28.2.26

28 de fevereiro de 1986 - um dia muito especial!!!

Hoje é um dia especial. Na verdade, todos os dias o são, mas alguns carregam um significado especial.

A 40 anos, naquele distante 28 de Fevereiro de 1986, enquanto o então presidente, José Sarney, lançava o Plano Cruzado, eu saia da F. L. Smidth Indústria Pesada S/A, na Av. Dinamarca nº 1, em Varginha-MG, com algumas folhas de papel assinadas, de grande valor: era o meu primeiro contrato de trabalho como Analista de Sistemas - Especialista em Redes!

Eu, então no auge dos meus recém completados 20 anos, professor de Eletrônica Digital, Telecomunicações, Televisão, Microcomputadores e Programação de Computadores para os cursos "Técnico em Eletrônica" e "Técnico em Processamento de Dados" da Escola Técnica de Eletrônica de Varginha (ETEV), havia concluído o Curso Técnico de Eletrônica a pouco mais de dois anos (1983), e realizado um curso de Eletrônica Digital e Microprocessadores (por correspondência) pelo CEDM de Londrina-PR, e trabalhado com meu ex-colega de ETEV Inácio de Carvalho Loyola Garcia e seu sócio, Carlos, em uma empresa parceira da Informata, de Alfenas, que revendia computadores da Prológica -  entre os quais o "famoso" CP-500.

Trabalhando como técnico de instalação e manutenção daqueles computadores, viajava literalmente noite e dia pelo Sul de Minas, de moto, com uma mochila nas costas, com as ferramentas e, muitas vezes, com drivers de diquetes, placas mãe e outros componentes. Nessa época já conhecia programação em Assembly do Z-80, e interessei-me pelo Basic, aprendendo "de orelhada", de curioso e na base da tentativa e erro... Quando a empresa dos dois fechou, eu  "herdei" alguns clientes, tanto para a manutenção dos computadores quanto para a manutenção, a evolução e até o desenvolvimento de novos softwares! Feitos heróicos dessa época incluem uma rotina de ordenação usando o Shell-Metzner (uma derivação do Shell Sort) que criei para o sistema da Livraria do Estudante, criando um índice alfabético para nomes dos livros e nomes dos autores e assim permitindo a consulta instantânea dos livros por essas informações. Detalhe: o "sistema" rodava em um CP-500 048d, com 48 KB de memória RAM e dois drives para disquetes 5 e 1/4 com capacidade de 480 KB cada um, e administrava o acervo e o estoque com mais de 24.000 títulos, e fazia a ordenação em menos de duas horas! E também uma "rede" entre computadores das lojas de móveis em Boa Esperança/MG, fazendo a comunicação por via serial (RS-232) com modens 1200/75 e ramais dedicados (linhas ponto-a-ponto de telefonia, autoalimentadas por baterias!), permitindo a gestão de estoques centralizada.

Nesse ponto da "carreira", conheci a Polymax Computadores, um fabricante ousado que começava a fornecer um "STORAGE" - o "POLYNET", que podia ser acessado por vários computadores por meio de um cabo coaxial (rede ARCNET), permitindo assim a criação de uma "rede" com computadores POLY 201 DP compartilhando um "winchester", apelido dos caríssimos discos rígidos da época, de 5 a 20 MB (isso mesmo, megabytes!). Esse meu contato fez com que eu, que já me aventurava gravando dados da memória dos TK-82 e CP-200 em fita cassete (arquivos de dados!), ficasse interessado nessa tal de "rede com cabos coaxiais", e começasse a estudar o assunto e até mesmo a oferecer a Polynet para meus "clientes" de então... Um belo dia, o saudoso e querido Prof. Wanderley Bueno de Oliveira, diretor da ETEV e meu chefe, chamou-me para dizer que a empresa onde o irmão dele, Valdir Bueno de Oliveira, trabalhava como Contador, estava precisando de ajuda para implantar uma "rede" de computadores e um novo sistema, e que ele havia me indicado para essa oportunidade.  

Fiz algumas reuniões com pessoas da F. L. Smidth - em especial com o Sinibaldo, diretor financeiro, e depois com o Jens Petersen, diretor dinamarquês da unidade de Varginha, e encarei o desafio: implantar uma rede local com Novell (1.18!!!) e microcomputadores IBM-PC, e um sistema de PCP da Norden, subsidiária da F. L. Smidth na Noruega, escrito em um tal de "Dataflex" (que, segundo o Jens Petersen, era a linguagem Pascal, da qual eu mal ouvira falar - mas tinha a promessa de receber um treinamento na INFOCOMP, em São Paulo, que representava a Data Access - criadora do DataFlex - no Brasil). Concordei com o desafio, assinei um contrato com valor hora em ORTN (que me garantiria uma pequena "fortuna" por mês, trabalhando de 200 a 240 horas por mês!!!) e sai de lá, naquela manhã de 28 de fevereiro de 1996, alegre, saltitante, e temeroso de não dar conta do desafio!!!

Com as voltas que o mundo dá, o Plano Cruzado foi lançado, a ORTN ficou congelada e foi substituída pela OTN (outra das muitas "pseudo moedas" de nossa história...) e eu fui tragado por um turbilhão: a F. L. Smidth tinha sistemas em Basic CPM-80 que rodavam em máquinas DISMAC Alfa 2064, com 64 KB de memória e quatro unidades de disquetes de 8" que armazenavam 960 KB cada um - quase 1 MB!!! Eram esses computadores que rodavam os sistemas de Almoxarifado, Estoques e Compras, de Finanças e Contabilidade, e também a Folha de Pagamento. A empresa que produzira os sistemas era de Belo Horizonte e, sobrecarregada pelas demandas de conversão para o Plano Cruzado, passou a cobrar altíssimos valores por hora pelo técnico enviado para realizar os trabalhos, além de passagens aérea e estadia. Então fui "convocado" para fazer as conversões, ao invés do trabalho original... Afinal, eu conhecia BASIC (e cobrava bem menos)!

Foram mais de dez meses de puro estresse, trabalhando até vinte horas por dia, finais de semana e feriados... lembro-me de cochilar nos sofás da recepção enquanto rotinas de conversão de arquivos rodavam por horas naquelas incríveis "carroças" da DISMAC... Lembro-me também dos motoristas e vigias da F. L. Smidth indo levar-me para a ETEV para dar aulas às 18h30 e depois buscando-me, lá pelas 23h, para continuar os trabalhos... E, em paralelo, corria o dia todo para implantar a tal rede Novell e converter o sistema da NORDEN... Detalhe: o sistema usava o idioma Norueguês, e não Dinamarquês, e ninguém na empresa conhecia nem o sistema nem o idioma! Para ajudar-me, trouxeram um dicionário de Norueguês / Português editado na Noruega...

Bem, isso já virou um textão digno do meu livro de memórias, mas não posso encerrar sem mencionar as coisas mais importantes que esse fato trouxe. Na F. L. Smidth conheci meu grande amigo irmão camarada Ênio Carvalho, de saudosa memória, que viria a tornar-se meu concunhado: ele foi o "cupido" que falou tanto da irmã de sua namorada Silvana, a Rogéria - que, à época, cursava Processamento de Dados na ETEV, mas na turma da manhã (eu dava aulas somente à noite) e que desejava fazer estágio na F. L. Smidth. Insistiu tanto que funcionou: entrevistei-a, foi contratada, e de estagiária assumiu o "cargo" (ou carma?) de minha esposa e mãe de nossos quatros filhos... Ela ainda não desistiu de me processar por assédio, mas eu ressalto que o crime já prescreveu! 

Também na F. L. Smidth conheci o Paulo Eduardo Tavares, um amigo e profissional de grande valor... O Christian Aarup Gregersen, o Henning Tage Rasmussem, o Fábio Feijó e tantos outros, com os quais aprendi muito! E conheci o César Roberth de Faria, meu grande amigo, que influenciou totalmente minha vida: foi ele quem divulgou meu "conhecimento" de Dataflex em São Paulo, razão pela qual deixei a F. L. Smidth em 1990 e fui trabalhar na Ryal Systems, em São Paulo. De lá, também em função do Dataflex, fui para Campo Grande, atuar na Comercial Pereira de Alimentos. Voltei para Varginha em 1993 e o César me levou para a Nexo Informática, de Curitiba, em 1995, pela qual atuei nas prefeituras de Uberlândia, Diadema e Caxias do Sul, e depois Curitiba, trabalhando com um sistema de gestão pública em Dataflex (o SIAP). Lancei âncoras em Curitiba em 1996, e desde então vivo por aqui, agora com os filhos, genro, noras e netinhos (3, e aumentando em breve)... Mas isso já é parte de outro capítulo - ou outro livro de memórias!

Minha esposa Rogéria diz que eu sou nostálgico e saudosista. Eu concordo, mas complemento: eu curto a História - a da humanidade, a dos grandes homens, a dos amigos e parentes, até de desconhecidos, e a minha, em especial. E esse capítulo, esse dia, 28 de fevereiro de 1986, é um marco na minha história! Um "turning point" que definiu meus caminhos, e a da minha família que, sem ele, talvez nem existisse.

6.2.25

O fim da programação como a conhecemos

Adaptação e tradução do artigo original de Tim O’Reilly, de 04 de fevereiro de 2025, publicado em https://www.oreilly.com/radar/the-end-of-programming-as-we-know-it/

Há muita conversa na mídia de que os desenvolvedores de software logo perderão seus empregos para a IA. Eu não acredito nisso.

