em prol dos carentes e abandonados, às quais ele honrava e expressava admiração em sua fala. Somente por leviandade, burrice ou muita má-fé – infelizmente, coisas que abundam nesses tempos obscuros em que vivemos - alguém que ouvisse toda a história poderia depreender que se tratava simplesmente de asco, de nojo ou repugnância aos pobres (no caso em questão, certamente mais um miserável, mendigo ou morador de rua).

Muitos dos que fizeram e fazem cara de desaprovação e torcem o nariz para o que foi veiculado a exaustão – fora de contexto e ainda reforçando o lado pejorativo com uma locução empolada -  jamais se aproximariam de um "pobre" nas condições em que o Greca o fez! Certamente desviam-se das pessoas que dormem sob as marquises na Rua XV, na Cruz Machado ou na Sete de Setembro (entre tantas outras, infelizmente!) para não sentir o mau cheiro que exala daqueles amontoados de seres humanos ao relento. Dizer que isso é nojo é fácil: quero ver encarar! Quero ver aproximar-se de uma dessas pessoas, cuidar dela, dar-lhe banho, alimentá-la, dar-lhe carinho e atenção! E era exatamente a isso que o Greca se referia em sua fala. Que ele não tinha essa competência! Que, como a imensa maioria das pessoas – grande parte entre os que agora o acusam, o julgam e o criticam, explorando eleitoralmente o episódio – sentiu-se mal diante de tal quadro degradante. Eu mesmo afirmo que sinto-me assim, quando estou próximo de pessoas de rua, mendigos, que passam dias sem banho, sem o mínimo de higiene... E ainda sofro por pouco fazer para tirá-los daquela situação em definitivo, não apenas momentaneamente, não apenas superficialmente...

E aí vem alguém posando de ser superior! Ora, bolas! Deixo aqui um desafio: faça a mesma experiência! Socorra um mendigo, dentre os muitos que encontramos atualmente em Curitiba! Coloque-o em seu carro, e diga, com sinceridade que sentiu-se muito bem, que aquele odor da miséria transformou-se em perfume! Oh, maldita hipocrisia!

Ainda na mesma propaganda eleitoral o outro candidato vem propondo uma solução inovadora na área da Saúde: o cartão PAS, que reuniria as principais informações sobre o usuário do sistema público de saúde em Curitiba. Pois bem, isso já existe! Em 1999, a prefeitura implantou nas Unidades de Saúde o Prontuário Eletrônico - que contemplava também o Cartão Qualidade Saúde - interligado ao Laboratório Municipal, à Central de Procedimentos - responsável por consultas e exames especializados - e à Central de Regulação. Eu mesmo participei da construção da primeira versão do sistema e sua implantação em duas Unidades de Saúde, à época. Depois, em 2012, o modelo foi atualizado. Ou seja, o candidato propõe implantar algo que já existe há bom tempo.

Entre essas e outras atitudes, além das alianças já tornadas públicas, o candidato em questão deixa transparecer que é, ele próprio, adepto e praticante da velha política, calcada em manipulação e mentiras, tal como muitos aos quais ele se aliou. 

Nos últimos anos reaprendemos a duras penas o que acontece quando escolhemos, para nos governarem, pessoas exímias nos discursos recheados de falácias e mentiras. Nossa triste situação atual, como sociedade, como nação e como país, é a prova irrefutável de que devemos priorizar o combate à mentira e à velha política.
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