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22.12.17
Mensagem de Natal e de Ano Novo.
21.8.17
20-08-2017 - 30 Anos de Rogéria & Luís
The final judgement
É algo curioso: as empresas exigem de seus colaboradores nada menos que comportamento ético, honestidade, fidelidade, lealdade, transparência, disposição para o que der e vier, cordialidade no tratamento com os subordinados, pares e superiores, além, é óbvio, da competência e qualificação. Ok! Tudo isso é importante e muito pertinente. Mas e a recíproca? Seria essa mais uma 'via de mão única'?
A bem pouco tempo participei de um processo no qual, inicialmente, estava muito bem posicionado. Inexplicavelmente, entretanto, houve aquele 'esfriamento' nos contatos e a coisa toda deu em nada. Depois vim a saber que isso se deu por causa de 'informações negativas' a meu respeito obtidas em consulta a uma empresa para qual eu havia prestado serviço anteriormente. Como não gosto de deixar as coisas nesse estado, fui pesquisar. Apurei que a empresa que dera essa informação já havia me recomendado muito bem, anteriormente, mesmo sendo para uma concorrente sua! Qual fora então o motivo da 'mudança de opinião' ? Simples: no exercício de minha profissão, ajudei a 'concorrente' - para a qual eu agora trabalhava - em uma concorrência, na qual aquela - a das 'informações negativas' - também competia... Pode? Que grande pecado, não? E a ética? E os valores?
Agora, mais recentemente, um amigo bem próximo, depois de 'gozar' as merecidas férias, e retornando 'com todo o gás', recebeu o bilhete azul. Demitido. Isso também já aconteceu comigo. Daí pergunto: porquê fazer alguém sair de férias, 'gozar' suas férias, para depois informar-lhe da sua demissão? Há alguma economia nisso? Não seria o mais adequado informar o 'futuro demitido' antes, para que o mesmo usasse as férias em busca de recolocação, mesmo sendo isso algo desagradável? E ainda mais: por telefone!
São algumas coisas que não consigo entender, entre tantas outras. O porquê de, somente no momento da demissão, ser apresentada a 'ficha corrida', a relação de todos os 'pecados' do cidadão na outrora agradável convivência com a empresa. A cena toda fica parecendo o juízo final, o ' The Final Judgement', e o infeliz demissionário parece caminhar célere para o fogo eterno naquele momento...
E por telefone? Por e-mail? Seria para evitar o excesso de pessoalidade no tratamento. "Olha, meu caro, não sou eu, é a empresa que está te demitindo...", como se a empresa fosse um ser vivo com vontade e atitudes próprias...
Meus caros amigos da área de RH, por favor, me respondam: demitir por telefone ou e-mail, ou logo após o retorno das férias, ou na sexta-feira à tarde, ou no último dia do mês... Apresentar, nesse momento - e somente nele - a lista de erros cometidos... Caluniar, injuriar e difamar de maneira sórdida e rasteira, sob a cortina de proteção do anonimato... Essas e outras práticas ajudam a reforçar os laços deste complexo relacionamento? Que tipo de comportamento essas atitudes vão inspirar nos colaboradores dispensados e naqueles que permanecem?
Acredito sinceramente que não sejam práticas correntes de empresas e instituições que sejam dignas de receber esta denominação. Mas são reais. Isso é fato.
Com a palavra, os especialistas e os responsáveis...
14.7.17
11.5.17
Não, não vou me calar!
21.1.17
Dancin' Days e meu primeiro contato com a corrupção.
19.10.16
Sobre mentiras e a velha política.
23.3.16
Não vai ter (mais) golpe!
Tenho ouvido a gritaria dos petralhas e esquerdopatas – e da turba ensandecida (ou iludida) que ainda conseguem recrutar com base nos trinta dinheiros, pão com mortadela e tubaína – que se resume a frases de efeito do tipo "Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo" e "Não vai ter golpe".
Ainda ontem, cruzando uma praça, pude ouvir uma pessoa falando isso ao telefone – melhor, gritando, como se quisesse ser ouvida por toda a praça, de forma que talvez nem fosse necessário o aparelho para falar à distância – e insistindo na "defesa da democracia" com o "não vai ter golpe", tentando convencer um interlocutor aparentemente renitente...
Para nós, os que estamos melhor informados e não nos deixamos seduzir pelo canto da sereia petista, faço uma pequena – mas crucial – correção nesse griteiro. O correto é "Não vai ter mais golpe!". Sim, pois temos sido golpeados desde 1980, com a fundação do PT, e a subsequente criação do Foro de São Paulo, em 1989.