Não é o fim da programação. É o fim da programação como a conhecemos hoje . Isso não é novidade. Os primeiros programadores conectaram circuitos físicos para executar cada cálculo. Eles foram sucedidos por programadores escrevendo instruções de máquina como código binário para serem inseridas um bit de cada vez, acionando interruptores na frente de um computador. A programação em linguagem assembly então pôs fim a isso. Ela permite que um programador use uma linguagem semelhante à humana para dizer ao computador para mover dados para locais na memória e executar cálculos neles. Então, o desenvolvimento de linguagens compiladas de nível ainda mais alto, como Fortran, COBOL e seus sucessores C, C++ e Java, significou que a maioria dos programadores não escrevia mais código assembly. Em vez disso, eles podiam expressar seus desejos ao computador usando abstrações de nível mais alto.

Com o tempo, as linguagens interpretadas, que são muito mais fáceis de depurar, se tornaram a norma.

BASIC, um dos primeiros a fazer sucesso, foi visto inicialmente como um brinquedo, mas logo provou ser a onda do futuro. A programação se tornou acessível a crianças e empreendedores de garagem, não apenas ao sacerdócio de back office em grandes empresas e agências governamentais.

Os sistemas operacionais de consumo também foram uma grande parte da história. Nos primeiros dias do computador pessoal, todo fabricante de computadores precisava de engenheiros de software que pudessem escrever drivers de baixo nível que realizassem o trabalho de leitura e gravação em placas de memória, discos rígidos e periféricos como modems e impressoras. O Windows pôs fim a isso. Ele não teve sucesso apenas porque forneceu uma interface gráfica de usuário que tornou muito mais fácil para indivíduos não treinados usarem computadores. Ele também forneceu o que Marc Andreessen, cuja empresa Netscape estava prestes a ser atropelada pela Microsoft, desdenhosamente (e erroneamente) chamou de "apenas um saco de drivers". Esse saco de drivers, liderado pelas APIs Win32, significava que os programadores não precisavam mais escrever código de baixo nível para controlar a máquina. Esse trabalho foi efetivamente encapsulado no sistema operacional. Windows e macOS, e para dispositivos móveis, iOS e Android, significam que hoje, a maioria dos programadores não precisa mais saber muito do que as gerações anteriores de programadores sabiam.

Havia mais programadores, não menos

Mas isso estava longe do fim da programação. Havia mais programadores do que nunca. Usuários na casa das centenas de milhões consumiam os frutos de sua criatividade. Em uma demonstração clássica de elasticidade da demanda , como o software era mais fácil de criar, seu preço caiu, permitindo que os desenvolvedores criassem soluções pelas quais mais pessoas estavam dispostas a pagar.

A web era outro "fim da programação". De repente, a interface do usuário era composta de documentos legíveis por humanos, exibidos em um navegador com links que, por sua vez, podiam chamar programas em servidores remotos. Qualquer um poderia construir um "aplicativo" simples com habilidade mínima de programação. "Sem código" se tornou uma palavra da moda. Logo, todos precisavam de um site. Ferramentas como o WordPress tornaram possível que não programadores criassem esses sites sem codificação. No entanto, à medida que a tecnologia cresceu em capacidade, sites de sucesso se tornaram cada vez mais complexos. Houve uma separação crescente entre programação "frontend" e "backend". Novas linguagens de programação interpretadas como Python e JavaScript se tornaram dominantes. Dispositivos móveis adicionaram um novo frontend onipresente, exigindo novas habilidades. E mais uma vez, a complexidade estava escondida atrás de frameworks, bibliotecas de funções e APIs que isolavam os programadores de ter que saber tanto sobre a funcionalidade de baixo nível que era essencial para eles aprenderem apenas alguns anos antes.

Big data, serviços web e computação em nuvem estabeleceram um tipo de “ sistema operacional de internet ”. Serviços como Apple Pay, Google Pay e Stripe tornaram possível fazer tarefas empresariais antes difíceis e de alto risco, como receber pagamentos com conhecimento mínimo de programação. Todos os tipos de funcionalidade profunda e poderosa foram disponibilizados por meio de APIs simples. No entanto, essa explosão de sites da internet e os protocolos de rede e APIs que os conectam acabaram criando a necessidade de mais programadores.

Os programadores não estavam mais construindo artefatos de software estáticos atualizados a cada dois anos, mas continuamente desenvolvendo, integrando e mantendo serviços de longa duração. Ainda mais importante, muito do trabalho nesses vastos serviços, como Google Search, Google Maps, Gmail, Amazon, Facebook e Twitter, era automatizado em grande escala. Os programas eram projetados e construídos por humanos, não por IA, mas muito do trabalho em si era feito por predecessores de propósito especial para as IAs de propósito geral de hoje. Os trabalhadores que fazem a maior parte do trabalho pesado nessas empresas já são programas. Os programadores humanos são seus gerentes . Agora, há centenas de milhares de programadores fazendo esse tipo de trabalho de supervisão. Eles já estão vivendo em um mundo onde o trabalho é criar e gerenciar colegas de trabalho digitais.

Google, Facebook, Amazon ou uma série de startups mais recentes do Vale do Silício… empregam dezenas de milhares de trabalhadores. Se você pensa com uma mentalidade de fábrica do século XX, esses trabalhadores passam seus dias moendo produtos, assim como seus antepassados ​​industriais, só que hoje, eles estão produzindo software em vez de bens físicos. Se, em vez disso, você recuar e ver essas empresas com uma mentalidade do século XXI, você percebe que uma grande parte do trabalho dessas empresas – entregando resultados de pesquisa, notícias e informações, atualizações de status de redes sociais e produtos relevantes para compra – é feito por programas de software e algoritmos. Esses são os verdadeiros trabalhadores, e os programadores que os criam são seus gerentes.” —Tim O'Reilly, “ Managing the Bots That Are Managing the Business ,” MIT Sloan Management Review , 21 de maio de 2016.

Em cada uma dessas ondas, habilidades antigas se tornaram obsoletas — ainda úteis, mas não mais essenciais — e novas se tornaram a chave para o sucesso. Ainda há alguns programadores que escrevem compiladores, milhares que escrevem frameworks JavaScript populares e bibliotecas Python, mas dezenas de milhões que escrevem aplicativos web e móveis e o software de backend que os habilita. Bilhões de usuários consomem o que produzem.

Será que desta vez será diferente?

De repente, porém, é aparentemente possível para um não programador simplesmente falar com um LLM ou agente de software especializado em inglês simples (ou na linguagem humana de sua escolha) e obter um protótipo útil em Python (ou na linguagem de programação de sua escolha). Há até uma nova palavra da moda para isso: CHOP, ou “programação orientada a bate-papo ”. A ascensão de modelos de raciocínio avançado está começando a demonstrar IA que pode gerar até mesmo programas complexos com um prompt de alto nível explicando a tarefa a ser realizada. Como resultado, há muitas pessoas dizendo “desta vez é diferente”, que a IA substituirá completamente a maioria dos programadores humanos e, de fato, a maioria dos trabalhadores do conhecimento. Eles dizem que enfrentamos uma onda de desemprego humano generalizado.

Eu ainda não compro isso . Quando há um avanço que coloca poder de computação avançado nas mãos de um grupo muito maior de pessoas, sim, pessoas comuns podem fazer coisas que antes eram domínio de especialistas altamente treinados. Mas esse mesmo avanço também permite novos tipos de serviços e demanda por esses serviços. Ele cria novas fontes de magia profunda que apenas alguns entendem.

A mágica que está chegando agora é a mais poderosa até agora. E isso significa que estamos começando um profundo período de exploração e criatividade, tentando entender como fazer essa mágica funcionar e derivar novas vantagens de seu poder. Desenvolvedores inteligentes que adotam a tecnologia serão requisitados porque podem fazer muito mais, focando na criatividade de nível mais alto que agrega valor.

Aprender fazendo

A IA não substituirá os programadores, mas transformará seus empregos. Eventualmente, muito do que os programadores fazem hoje pode ser tão obsoleto (para todos, exceto para programadores de sistemas embarcados) quanto a antiga habilidade de depuração com um osciloscópio. O programador mestre e observador de tecnologia presciente Steve Yegge observa que não são os programadores juniores e de nível médio que serão substituídos, mas aqueles que se apegam ao passado em vez de abraçar as novas ferramentas e paradigmas de programação. Aqueles que adquirem ou inventam as novas habilidades estarão em alta demanda. Os desenvolvedores juniores que dominam as ferramentas da IA ​​serão capazes de superar os programadores seniores que não o fazem. Yegge chama isso de " A Morte do Desenvolvedor Teimoso ".

Minhas ideias são moldadas não apenas por meus mais de 40 anos de experiência na indústria de computadores e pelas observações de desenvolvedores como Yegge, mas também pelo trabalho do historiador econômico James Bessen , que estudou como a primeira Revolução Industrial ocorreu nas fábricas têxteis de Lowell, Massachusetts, no início dos anos 1800. À medida que artesãos qualificados eram substituídos por máquinas operadas por mão de obra "não qualificada", os salários humanos eram de fato deprimidos. Mas Bessen notou algo peculiar ao comparar os registros salariais dos trabalhadores nas novas fábricas industriais com os dos antigos artesãos domésticos. Levava quase o mesmo tempo para um artesão aprendiz atingir o salário integral de um jornaleiro qualificado quanto para um dos novos trabalhadores de fábrica não qualificados de nível básico atingir o salário integral e a produtividade. Os trabalhadores em ambos os regimes eram, na verdade, trabalhadores qualificados. Mas eles tinham diferentes tipos de habilidades.

Havia duas grandes razões, Bessen descobriu, pelas quais os salários permaneceram estáveis ​​ou deprimidos durante a maior parte dos primeiros 50 anos da Revolução Industrial antes de decolar e levar a um aumento generalizado da prosperidade. A primeira foi que os donos das fábricas acumularam os benefícios da nova produtividade em vez de compartilhá-la com os trabalhadores. Mas a segunda foi que os maiores ganhos de produtividade levaram décadas para chegar porque o conhecimento de como melhor usar a nova tecnologia ainda não estava amplamente disperso. Levou décadas para os inventores tornarem as máquinas mais robustas, para aqueles que as usavam criarem novos tipos de fluxos de trabalho para torná-los mais eficazes, para criar novos tipos de produtos que pudessem ser feitos com elas, para uma gama mais ampla de empresas adotar as novas tecnologias e para os trabalhadores adquirirem as habilidades necessárias para tirar proveito delas . Os trabalhadores precisavam de novas habilidades não apenas para usar as máquinas, mas para consertá-las, melhorá-las, inventar o futuro que elas implicavam, mas ainda não haviam tornado totalmente possível. Tudo isso acontece por meio de um processo que Bessen chama de "aprender fazendo".

Não é suficiente que alguns indivíduos estejam à frente da curva na adoção de novas habilidades. Bessen explica que “o que importa para uma fábrica, uma indústria e para a sociedade em geral não é quanto tempo leva para treinar um trabalhador individual, mas o que é preciso para criar uma força de trabalho estável e treinada” ( Learning by Doing , 36). Hoje, toda empresa que será tocada por essa revolução (ou seja, toda empresa) precisa colocar a mão na massa. Precisamos de uma força de trabalho alfabetizada em IA. O que é programação, afinal, senão a maneira como os humanos fazem os computadores fazerem o que queremos? O fato de que a “programação” está se aproximando cada vez mais da linguagem humana, que nossas máquinas podem nos entender em vez de termos que falar com elas em sua língua nativa de 0s e 1s, ou algum pidgin de linguagem de programação especializada, deve ser motivo de comemoração.

As pessoas criarão, usarão e refinarão mais programas, e novas indústrias nascerão para gerenciar e construir sobre o que criamos. Lições da história nos dizem que quando a automação torna mais barato e fácil entregar produtos que as pessoas querem ou precisam, aumentos na demanda frequentemente levam a aumentos no emprego . É somente quando a demanda é satisfeita que o emprego começa a cair. Estamos longe desse ponto quando se trata de programação.

Não é de surpreender que o professor da Wharton School e evangelista de IA Ethan Mollick também seja fã do trabalho de Bessen. É por isso que ele argumenta de forma tão convincente para "sempre trazer a IA para a mesa", para envolvê-la em todos os aspectos do seu trabalho e para explorar "a borda irregular" do que funciona e do que não funciona. É também por isso que ele incentiva as empresas a usar a IA para capacitar seus trabalhadores, não para substituí-los. Há muito o que aprender sobre como aplicar a nova tecnologia. A melhor fonte de P&D aplicada das empresas são as explorações das pessoas que você tem, pois elas usam a IA para resolver seus problemas e buscar novas oportunidades.

O que a programação vai mudar

Sam Schillace, um dos vice-CTOs da Microsoft, concordou com minha análise. Em uma conversa recente, ele me disse: “Estamos no meio da invenção de um novo paradigma de programação em torno de sistemas de IA. Quando passamos do desktop para a era da internet, tudo na pilha mudou, embora todos os níveis da pilha fossem os mesmos. Ainda temos linguagens, mas elas foram de compiladas para interpretadas. Ainda temos equipes, mas elas foram de cascata para Agile para CI/CD. Ainda temos bancos de dados, mas elas foram de ACID para NoSQL. Fomos de um usuário, um aplicativo, um thread, para multidistribuído, seja o que for. Estamos fazendo a mesma coisa com IA agora.”

Aqui estão algumas das tecnologias que estão sendo montadas em uma nova pilha de IA. E isso nem inclui a infinidade de modelos de IA, suas APIs e sua infraestrutura de nuvem. E já está desatualizado!

 

Mas a explosão de novas ferramentas, frameworks e práticas é apenas o começo de como a programação está mudando. Um problema, Schillace observou, é que os modelos não têm memória da mesma forma que os humanos têm memória. Mesmo com grandes janelas de contexto, eles lutam para fazer o que ele chama de "metacognição". Como resultado, ele vê a necessidade de os humanos ainda fornecerem uma grande parte do contexto em que seus codesenvolvedores de IA operam.

 

Schillace expandiu essa ideia em uma publicação recente . “Modelos de linguagem grande (LLMs) e outros sistemas de IA estão tentando automatizar o pensamento”, ele escreveu. “Os paralelos com a automação do movimento durante a revolução industrial são impressionantes. Hoje, a automação ainda é rudimentar: estamos fazendo o equivalente cognitivo de bombear água e martelar — tarefas básicas como sumarização, reconhecimento de padrões e geração de texto. Ainda não descobrimos como construir motores robustos para essa nova fonte de energia — ainda nem chegamos ao estágio de locomotiva da IA.”

 

Até mesmo o estágio locomotor foi em grande parte uma expansão da força bruta que os humanos eram capazes de usar ao mover objetos físicos. O próximo avanço essencial foi um aumento nos meios de controle sobre esse poder. Schillace pergunta: "E se a engenharia de software tradicional não for totalmente relevante aqui? E se a construção de IA exigir práticas e sistemas de controle fundamentalmente diferentes? Estamos tentando criar novos tipos de pensamento (nosso análogo ao movimento): sistemas de nível superior, metacognitivos e adaptativos que podem fazer mais do que repetir padrões pré-concebidos. Para usá-los efetivamente, precisaremos inventar maneiras inteiramente novas de trabalhar, novas disciplinas. Assim como os desafios da energia a vapor inicial deram origem à metalurgia, os desafios da IA ​​forçarão o surgimento de novas ciências de cognição, confiabilidade e escalabilidade — campos que ainda não existem totalmente."

 

O desafio de implementar tecnologias de IA nos negócios

Bret Taylor, ex-co-CEO da Salesforce, ex-diretor de tecnologia da Meta e, há muito tempo, líder da equipe que criou o Google Maps, agora é o CEO da desenvolvedora de agentes de IA Sierra , uma empresa no centro do desenvolvimento e implantação de tecnologia de IA em empresas. Em uma conversa recente, Bret me disse que acredita que o agente de IA de uma empresa se tornará sua principal interface digital, tão significativo quanto seu site, tão significativo quanto seu aplicativo móvel, talvez até mais. O agente de IA de uma empresa terá que codificar todas as suas principais políticas e processos de negócios. Isso é algo que a IA pode eventualmente ser capaz de fazer por conta própria, mas hoje, a Sierra tem que designar a cada um de seus clientes uma equipe de engenharia para ajudar com a implementação .

 

“Essa última milha de pegar uma plataforma bacana e um monte de seus processos de negócios e manifestar um agente é realmente muito difícil de fazer”, explicou Bret. “Há uma nova função surgindo agora que chamamos de engenheiro de agente , um desenvolvedor de software que se parece um pouco com um desenvolvedor web frontend. Esse é um arquétipo que é o mais comum em software. Se você é um desenvolvedor React, pode aprender a fazer agentes de IA. Que maneira maravilhosa de requalificar e tornar suas habilidades relevantes.”

 

Quem vai querer passar por uma árvore telefônica de atendimento ao cliente quando poderia estar falando com um agente de IA que pode realmente resolver seu problema? Mas acertar esses agentes será um verdadeiro desafio. Não é a programação que é tão difícil. É entender profundamente os processos de negócios e pensar como a nova capacidade pode transformá-los para aproveitar as novas capacidades. Um agente que simplesmente reproduz processos de negócios existentes será tão embaraçoso quanto uma página da web ou aplicativo móvel que simplesmente recria um formulário em papel. (E sim, eles ainda existem!)

 

Addy Osmani, chefe de experiência do usuário do Google Chrome, chama isso de problema dos 70% : “Embora os engenheiros relatem estar dramaticamente mais produtivos com IA, o software real que usamos diariamente não parece estar ficando visivelmente melhor.” Ele observa que não programadores trabalhando com ferramentas de geração de código de IA podem fazer uma ótima demonstração ou resolver um problema simples, mas ficam presos nos últimos 30% de um programa complexo porque não sabem o suficiente para depurar o código e guiar a IA para a solução correta. Enquanto isso:

Quando você observa um engenheiro sênior trabalhando com ferramentas de IA como Cursor ou Copilot, parece mágica. Eles podem criar recursos inteiros em minutos, completos com testes e documentação. Mas observe com cuidado, e você notará algo crucial: eles não estão apenas aceitando o que a IA sugere... Eles estão aplicando anos de sabedoria de engenharia arduamente conquistada para moldar e restringir a saída da IA. A IA está acelerando sua implementação, mas sua expertise é o que mantém o código sustentável. Engenheiros juniores geralmente perdem essas etapas cruciais. Eles aceitam a saída da IA ​​mais prontamente, levando ao que eu chamo de "código de castelo de cartas" - parece completo, mas desmorona sob pressão do mundo real.

A esse respeito, Chip Huyen, autor do novo livro AI Engineering , fez uma observação esclarecedora em um e-mail que me foi enviado:

Não acho que a IA introduza um novo tipo de pensamento. Ela revela o que realmente requer pensamento .

Não importa o quão manual, se uma tarefa só pode ser feita por um punhado dos mais educados, essa tarefa é considerada intelectual. Um exemplo é a escrita, o ato físico de copiar palavras no papel. No passado, quando apenas uma pequena parcela da população era alfabetizada, a escrita era considerada intelectual. As pessoas até se orgulhavam de sua caligrafia. Hoje em dia, a palavra "escrever" não se refere mais a esse ato físico, mas à abstração mais alta de organizar ideias em um formato legível.