Fomos golpeados pela eleição fraudulenta do molusco, irrigada pelo dinheiro da corrupção oriundo das administrações petistas e verbas federais via CUT, MST et caterva. Fomos golpeados no Mensalão. Fomos golpeados na reeleição do molusco irrigada pelos milhões do Mensalão, Correios, fundos de pensão, Petrobrás (é, agora sabemos que já rolava o Petrolão...). Fomos golpeados com a eleição do poste federal, com dinheiro do Petrolão, Eletrolão, BNDES e o uso político de dinheiro e de todo o aparato federal junto com os sindicatos, "movimentos sociais" e a "sociedade civil organizada". Fomos golpeados com a reeleição do poste com recursos do Petrolão, BNDES, Eletrolão, fundos de pensão, Copa do Mundo, apuração digital da Smartmatic...
Ufa!!! É golpe que não acaba mais! E isso porque, o que sabemos – se é que sabemos – não é tudo!
Então, chegou a hora do basta! O grito, que agora ecoa nas ruas e já começa a reverter o domínio lulopetista e esquerdopata na academia, na imprensa e na sociedade em geral é: "Não vai ter mais golpe!"
A partir disto, é tudo com base na constituição, código penal e apoio à República de Curitiba!
16.2.16
Somos todos Gramsci
Reinaldo fala de uma "água" que provoca tal estado...É triste constatar, mas é fato: a imensa massa dos servidores públicos, políticos e autoridades de nosso Brasil é consumidora contumaz desta "água", defensores dos pobres e inocentes "companheiros" que são, diuturnamente, achacados e compelidos por gananciosos empresários – esta raça gulosa e impiedosa que, juntamente com os latifundiários, desgraça o país – a cometerem ilicitudes, desvios e ilegalidades.
Nossos ingênuos políticos, as autoridades acabrunhadas e os servis funcionários públicos, junto aos assessores dos diversos escalões, são vítimas! Basta ler a frase publicada ontem no mesmo blog sob o título "ZELOTES – Documentos reforçam suspeitas sobre Erenice, ex-braço-direito de Dilma" : 'Segundo a PF, o objetivo é averiguar se eles foram "corrompidos" ou foram "vítimas" de tráfico de influência praticado por lobistas'.Não é de uma candura de fazer chorar?
O raciocínio de Sua Excia, o procurador, é apenas uma pequena extensão deste universo filosófico moldado por décadas a fio por mentes esquerdistas doentias.
Não "somos todos Lula", mas "somos todos Gramsci"!
8.6.15
Uma singela homenagem...
Pouco tempo depois ele me convidaria para dar aulas na ETEV, onde atuei pela primeira vez como professor, entre 1984 e 1985. Depois me indicaria, por solicitação de seu irmão, Waldir, para implantar a rede local de PCs da F. L. Smidth S/A. Lá conheci meu amigo e depois concunhado Ênio Carvalho, que apresentou-me àquela que viria a ser minha amada esposa, Rogéria. Depois fui para São Paulo, Mato Grosso, e retornei à Varginha, porém perdemos o contato. Mudei-me para Curitiba, e desde então vinha buscando por notícias do Profº. Wanderley, até descobrir, há pouco tempo, que havia falecido.
É minha singela homenagem à memória do Profº. Wanderley.
21.4.15
Comemorando Tiradentes... Verdadeiramente!
20.3.15
Princípios que definem um conservador - Russell Kirk
10.2.15
Só três honestos até o momento???
No mundo atual, nos escâdalos que não cessam, e que, infelizmente, sabemos que já vêm de longa data, fica a pergunta: ninguém desconfiava de nada? Ninguém sabia? Os que tramitavam os documentos, os que encaminhavam os pagamentos, os que conferiam os contratos... Ninguém? Será que os diretores - e ex-diretores, delatores premiados, faziam tudo por si, em nada dependendo de ninguém, nenhum subalterno?
Em uma empresa de grande porte, como é a Petrobrás, Diretores digitam e revisam contratos? Assinam cheques ou sentam-se à frente do computador para, acessando o home banking, fazer pagamentos? Elaboram planilhas de acompanhamento de obras e de projetos? Redigem os relatórios e atas de reunião? Claro que não. Obviamente que não, isso é fato. E, no entanto, até o presente momento, somente dois funcionários se dispuseram a contar o que viram, o que descobriram - e o que sofreram por terem denunciado as falcatruas: Venina e Fernando. E mais uma ex-Gerente da Arxo, até onde sei... Serão somente esses três os justos? Aqueles que, por seus valores, seu credo ou sua determinação, mesmo sabendo do risco que corriam, ousaram levantar sua voz contra os malfeitos que - ressalte-se, perduram por mais de doze anos? Ou que por vingança, ou arrependimento - sei lá - resolveram trazer à luz os fatos, as provas e o que mais sabem ou presenciaram?