Da mesma forma, uma vez que o ato físico de codificação possa ser automatizado, o significado de "programação" mudará para se referir ao ato de organizar ideias em programas executáveis .

Mehran Sahami, o presidente do departamento de CS de Stanford, colocou de forma simples: "A ciência da computação é sobre pensamento sistemático, não sobre escrever código."

Quando agentes de IA começam a falar com agentes…

…a precisão na articulação correta do problema se torna ainda mais importante. Um agente como um frontend corporativo que fornece acesso a todos os processos de negócios de uma empresa estará falando não apenas com os consumidores, mas também com agentes desses consumidores e agentes de outras empresas.

 

Todo esse lado da equação do agente é muito mais especulativo. Ainda não começamos a construir os padrões para cooperação entre agentes de IA independentes! Um artigo recente sobre a necessidade de infraestrutura de agentes observa:

As ferramentas atuais são amplamente insuficientes porque não são projetadas para moldar como os agentes interagem com instituições existentes (por exemplo, sistemas legais e econômicos) ou atores (por exemplo, provedores de serviços digitais, humanos, outros agentes de IA). Por exemplo, técnicas de alinhamento por natureza não garantem às contrapartes que algum humano será responsabilizado quando um usuário instrui um agente a executar uma ação ilegal. Para preencher essa lacuna, propomos o conceito de infraestrutura de agente: sistemas técnicos e protocolos compartilhados externos aos agentes que são projetados para mediar e influenciar suas interações e impactos em seus ambientes. A infraestrutura de agente compreende novas ferramentas e reconfigurações ou extensões de ferramentas existentes. Por exemplo, para facilitar a responsabilização, os protocolos que vinculam usuários a agentes podem se basear em sistemas existentes para autenticação de usuários, como o OpenID. Assim como a Internet depende de infraestrutura como HTTPS, argumentamos que a infraestrutura de agente será similarmente indispensável para ecossistemas de agentes. Identificamos três funções para a infraestrutura de agente: 1) atribuir ações, propriedades e outras informações a agentes específicos, seus usuários ou outros atores; 2) moldar as interações dos agentes; e 3) detectar e remediar ações prejudiciais de agentes.

Há enormes problemas de coordenação e design a serem resolvidos aqui. Mesmo os melhores agentes de IA que podemos imaginar não resolverão problemas complexos de coordenação como este sem direção humana. Há programação suficiente necessária aqui para manter até mesmo programadores assistidos por IA ocupados por pelo menos a próxima década.

Em suma, há um mundo inteiro de novos softwares a serem inventados, e eles não serão inventados somente pela IA, mas por programadores humanos usando a IA como um superpoder. E esses programadores precisam adquirir muitas habilidades novas.

Estamos nos primeiros dias da invenção do futuro

Há muito o que aprender e fazer. Então, sim, sejamos ousados ​​e assumamos que os codevelopers de IA tornam os programadores dez vezes mais produtivos. (Sua milhagem pode variar, dependendo de quão ansiosos seus desenvolvedores estão para aprender novas habilidades.) Mas vamos também estipular que, uma vez que isso aconteça, a "área de superfície programável" de um negócio, das ciências, da nossa infraestrutura construída aumentará em paralelo. Se houver 20x o número de oportunidades para a programação fazer a diferença, ainda precisaremos do dobro desses novos programadores 10x!

As expectativas dos usuários também vão aumentar. Empresas que simplesmente usam a maior produtividade para cortar custos perderão para empresas que investem em aproveitar as novas capacidades para construir melhores serviços .

 

Como observa Simon Willison, um desenvolvedor de software de longa data que está na vanguarda ao mostrar ao mundo como a programação pode ser mais fácil e melhor na era da IA, a IA permite que ele "seja mais ambicioso" com seus projetos.

Aprenda uma lição de outro campo onde as capacidades explodiram: pode levar tanto tempo para renderizar um único quadro de um dos filmes de super-heróis da Marvel de hoje quanto levou para renderizar todo o primeiro filme da Pixar, embora o preço e o desempenho da CPU/GPU tenham se beneficiado da Lei de Moore. Acontece que a indústria cinematográfica não se contentou em entregar animação bruta de baixa resolução mais rápido e mais barato. Os ciclos extras foram para milhares de pequenas melhorias em pele realista, água, nuvens, reflexos e muitos, muitos mais pixels de resolução. A melhoria tecnológica resultou em maior qualidade, não apenas entrega mais barata/rápida. Existem algumas indústrias que se tornaram possíveis pela escolha de valores de produção mais baratos/rápidos em vez de maiores (considere a explosão de vídeos criados por usuários online), então não será nem um nem outro. Mas a qualidade terá seu lugar no mercado. Sempre tem.

Imagine dezenas de milhões de programadores amadores assistidos por IA trabalhando com ferramentas de IA como Replit e Devin ou soluções empresariais como as fornecidas pela Salesforce, Palantir ou Sierra. Qual é a probabilidade de eles tropeçarem em casos de uso que atrairão milhões? Alguns deles se tornarão os empreendedores desta próxima geração de software criada em parceria com IA. Mas muitas de suas ideias serão adotadas, refinadas e dimensionadas por desenvolvedores profissionais existentes.

A jornada do protótipo à produção

Na empresa, a IA tornará muito mais possível que soluções sejam construídas por aqueles mais próximos de qualquer problema. Mas as melhores dessas soluções ainda precisarão percorrer o resto do caminho no que Shyam Sankar, o CTO da Palantir, chamou de “ a jornada do protótipo à produção ”. Sankar observou que o valor da IA ​​para a empresa está “na automação, na autonomia empresarial”. Mas, como ele também destacou, “a automação é limitada por casos extremos”. Ele lembrou as lições de Stanley, o carro autônomo que venceu o DARPA Grand Challenge em 2005: capaz de fazer algo notável, mas exigindo outros 20 anos de desenvolvimento para lidar totalmente com os casos extremos de dirigir em uma cidade.

“O fluxo de trabalho ainda importa”, argumentou Sankar, e o trabalho do programador será entender o que pode ser feito pelo software tradicional, o que pode ser feito pela IA, o que ainda precisa ser feito pelas pessoas e como você encadeia as coisas para realmente realizar o fluxo de trabalho. Ele observa que “uma cadeia de ferramentas que permite capturar feedback e aprender os casos extremos para chegar lá o mais rápido possível é a cadeia de ferramentas vencedora”. No mundo que Sankar prevê, a IA “realmente vai liberar os desenvolvedores para entrarem muito mais no negócio e serem muito mais alavancados no impacto que entregam”. Enquanto isso, os especialistas de primeira linha no assunto se tornarão programadores com a ajuda de assistentes de IA. Não são os programadores que ficarão sem trabalho. Serão as pessoas — em todas as funções — que não se tornarão programadores assistidos por IA. 

Este não é o fim da programação. É o começo de sua mais recente reinvenção..


7.6.22

O plano de Lula e do PT

Só não vê quem não quer.

Lula e o PT, capitaneado pelo rasputin mineiro José Dirceu, cérebro da ORCRIM, repetem os planos que deram certo em 2002.

Naquele ano, a ameaça do plano de governo e as promessas petistas fizeram o dólar disparar, batendo recordes históricos, e a economia do país afundou na reta final da campanha. Aí surgiu o "Lulinha Paz e Amor" e a "Carta ao Povo Brasileiro" para acalmar o mercado e os empresários...

Deu certo naquela época, então agora tentam novamente, pois sabem que somente a derrocada da economia pode dar alguma change para o presidiário descondenado, não importando o preço que o país venha a pagar!

Já foi dito que um país sem memória corre o risco de cometer os mesmos erros. Está na hora de escancarar o que querem os membros da ORCRIM e seu líder!

28.3.22

Seria "Daniel" o chefe do "Deus da Calvície"?

Em minhas experiências profissionais junto ao setor público e no inevitável convívio com personagens dos mais variados tipos que povoam esse ambiente, aprendi, a duras penas, algo impressionante: Na maioria das vezes o agente, o executor, o protagonista das ações que ganham destaque e publicidade não é realmente o chefe, o mentor, o real detentor do poder! Sim, ele existe: o "testa de ferro", o "laranja", e o "pau mandado" existe!!! E ele possui características que permitem identificá-lo com base em uma análise nem tão profunda assim.

Primeiramente, tais pessoas são desprovidas de senso crítico, capacidade do auto reconhecimento da sua mediocridade, ignorância e pequenez. Elas acreditam no papel a que se prestaram encenar!!! Não tem senso de ridículo, e são até mesmo capazes de rir da sua indigência intelectual e moral... Em outras palavras, não têm vergonha na cara! Mal sabem que isso - ser um tremendo cara-de-pau, é um pré-requisito para "ocupar o cargo", pois se alguém mais preparado ou capacitado for colocado na posição de destaque, logo se livra das cordas que o fazem um simples marionete!

Em segundo lugar, são ávidos por demonstrar força e poder! Adoram a bajulação, os holofotes e a sensação de domínio, da exaltação de seus feitos: buscam isso na mídia e exibem como troféus qualquer menção à eles. E exigem aplausos, comendas, homenagens e rapapés, um mise-en-scène impecável, capaz de ganhar nota dez em pelo menos cinco quesitos da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro!!! O jargão preferido é o plágio do personagem Alberto Roberto, do saudoso e criativo Chico Anysio: "Bons são vocês, eu sou apenas o máximo".

E finalmente, adoram "dar piti", "rodar a baiana", fingir-se indignado por qualquer coisa que afete os planos ou se aproxime da descoberta do verdadeiro chefe. Ah, isso é uma afronta intolerável! Ofenda suas mães ou pais, esposas ou esposos, chame-os do que quiser com palavras de baixo calão... Mas se insinuar algo que os ligue ao chefe, à sua subserviência ou dependência, ou que coloque em risco a eminência parda que os controle, danou-se!!! São capazes de uma transformação de causar inveja ao Incrível Hulk!

Se você leu até aqui e pensou em Dilma, Lula, Dória, e mais uma centenas de personagens que povoam nossa política, eu vou surpreendê-lo - ou nem tanto - e apresentar mais um para essa enorme lista, preenchida por gente das três esferas (Municipal, Estadual e Federal) e dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário): o conhecido como Deus da Calvície, o protótipo de Zeus tupiniquim que preside o "Inquérito do Fim do Mundo".

Analisando a "figura em tela", com dizem suas "inçelenssas" em seus despachos (!?), vamos fazendo um "x" em cada um dos requisitos acima enumerados. E ligando os pontinhos, chegamos à criação do mal-acabado inquérito pelo serviçal do PT e ex-aspone de "Daniel", aquele que deu voz às aspirações do mentor do "Nós vamos tomar o poder, o que é diferente de ganhar a eleição". Como aquele "bi-reprovado" em concurso para juiz não tinha os elementos básicos para exercer o cargo de marionete sem levantar maiores suspeitas, designou seu coleguinha para dar prosseguimento ao trabalho com ares de "guardião supremo da democracia e do estado de direito", com ameaças e rosnados que fazem o Cérbero parecer um lulu da pomerania...

E ele, Daniel, o Rasputin da Banânia, pode continuar lá, oculto, sorridente e seguro da infalibilidade de seus planos, que vão mostrando resultados até o momento. O único risco é aparecer um novo Bob Jeff! Talvez por esse motivo o Deus da Calvície tenha devotado tanto esforço em pisotear o pobre e quase moribundo ex-presidente do PTB, para dar mostras do que é reservado para alguém em quem "Daniel" possa "despertar os mais primitivos instintos".

30.9.21

Ameaças ambientais e soluções: Existe apenas um pálido ponto azul no Universo!

Quando a sonda espacial Voyager One, em 14 de fevereiro de 1990, a seis bilhões de quilômetros da Terra e se preparando para deixar o sistema solar, virou sua câmera em nossa direção, ela capturou apenas um único ponto azul claro.

Essa partícula de poeira cósmica é nosso lar, nosso doce lar no universo. Com mares cheios de ilhas de plástico podre, rios de esgoto fétido, vastas planícies e campos áridos e secos, florestas derrubadas e queimadas, mares varridos por redes e barcos insaciáveis ​​e desertos de areia e gelo. Mas também é um lugar cheio de vida exuberante, desde micro-organismos resilientes capazes de superar os ambientes mais extremos, até nós humanos, supostamente o topo da hierarquia da vida em nosso planeta ... E também sua maior ameaça!

Apesar de nossa insignificância no Universo, somos capazes de preservar e devastar, recuperar e quebrar, construir e destruir a natureza, comprometendo o meio ambiente, nossa saúde e as gerações futuras. Para sobreviver e evoluir, a espécie humana sempre precisou avançar sobre a natureza e outros seres vivos. A luta contra as adversidades, os predadores, os elementos e os fenômenos naturais nos tornou fortes, inteligentes e corajosos. Mas também ambiciosos, egoístas e cruéis. E hipócritas!

Hoje, muitos governantes, personalidades e os muitos ricos defendem, dentro de seus carros caros, seus iates e seus jatos particulares, a preservação do planeta, a sustentabilidade, a luta contra as causas das mudanças climáticas. Enquanto lutam por poder e riqueza, fama e popularidade, por um novo mundo... E observam, passivamente, em suas grandes e confortáveis ​​casas em paraísos, bilhões de seres humanos lutando pela sobrevivência dia após dia, com menos de um dólar por dia para se sustentar e a seus parentes mais velhos e seus filhos, e tantos deles, além disso, sendo oprimidos por regimes ditatoriais e desumanos, não podendo nem mesmo exercer o menor direito de reclamar de suas dificuldades e dores cotidianas.

E ... A solução para essas ameaças? Simples: amor, amor verdadeiro. Amar a si mesmo - mas com o amor verdadeiro, não o amor falso, narcisista, ambicioso e egoísta! Amar aos outros, aquele amor que se transforma em trabalho dedicado, sacrifícios, moderação, mudança de hábitos, caridade, perdão, respeito e tolerância. Amor à natureza, obra da criação divina que devemos admirar, respeitar, cultivar, recuperar e conservar, tirando dela nada mais do que o necessário para satisfazer as nossas necessidades e não as nossas excessivas ambições de riqueza e poder.

É uma coisa utópica? É sonhar demais? Pode ser ... Mas alguém já pregou isso e mudou toda a história da humanidade: ele foi capaz de nos dar sua vida na cruz para nos convencer de que vale a pena amar a nós mesmos, nosso próximo, a criação de Deus, inclusive aquele pálido ponto azul, único no Universo.

29.3.21

Medidas URGENTES para Curitiba voltar a VIVER!

1. Distribuição imediata, à população, de medicamentos e suplementos vitamínicos preventivos, como meio de mitigar os casos e trazê-los aos níveis normais da curva padrão de doenças epidêmicas;
2. Aplicação de tratamento precoce a todos os doentes, com atendimento prévio na residência dos que comunicam,  via aplicativo,  possível infecção na família. Agente da saúde leva os medicamentos na residência e acompanha a evolução por telemedicina, como meio de eliminar a doença no início ou reduzir as necessidades de atendimento hospitalar.  É absolutamente natural que pessoas infectadas permaneçam em casa, como sempre ocorreu nas gripes comuns.
3. Abertura imediata, com volta ao horário normal, de todas as empresas, e retorno das aulas presenciais nas escolas;
4. Campanha massiva pela higiene: como lavar as mãos e as narinas com água e sabão, fim do uso obrigatório de máscaras (as quais, nas versões profissionais, sabidamente só funcionam em situações de procedimento médico em hospitais);
5. Fim do "distanciamento socialista";
6. Ampla e detalhada prestação de contas do uso de todos os valores recebidos da União para fins de enfrentamento à pandemia,  incluindo a postergação de pagamentos de dívidas!

27.3.21

A MAIOR SEMANA SANTA DE TODOS OS TEMPOS!

Olá você, cristão, católico, pessoa de fé, de esperança e caridade. A humanidade está sob ataque. As incansáveis forças do mal, as milícias da morte, da peste, da fome e da destruição atacam sem cessar nossas vidas, nossa saúde, nossas crenças, nossos direitos, nossas famílias, nossos trabalhos... Não podemos ficar passivos, inertes. Há mais de um ano estamos acuados, alarmados, tristes, impedidos até mesmo de manifestar a nossa fé nas celebrações. Algo que jamais aconteceu em toda a história do cristianismo: nem mesmo as guerras, as pestes e as catástrofes pelas quais a humanidade já passou foram capazes de impedir o povo cristão de celebrar a SEMANA SANTA, como ocorreu em 2020 e se prenuncia para este 2021.

Não podemos ficar inertes e permitir a repetição dessa afronta. Vamos fazer uma manifestação de fé, de esperança e de caridade. Vamos fazer A MAIOR SEMANA SANTA DE TODOS OS TEMPOS, demonstrar nossa fé, e mostrar que essas forças do mal não prevalecerão. Como? Simples: vamos encher as cidades, os campos e as ruas e estradas como nossas cores, nossa voz e nossa caridade, fazendo o seguinte:

- No dia 28 de março, Domingo de Ramos, durante a manhã, usar nas roupas as cores brancas ou vermelhas. Coloque ramos, fitas, laços ou flores nas portas, portões ou sacada de onde mora, use toalhas, fitas, laços ou tecidos dessas cores nas janelas, nos muros, nas cercas ou grades, hastear uma bandeira dessas cores, ou colocar algo assim sobre a roupa, no carro, no ônibus, trem, caminhão, moto, barco, avião... onde quer que você for ou esteja. Se for ao mercado, ao açougue, padaria, farmácia, posto de gasolina, ao trabalho... Se não tiver restrições ou dificuldade, reúna, arrecade e leve alimentos não perecíveis, roupas ou calçados para uma igreja, templo ou instituição de caridade. O número de necessitados está aumentando vertiginosamente! Em todos os seus deslocamentos nesse período, leve uma bíblia, uma cruz, crucifixo ou terço, e, se possível, leia em voz alta as leituras do dia: (Isaias: 50,4-7; Salmo 21; Filipenses: 2,6-11; Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo Marcos: 15,1-39). Ore pelos mortos, pelos doentes e pelos que deles cuidam, pelos religiosos, pelos nossos governantes e pelas autoridades. Ao passar em frente a igrejas e templos cristãos, ou ao encontrar veículos e pessoas com esses sinais, buzine ou grite “Hosana ao Filho de Davi”, ou cante “Hosana, hey”.

- No dia 1º de abril, Quinta-feira Santa, durante a tarde e ao anoitecer, faça o mesmo, porém sem os ramos, e mudando a cor para somente branco, e as leituras do dia: (Êxodo: 12,1-8.11-14; Salmo 115; Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios: 11,23-26; Evangelho de João: 13,1-15). Ao passar em frente a igrejas e templos cristãos, ou ao encontrar veículos e pessoas com esses sinais, buzine. Cante “Eu vos dou um novo mandamento”.