Alguns podem alegar desconhecimento, outros podem alegar o medo de serem prejudicados. Há várias formas de tentar se livrar da cumplicidade, mas custo a crer que haviam só ingênuos e inocentes nessa história. Talvez muitos tenham vivido num alto engano, imaginando que os chefões estavam levando a empresa a patamares nunca vistos antes, comprando o discurso barato e mentiroso do pré-sal... Talvez outros, crédulos e doutrinados, ficassem catatônicos frente a um dedo apontando para a foto do "Cappo de tutti cappi" na parede e à fatídica indagação: "Você quer derrubar todo mundo?"... Talvez alguns almejassem cair nas graças dos poderosos e "subir na hierarquia", enquanto outros temessem o contrário, isto é, ao exigir a defesa do direito e do justo, perder a boquinha... Não importa. Todos podem considerar-se cumplices do que está aí. É duro ouvir isso? É! Mas é irrefutável.
Sinto o incontrolável desejo de transportar-me para tempos imemoriais, e caminhando no deserto ao lado do Senhor, perguntar-lhe: "Senhor, se houverem cinquenta justos na Petrobrás, ainda assim o Senhor permitirá a sua destruição?"... Mas dois pavores me assustam: primeiro, dados os números que tenho até agora, teria que baixar a negociação com o Senhor a níveis impensáveis... E segundo, seriam muitas as negociações: Correios, Eletrobrás, BNDES, obras da Copa... Como cristão, creio que a misericórdia do Senhor é infinita, mas estendê-la dessa forma me colocaria mais no papel de Satanás.
3.12.14
Janot trabalha
20.11.14
Valeu a pena fazer revolução?
28.10.14
Notinhas pós eleição...
Mal havia terminado a apuração e lá estava a figura deletéria com seu criador pulverizando perdigotos carregados das mentiras de praxe.
Esperar-se o quê, de tão triste figura? Isso mesmo, ou pior. Combate à inflação? Combate à corrupção? Crescimento econômico? Mais saúde, empregos, segurança, educação, infraestrutura? Menos custo Brasil? Não! A prioridade é a reforma política. Agenda do Foro de São Paulo seguida à risca. E o que esperar da reforma do galinheiro conduzida pelas raposas, senão o derrubar das cercas e o amordaçar dos cachorros?
Façam suas apostas, eu faço as minhas. Por via das dúvidas, estou começando a estocar papel higiênico... Não que vá ser necessário pela quantidade de m***a que vem por aí, Petrobrás incluída. É que, como vamos caminhar céleres para a bolivarianização, rumo aos padrões de Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina – entre outros. Então é provável que falte papel higiênico, pois, como vaticinou o brilhante "Maduro", o povo come mais e portanto, c*g* mais...
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Frase memorável que vi ontem no facebook:
"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre. Não importaria quantos porcos ele já tivesse abatido no recinto ao lado." - Orson Scott Card
22.10.14
Vamos ser pragmáticos! Quem não é a favor, é contra! E contra a Dilma, contra o PT, no momento, é Aécio!
20.10.14
Seja sempre bom. Pratique o bem.
16.10.14
Do fundo do meu coração - ou "Melô do petista arrependido"
Eu, cada vez que vim aqui votar,
Eu pensei que fosse pra mudar
Roubalheira eu disse, nunca mais!
Mas, deste jeito estúpido provei
Desse doce amargo, eu nem sei:
O que é que você fez com a Petrobrás?
Vi, todo o meu futuro em sua mão
Deslizar, se espatifar no chão
Eu até chorei no MENSALÃO!
Mas, basta a merda que você já fez
Acabe com essa droga DILMA vez
Não voto nunca mais PT!
Mais uma vez aqui
Olhando as "diretrizes" com temor
Não vou votar, PT!
Pois sei que vou chorar a mesma dor
Eu sei que tenho que votar
Sem TEMER, sem PT!
Eu, toda vez que vim aqui votar,
Eu pensei que fosse pra mudar
E mais uma vez votei PT
Mas, já depois de tanta podridão
Eu até chorei no MENSALÃO
Não voto nunca mais PT!
Mais uma vez aqui
Olhando as cicatrizes e o rancor
Não vou votar,
PT, vermelho não é mais a minha cor.
Se você me perguntar quem se fudeu
Todo esse tempo, eu digo: Eu!
Que certamente você riu de mim
Mas, já depois de tanta podridão
De tanto companheiro na prisão
Não voto nunca mais assim!
Do fundo do meu coração
Não votem nunca mais assim!