- No dia 2 de abril, Sexta-feira Santa, durante a tarde e ao anoitecer, faça o mesmo, porém sem os ramos e mudando as cores para roxo e preto, e as leituras do dia: (Livro do Profeta Isaías: 52,13-53,12; Salmo 30; Carta aos Hebreus: 4,14-16;5,7-9, Evangelho de João: 18,1-19,42). Lembre-se que este é um dia de jejum e de abstinência de carne, e de resignação e respeito.

- No dia 4 de abril, Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, durante a manhã, faça o mesmo, da maneira mais festiva que puder. Use branco em tudo o que puder. Alegre-se, anime e alegre a todos os que estiverem à sua volta! As leituras do dia: (Atos dos Apóstolos: 10,34a.37-43; Salmo 117; Carta de São Paulo aos Colossenses: 3,1-4; Evangelho de João: Jo 20,1-9)). Celebre, cante, exteriorize sua alegria pela ressureição do Senhor. Ao passar em frente a igrejas e templos cristãos, ou ao encontrar veículos e pessoas com esses sinais, buzine ou grite “Viva Cristo Ressuscitado!”, ou cante “Ressuscitou”. Ligue, publique e mande mensagens para parentes, amigos, conhecidos e colegas de trabalho e escola, desejando uma feliz páscoa!

Faça tudo isso sem aglomeração, sem tumulto, lavando as mãos e higienizando com álcool gel, usando máscara. Esse não é um movimento político, partidário e nem de desobediência civil. É uma MANIFESTAÇÃO DE FÉ, DE ESPERANÇA E DE CARIDADE de cristãos e católicos, das pessoas de fé! Divulgue, espalhe para seus parentes, amigos, conhecidos e colegas, pelas redes sociais, internet, rádios e tevês. Traduza para uma língua estrangeira que conheça, e espalhe pelo mundo!

Vamos fazer A MAIOR SEMANA SANTA DE TODOS OS TEMPOS!

XXVII – III – MMXXI – VERBA VITAE AETERNAE (Jo 6, 68)

20.2.21

Guardem o nome desses covardes e rabos-presos que submeteram nossa frágil democracia à DITADURA DE TOGA!

Abílio Santana (PL-BA)
Abou Anni (PSL-SP)
Acácio Favacho (PROS-AP)
Adolfo Viana (PSDB-BA)
Adriano do Baldy (PP-GO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Aelton Freitas (PL-MG)
Afonso Florence (PT-BA)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
Airton Faleiro (PT-PA)
AJ Albuquerque (PP-CE)
Alcides Rodrigues (PATRIOTA-GO)
Alencar S. Braga (PT-SP)
Alessandro Molon (PSB-RJ)
Alex Manente (CIDADANIA-SP)
Alexandre Frota (PSDB-SP)
Alexandre Leite (DEM-SP)
Alexandre Padilha (PT-SP)
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Aliel Machado (PSB-PR)
Aline Gurgel (REPUBLICANOS-AP)
Altineu Côrtes (PL-RJ)
Amaro Neto (REPUBLICANOS-ES)
André Abdon (PP-AP)
André de Paula (PSD-PE)
André Ferreira (PSC-PE)
André Figueiredo (PDT-CE)
André Fufuca (PP-MA)
André Janones (AVANTE-MG)
Aníbal Gomes (DEM-CE)
Antonio Brito (PSD-BA)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Arnaldo Jardim (CIDADANIA-SP)
Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR)
Arthur O. Maia (DEM-BA)
Átila Lins (PP-AM)
Átila Lira (PP-PI)
Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE-PE)
Áurea Carolina (PSOL-MG)
Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ)
Baleia Rossi (MDB-SP)
Benedita da Silva (PT-RJ)
Benes Leocádio (REPUBLICANOS-RN)
Beto Faro (PT-PA)
Beto Pereira (PSDB-MS)
Beto Rosado (PP-RN)
Bia Cavassa (PSDB-MS)
Bilac Pinto (DEM-MG)
Bira do Pindaré (PSB-MA)
Bohn Gass (PT-RS)
Bosco Costa (PL-SE)
Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE-AM)
Bozzella (PSL-SP)
Bruna Furlan (PSDB-SP)
Cacá Leão (PP-BA)
Camilo Capiberibe (PSB-AP)
Carlos Bezerra (MDB-MT)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Carlos Gaguim (DEM-TO)
Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS)
Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Carlos Veras (PT-PE)
Carlos Zarattini (PT-SP)
Carmen Zanotto (CIDADANIA-SC)
Cássio Andrade (PSB-PA)
Celina Leão (PP-DF)
Célio Studart (PV-CE)
Celso Maldaner (MDB-SC)
Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP)
Celso Sabino (PSDB-PA)
Cezinha Madureira (PSD-SP)
Charles Fernandes (PSD-BA)
Chico D´Angelo (PDT-RJ)
Chiquinho Brazão (AVANTE-RJ)
Christiane Yared (PL-PR)
Christino Aureo (PP-RJ)
Clarissa Garotinho (PROS-RJ)
Claudio Cajado (PP-BA)
Cleber Verde (REPUBLICANOS-MA)
Cristiano Vale (PL-PA)
Dagoberto Nogueira (PDT-MS)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Daniel Coelho (CIDADANIA-PE)
Daniela Waguinho (MDB-RJ)
Danilo Cabral (PSB-PE)
Darci de Matos (PSD-SC)
David Miranda (PSOL-RJ)
David Soares (DEM-SP)
Delegado Marcelo (PSL-MG)
Delegado Waldir (PSL-GO)
Denis Bezerra (PSB-CE)
Diego Andrade (PSD-MG)
Dimas Fabiano (PP-MG)
Domingos Neto (PSD-CE)
Domingos Sávio (PSDB-MG)
Dr Zacharias Calil (DEM-GO)
Dr. Gonçalo (REPUBLICANOS-MA)
Dr. Leonardo (SOLIDARIEDADE-MT)
Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ)
Dra. Vanda Milani (SOLIDARIEDADE-AC)
Dulce Miranda (MDB-TO)
Edilazio Junior (PSD-MA)
Edio Lopes (PL-RR)
Edna Henrique (PSDB-PB)
Eduardo Barbosa (PSDB-MG)
Eduardo Bismarck (PDT-CE)
Eduardo Cury (PSDB-SP)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Efraim Filho (DEM-PB)
Elcione Barbalho (MDB-PA)
Eli Corrêa Filho (DEM-SP)
Elias Vaz (PSB-GO)
Elmar Nascimento (DEM-BA)
Enio Verri (PT-PR)
Erika Kokay (PT-DF)
EuclydesPettersen (PSC-MG)
Evair de Melo (PP-ES)
Expedito Netto (PSD-RO)
Fábio Henrique (PDT-SE)
Fábio Mitidieri (PSD-SE)
Fábio Ramalho (MDB-MG)
Fabio Reis (MDB-SE)
Fábio Trad (PSD-MS)
Fausto Pinato (PP-SP)
Felício Laterça (PSL-RJ)
Felipe Carreras (PSB-PE)
Felipe Rigoni (PSB-ES)
FelipeFrancischini (PSL-PR)
Félix Mendonça Jr (PDT-BA)
FernandaMelchionna (PSOL-RS)
Fernando Coelho (DEM-PE)
FernandoMonteiro (PP-PE)
FernandoRodolfo (PL-PE)
Flávia Arruda (PL-DF)
Flávia Morais (PDT-GO)
Flaviano Melo (MDB-AC)
Flávio Nogueira (PDT-PI)
Franco Cartafina (PP-MG)
Fred Costa (PATRIOTA-MG)
Frei Anastacio (PT-PB)
Gastão Vieira (PROS-MA)
Genecias Noronha (SOLIDARIEDADE-CE)
Geninho Zuliani (DEM-SP)
Geovania de Sá (PSDB-SC)
Gervásio Maia (PSB-PB)
Giacobo (PL-PR)
Gil Cutrim (PDT-MA)
Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG)
Giovani Cherini (PL-RS)
Giovani Feltes (MDB-RS)
Glauber Braga (PSOL-RJ)
Glaustin da Fokus (PSC-GO)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Gorete Pereira (PL-CE)
Greyce Elias (AVANTE-MG)
Guilherme Mussi (PP-SP)
Gustavo Fruet (PDT-PR)
Gustinho Ribeiro (SOLIDARIEDADE-SE)
Gutemberg Reis (MDB-RJ)
Haroldo Cathedral (PSD-RR)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Helder Salomão (PT-ES)
Hélio Leite (DEM-PA)
Henrique Fontana (PT-RS)
Hercílio Diniz (MDB-MG)
Herculano Passos (MDB-SP)
HermesParcianello (MDB-PR)
Hiran Gonçalves (PP-RR)
Hugo Motta (REPUBLICANOS-PB)
Idilvan Alencar (PDT-CE)
Igor Kannário (DEM-BA)
Iracema Portella (PP-PI)
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
Israel Batista (PV-DF)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Jaqueline Cassol (PP-RO)
Jéssica Sales (MDB-AC)
Jesus Sérgio (PDT-AC)
Jhonatan de Jesus (REPUBLICANOS-RR)
João C. Bacelar (PL-BA)
João Campos (REPUBLICANOS-GO)
João Daniel (PT-SE)
João Maia (PL-RN)
João Marcelo S. (MDB-MA)
Joenia Wapichana (REDE-RR)
Joice Hasselmann (PSL-SP)
Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ)
Jorge Solla (PT-BA)
José Airton (PT-CE)
José Guimarães (PT-CE)
Jose Mario Schrein (DEM-GO)
José Nelto (PODE-GO)
José Nunes (PSD-BA)
José Priante (MDB-PA)
José Ricardo (PT-AM)
Joseildo Ramos (PT-BA)
JosimarMaranhãozi (PL-MA)
Juarez Costa (MDB-MT)
Julian Lemos (PSL-PB)
Júlio Cesar (PSD-PI)
Julio Cesar Ribeir (REPUBLICANOS-DF)
Júlio Delgado (PSB-MG)
Juninho do Pneu (DEM-RJ)
Júnior Ferrari (PSD-PA)
Júnior Mano (PL-CE)
Laercio Oliveira (PP-SE)
Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG)
Leandre (PV-PR)
Leo de Brito (PT-AC)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Leônidas Cristino (PDT-CE)
Leur Lomanto Jr. (DEM-BA)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lourival Gomes (PSL-RJ)
Lucas Vergilio (SOLIDARIEDADE-GO)
Luciano Bivar (PSL-PE)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Luis Miranda (DEM-DF)
Luis Tibé (AVANTE-MG)
Luiz Carlos (PSDB-AP)
Luiz Carlos Motta (PL-SP)
Luiz Nishimori (PL-PR)
Luiza Erundina (PSOL-SP)
Luizão Goulart (REPUBLICANOS-PR)
Magda Mofatto (PL-GO)
Marcelo Aro (PP-MG)
Marcelo Calero (CIDADANIA-RJ)
Marcelo Freixo (PSOL-RJ)
Marcelo Nilo (PSB-BA)
Marcelo Ramos (PL-AM)
Marcio Alvino (PL-SP)
Márcio Biolchi (MDB-RS)
Márcio Marinho (REPUBLICANOS-BA)
Marco Bertaiolli (PSD-SP)
Marcon (PT-RS)
Marcos A. Sampaio (MDB-PI)
Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP)
Marcos Soares (DEM-RJ)
Margarete Coelho (PP-PI)
Maria do Rosário (PT-RS)
Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP)
Mariana Carvalho (PSDB-RO)
Marília Arraes (PT-PE)
Marina Santos (SOLIDARIEDADE-PI)
Mário Heringer (PDT-MG)
MárioNegromonte Jr (PP-BA)
Marreca Filho (PATRIOTA-MA)
Marx Beltrão (PSD-AL)
Mauro Lopes (MDB-MG)
Mauro Nazif (PSB-RO)
Merlong Solano (PT-PI)
Miguel Lombardi (PL-SP)
Milton Coelho (PSB-PE)
Milton Vieira (REPUBLICANOS-SP)
Moses Rodrigues (MDB-CE)
Natália Bonavides (PT-RN)
Neri Geller (PP-MT)
Nilson Pinto (PSDB-PA)
Nilto Tatto (PT-SP)
Odair Cunha (PT-MG)
Olival Marques (DEM-PA)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Ossesio Silva (REPUBLICANOS-PE)
Ottaci Nascimento (SOLIDARIEDADE-RR)
Otto Alencar (PSD-BA)
Padre João (PT-MG)
Pastor Isidório (AVANTE-BA)
Patrus Ananias (PT-MG)
Paulão (PT-AL)
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
Paulo Azi (DEM-BA)
Paulo Freire Costa (PL-SP)
Paulo Guedes (PT-MG)
Paulo Magalhães (PSD-BA)
Paulo Pereira (SOLIDARIEDADE-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Paulo Ramos (PDT-RJ)
Paulo Teixeira (PT-SP)
Pedro A Bezerra (PTB-CE)
Pedro Augusto (PSD-RJ)
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA)
Pedro Uczai (PT-SC)
Pedro Vilela (PSDB-AL)
Perpétua Almeida (PCdoB-AC)
Pinheirinho (PP-MG)
Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Prof Marcivania (PCdoB-AP)
Profª Dorinha (DEM-TO)
Profª Rosa Neide (PT-MT)
Professor Alcides (PP-GO)
Professora Dayane (PSL-BA)
Rafael Motta (PSB-RN)
Raimundo Costa (PL-BA)
Raul Henry (MDB-PE)
Reginaldo Lopes (PT-MG)
Rejane Dias (PT-PI)
Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
Ricardo Guidi (PSD-SC)
Ricardo Izar (PP-SP)
Ricardo Silva (PSB-SP)
Ricardo Teobaldo (PODE-PE)
Robério Monteiro (PDT-CE)
Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP)
Rodrigo Agostinho (PSB-SP)
Rodrigo de Castro (PSDB-MG)
Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Rogério Correia (PT-MG)
Ronaldo Carletto (PP-BA)
Rosangela Gomes (REPUBLICANOS-RJ)
Rose Modesto (PSDB-MS)
Rubens Bueno (CIDADANIA-PR)
Rubens Otoni (PT-GO)
Rui Falcão (PT-SP)
Ruy Carneiro (PSDB-PB)
Sâmia Bomfim (PSOL-SP)
Samuel Moreira (PSDB-SP)
Schiavinato (PP-PR)
Sebastião Oliveira (AVANTE-PE)
Sérgio Brito (PSD-BA)
Sergio Souza (MDB-PR)
Sergio Toledo (PL-AL)
Severino Pessoa (REPUBLICANOS-AL)
Shéridan (PSDB-RR)
Sidney Leite (PSD-AM)
Silas Câmara (REPUBLICANOS-AM)
Silvia Cristina (PDT-RO)
Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS-PE)
Soraya Santos (PL-RJ)
Tabata Amaral (PDT-SP)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Talíria Petrone (PSOL-RJ)
Ted Conti (PSB-ES)
Tereza Nelma (PSDB-AL)
Tiago Dimas (SOLIDARIEDADE-TO)
Tiririca (PL-SP)
Tito (AVANTE-BA)
ToninhoWandscheer (PROS-PR)
Túlio Gadêlha (PDT-PE)
Valdevan Noventa (PL-SE)
Valmir Assunção (PT-BA)
Vander Loubet (PT-MS)
Vanderlei Macris (PSDB-SP)
Vavá Martins (REPUBLICANOS-PA)
Vermelho (PSD-PR)
Vicentinho (PT-SP)
Vicentinho Júnior (PL-TO)
Vilson da Fetaemg (PSB-MG)
Vinicius Carvalho (REPUBLICANOS-SP)
Vinicius Farah (MDB-RJ)
Vinicius Gurgel (PL-AP)
Vitor Lippi (PSDB-SP)
Vivi Reis (PSOL-PA)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Walter Alves (MDB-RN)
Weliton Prado (PROS-MG)
Wellington (PL-PB)
Wolney Queiroz (PDT-PE)
Zé Carlos (PT-MA)
Zé Neto (PT-BA)
Zé Silva (SOLIDARIEDADE-MG)
Zé Vitor (PL-MG)
Zeca Dirceu (PT-PR)
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/como-cada-deputado-votou-na-sessao-que-manteve-a-prisao-de-silveira/ 
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Adriana Ventura (NOVO-SP)
Afonso Hamm (PP-RS)
Alan Rick (DEM-AC)
Alceu Moreira (MDB-RS)
Alê Silva (PSL-MG)
Alex Santana (PDT-BA)
Alexis Fonteyne (NOVO-SP)
Aline Sleutjes (PSL-PR)
Aluisio Mendes (PSC-MA)
Angela Amin (PP-SC)
Bacelar (PODE-BA)
Bia Kicis (PSL-DF)
Bibo Nunes (PSL-RS)
Boca Aberta (PROS-PR)
Cap. Alberto Neto (REPUBLICANOS-AM)
Cap. Fábio Abreu (PL-PI)
Capitão Augusto (PL-SP)
Capitão Wagner (PROS-CE)
Carla Dickson (PROS-RN)
Carla Zambelli (PSL-SP)
Carlos Jordy (PSL-RJ)
Caroline de Toni (PSL-SC)
Charlles Evangelis (PSL-MG)
Coronel Armando (PSL-SC)
Coronel Tadeu (PSL-SP)
CoronelChrisóstom (PSL-RO)
Da Vitória (CIDADANIA-ES)
Daniel Freitas (PSL-SC)
Daniel Trzeciak (PSDB-RS)
Danilo Forte (PSDB-CE)
Danrlei (PSD-RS)
DelAntônioFurtado (PSL-RJ)
Deleg. Éder Mauro (PSD-PA)
Delegado Pablo (PSL-AM)
Diego Garcia (PODE-PR)
Dr. Frederico (PATRIOTA-MG)
Dr. Jaziel (PL-CE)
Dr. Luiz Ovando (PSL-MS)
Dra.Soraya Manato (PSL-ES)
Eduardo Costa (PTB-PA)
EduardoBolsonaro (PSL-SP)
Eli Borges (SOLIDARIEDADE-TO)
Emanuel Pinheiro N (PTB-MT)
Enrico Misasi (PV-SP)
Eros Biondini (PROS-MG)
Fabio Schiochet (PSL-SC)
Filipe Barros (PSL-PR)
Francisco Jr. (PSD-GO)
General Girão (PSL-RN)
General Peternelli (PSL-SP)
GilbertoNasciment (PSC-SP)
Gilson Marques (NOVO-SC)
Guiga Peixoto (PSL-SP)
Guilherme Derrite (PP-SP)
Heitor Freire (PSL-CE)
Hélio Costa (REPUBLICANOS-SC)
Helio Lopes (PSL-RJ)
Hildo Rocha (MDB-MA)
Hugo Leal (PSD-RJ)
Jefferson Campos (PSB-SP)
Jerônimo Goergen (PP-RS)
JoaquimPassarinho (PSD-PA)
José Medeiros (PODE-MT)
José Rocha (PL-BA)
Josivaldo JP (PODE-MA)
Junio Amaral (PSL-MG)
Kim Kataguiri (DEM-SP)
Lauriete (PSC-ES)
Leda Sadala (AVANTE-AP)
Léo Moraes (PODE-RO)
Léo Motta (PSL-MG)
Lincoln Portela (PL-MG)
Liziane Bayer (PSB-RS)
Loester Trutis (PSL-MS)
Lucas Gonzalez (NOVO-MG)
Lucas Redecker (PSDB-RS)
Lucio Mosquini (MDB-RO)
Luisa Canziani (PTB-PR)
Luiz Lima (PSL-RJ)
Luiz P. O.Bragança (PSL-SP)
LuizAntônioCorrêa (PL-RJ)
Major Fabiana (PSL-RJ)
Mara Rocha (PSDB-AC)
Marcel van Hattem (NOVO-RS)
Marcelo Álvaro (PSL-MG)
Marcelo Brum (PSL-RS)
Marcelo Moraes (PTB-RS)
Márcio Labre (PSL-RJ)
Marlon Santos (PDT-RS)
Maurício Dziedrick (PTB-RS)
Nelson Barbudo (PSL-MT)
Neucimar Fraga (PSD-ES)
Nicoletti (PSL-RR)
Nivaldo Albuquerq (PTB-AL)
Norma Ayub (DEM-ES)
Osires Damaso (PSC-TO)
Osmar Terra (MDB-RS)
Otoni de Paula (PSC-RJ)
Pastor Eurico (PATRIOTA-PE)
Pastor Gil (PL-MA)
Paula Belmonte (CIDADANIA-DF)
Paulo Bengtson (PTB-PA)
Paulo Ganime (NOVO-RJ)
Paulo Martins (PSC-PR)
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB)
Pedro Lupion (DEM-PR)
Pedro Westphalen (PP-RS)
Policial Sastre (PL-SP)
Pr Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP)
Professor Joziel (PSL-RJ)
Renata Abreu (PODE-SP)
Ricardo Barros (PP-PR)
Ricardo da Karol (PSC-RJ)
Roberto de Lucena (PODE-SP)
Rodrigo Coelho (PSB-SC)
Rogério Peninha (MDB-SC)
Rosana Valle (PSB-SP)
Sanderson (PSL-RS)
Santini (PTB-RS)
Sargento Fahur (PSD-PR)
SóstenesCavalcante (DEM-RJ)
Stefano Aguiar (PSD-MG)
Stephanes Junior (PSD-PR)
SubtenenteGonzaga (PDT-MG)
Tiago Mitraud (NOVO-MG)
Uldurico Junior (PROS-BA)
Vaidon Oliveira (PROS-CE)
Vinicius Poit (NOVO-SP)
Vitor Hugo (PSL-GO)
Wilson Santiago (PTB-PB)
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24.12.20

Mensagem de Natal e de Ano Novo

Tenho ouvido tanto – e de tantos – sobre a ausência do “Espírito de Natal” nesse estranho e difícil ano de 2020... Que não se enfeitaram as casas, lojas e ruas como antes, com luzes e cores. Que não se ouve o alarido das ruas e das crianças, as músicas natalinas tocando nas rádios, nas tevês e no comércio... “Não há motivos para alegrar-se”, dizem alguns. “Não haverá festas, não devemos comemorar”, decretam outros...

Mas que “Espírito de Natal” é esse, afinal? É algo que provoca nossos sentidos? É material, humano? Tem que ser visível, audível, tocável, “cheirável” e comestível? Eu penso que não. Como cristão e católico, penso que o verdadeiro “Espírito de Natal” é o próprio Espírito Santo de Deus, aquele que cobriu a Virgem Maria e nela gerou Jesus, o Cristo, filho de Deus. Como Espírito - sopro Divino da criação - habita em nós e nos faz um templo vivo, fazendo com que cada um de nós represente a presença de Deus na terra. E essa presença é mostrada a todo momento na forma de VIDA, o maior do de Deus para nós. E esse é o Espírito de Natal: o espírito da VIDA: nasceu Jesus, um menino nos foi dado, o Salvador.

Todas as manhãs desse ano nós despertamos para a VIDA, esperando um dia melhor, um país melhor, uma VIDA melhor... E lutamos arduamente para isso - e como lutamos - nesse ano que se finda. Muitos de nós não resistiram, e não chegaram até aqui... Perderam suas vidas nessa jornada. Mas a VIDA segue seu curso em nós por meio da ESPERANÇA, que é fruto da nossa nesses dias melhores. Dias nos quais nós mesmos, com a Graça de Deus, deveremos buscar incessantemente, e construir com todas as nossas forças, nossa coragem, nossos valores, e com a CARIDADE. Sim, a CARIDADE, que nos torna humanos, cientes de que somos falhos, desiguais, frágeis e que todos nós necessitamos uns dos outros. Alguns mais, outros menos, mas todos necessitamos da CARIDADE, do amor fraterno e do amparo nos momentos mais difíceis, como tantos que temos passado.

Vejo nas mídias e na Internet os grandes e poderosos do mundo falando sobre o “Grande Reset”, o recomeço da humanidade em bases diferentes, cuidando da terra, igualando-nos a todos, tornando-nos serviçais de senhores que querem “somente o nosso bem”... Será? Pois bem, porque então não trocarmos esse grande reset pelo “Grande Restore” - para ficar na linguagem da informática - restaurando os valores, renovando a , a ESPERANÇA e a CARIDADE? Porque não celebrar a VIDA e o seu recomeço à cada amanhecer, à cada Natal e à cada Ano Novo? Recomeçar, sim, mas com aqueles mesmos propósitos de nossa infância: viver a vida, “bonita”, como diz a música de meu querido e saudoso homônimo Gonzaguinha! No seio de uma família, na “batida de um coração”, no sorriso, na liberdade de filhos de Deus com o convívio harmônico com nossas diferenças, no reconhecimento da diversidade de dons, graças e bens que nos foram colocados à disposição... Na possibilidade de nos unirmos em torno de causas nobres, de praticar a CARIDADE e levar a ESPERANÇA a tantos que parecem desistir pelo caminho!

Que nesse Natal e no Ano Novo que se avizinha possamos praticar o “Grande Restore”, trazendo de volta para nossos corações e nossas famílias o verdadeiro Espírito de Natal, que fortaleça nossa na VIDA, nos traga a ESPERANÇA e nos torne agentes da CARIDADE!

Um Feliz Natal, e um Feliz Ano Novo a você e a todos os seus!

27.4.20

Carta aberta aos meus amigos (ou nem tanto) “Bolsoarrependidos”.

Prezados, lamento informar que vocês votaram no cara errado! O intelectual, o culto, professor universitário, admirado internacionalmente... O honesto, o sincero, o competente, aquele que saberia “articular” com o Congresso, com o STF e com a “sociedade civil organizada”... O reconhecido como genial, líder sábio, cultuado pela mídia e pelos artistas... O salvador da pátria, defensor dos pobres e oprimidos, quase santo, perfeito e inquestionável... Esse era o seu verdadeiro candidato! O poste do Lula, o Haddad!

Essa é a sua hora! Reconheça! Você votou no cara errado! Votou no cara “tosco, bronco”! Votou no cara que “faz burradas”, que “fala errado na hora errada”... Que defende a fé, a família e a pátria, essas coisas mais retrógradas! Votou no cara que “passou trinta anos no Congresso sem fazer nada”, no cara que “defende torturador”, glorifica a polícia e destrata bandido! Absurdo!

Você votou no cara que demitiu o Bebiano – um exemplo de ministro! Demitiu o Mandetta, um sábio, em plena crise da pandemia! Forçou a barra do Moro, o herói nacional que se demitiu de modo espetacular e “Fantástico”, com direito a dois blocos do Jornal Nacional da rede Globbells de televisão! Essa foi a “gota d’agua”! Agora acabou o governo do Bozo!!! Quem sabe agora o STF – aquele com o qual o Bozo não consegue “articular” – julgue procedentes as ações contra o Sérgio Moro e anule todos os processos do Lula, não é?

Reconheça! Esse pode ser o seu sonho mais inconfessável: Lula 2022!!! Você não precisará optar pela cópia, mas pelo original! E o Sassá Mutema de Garanhuns voltará triunfante, cavalgando no sucesso da sua biografia e da sua história (e em mais alguns milhões de muares...) para salvar novamente o país!

Ah, não? Não é? Sério? Puxa vida!!! Você só quer mesmo é se expressar, né? “Criticar os erros” desse governo, “ajudar a corrigir” os rumos da nação, quem sabe até “preocupado com a sua biografia”, não é? Pois bem, meu caro, lamento informar que você está alimentando o lobo errado! Ainda há tempo – embora esteja se tornado bastante escasso – de você repensar seus conceitos, atos e palavras. “Quem semeia vento colhe tempestade”, já diz o velho ditado. E o evangelho diz "Quem não está comigo, está contra mim; quem não recolhe comigo, espalha." Lc 11,23.

Aí você dirá: “Eu não tenho que aprovar tudo que o Bozo faz, tenho minhas opiniões, eu tenho que criticar os erros!”. Claro. Seu direito de opinião é sagrado, e todos temos divergências, diferentes opiniões e pontos de vista, e presenciamos muito daquilo que não gostamos... Mas que tal o bom hábito de “Elogiar em público e criticar no particular”? Ou você sai por aí criticando sua família, seus amigos, a empresa onde trabalha, seu chefe, seus colegas, à cada pisada na bola... Nas redes sociais? Seja coerente! Ainda há tempo de ajudar a salvar o Brasil sem termos no comando um “super-herói”!