Senhor,
No silêncio deste dia que amanhece
Venho pedir-te a paz, a sabedoria, a força e a coragem.
Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor.
Ser paciante, compreensivo, manso e prudente,
Ver além das aparências teus filhos
Como tu mesmo os vês,
E assim não ver mais que o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos à toda maldade,
E que só de bençãos encha o meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre
Que todos os que se achegarem a mim
Sintam a Tua presença.
Reveste-me de tua beleza, Senhor,
E que no decorrer deste dia e deste ano
Eu Te revele a todos.
Amém.
A divulgação dos textos aqui publicados é permitida e incentivada, desde que o blog seja citado como fonte. Obrigado.
26.8.19
18.6.19
Relembrando o Dia do Palíndromo - Publicado em 20/02/2002
No dia 20 de fevereiro de 2002, ocorreu, durante um minuto, um evento que só aconteceu uma vez há mais de mil anos e que nunca mais ocorrerá !
Às 20 horas e 02 minutos do dia 20 de fevereiro do ano 2002 ou, em marcação digital: 20:02 20/02 2002 ou em qualquer outra ordem, como ano, dia, mês, hora: 2002 20/02 20:02.
É um registro com perfeita simetria numérica, chamado palíndromo ou capicua como é conhecido em Portugal.
Dividindo tudo por 2, encontramos outro momento às 10:01 do dia 10 de janeiro de 1001, há mais de mil anos atrás. Mas a última ocasião em que teria ocorrido tal padrão simétrico teria sido às 11:11 do dia 11 de novembro de 1111, a 891 anos atrás. Ocorre que naquela época os relógios digitais não existiam, e nem relógio mecânico que só foi inventado em 1275. Além disto naquela época o calendário vigente era o Juliano e não o Gregoriano que adotamos atualmente desde 1585. Por isso fica difícil precisar quando exatamente teria ocorrido uma situação semelhante, uma data em que se pode ler tanto de trás para frente como de frente para trás.
Só nos resta aguardar o dia 21/12 às 21:12 do ano de 2112.
Enquanto isto você pode despertar a curiosidade dos alunos desprezando as horas e pesquisando datas "palíndromas" que teriam ocorrido e que provavelmente ocorrerão no futuro como o 30 de março de 3003. Isto, é claro, se continuarmos fazendo nossa parte na preservação do planeta Terra.
Curiosidades à parte é importante que se tenha claro que tais coincidência não tem nenhum sentido ou valor para o matemático.
Extraído de http://www.matematicahoje.com.br/telas/cultura/curiosidades/curiosidades.asp?aux=H
Às 20 horas e 02 minutos do dia 20 de fevereiro do ano 2002 ou, em marcação digital: 20:02 20/02 2002 ou em qualquer outra ordem, como ano, dia, mês, hora: 2002 20/02 20:02.
É um registro com perfeita simetria numérica, chamado palíndromo ou capicua como é conhecido em Portugal.
Dividindo tudo por 2, encontramos outro momento às 10:01 do dia 10 de janeiro de 1001, há mais de mil anos atrás. Mas a última ocasião em que teria ocorrido tal padrão simétrico teria sido às 11:11 do dia 11 de novembro de 1111, a 891 anos atrás. Ocorre que naquela época os relógios digitais não existiam, e nem relógio mecânico que só foi inventado em 1275. Além disto naquela época o calendário vigente era o Juliano e não o Gregoriano que adotamos atualmente desde 1585. Por isso fica difícil precisar quando exatamente teria ocorrido uma situação semelhante, uma data em que se pode ler tanto de trás para frente como de frente para trás.
Só nos resta aguardar o dia 21/12 às 21:12 do ano de 2112.
Enquanto isto você pode despertar a curiosidade dos alunos desprezando as horas e pesquisando datas "palíndromas" que teriam ocorrido e que provavelmente ocorrerão no futuro como o 30 de março de 3003. Isto, é claro, se continuarmos fazendo nossa parte na preservação do planeta Terra.
Curiosidades à parte é importante que se tenha claro que tais coincidência não tem nenhum sentido ou valor para o matemático.
Extraído de http://www.matematicahoje.com.br/telas/cultura/curiosidades/curiosidades.asp?aux=H
21.12.18
Mensagem de Natal e de Ano Novo.
Finalmente! Demorou, mas chegou...
Aquela época do ano que ilumina nossa
face, faz brilhar nossos olhos e faz-nos sorrir mais, e mais facilmente. O
final do ano, as festas! O Natal, e depois o Ano Novo!
Há mais de dois mil anos, em uma
gruta da pequenina cidade de Belém, na Judéia, um menino nasceu. Uma luz
brilhou sobre a escuridão, um Salvador nos foi dado por Deus! Indiferente à sua
crença, e quer você creia ou não, esse fato mudou a história da humanidade, e
marcou para sempre não só esta época do ano, mas toda a nossa vida.
Natal é a época da alegria, da
reconciliação, do perdão. De rever e contatar velhos e novos amigos,
companheiros de jornada e de trabalho. Natal é a festa da família, da amizade,
das crianças, Natal é a festa da esperança, da luz, da paz e do amor. Que
possamos celebrar lembrando-nos desse momento histórico, do amor de Deus, e de
que somos, afinal, a grande família de Deus, na qual é indiferente sermos – tal
como aqueles personagens do presépio - pais, mães, filhos, irmãos, amigos, pastores,
magos, anjos ou as mais simples criaturas que, ao redor da manjedoura, admiram
a tudo e a todos mesmo sem entender realmente o que se passava ali...
Depois virão os festejos do novo
ano. Vamos nos despedir de um ano particularmente difícil. Muitos daqueles que
festejaram conosco em primeiro de janeiro de 2018 já não estão conosco. Deixaram-nos,
e deixaram um imenso vazio, a saudade. Cumpre-me lembrar de meu querido pai,
Antônio Francisco de Paulo, que faleceu em Campos Gerais-MG em 12 de junho. Que
você se lembre também, nesse momento, de todos aqueles que partiram durante a
jornada desse ano que se finda: vamos honrar sua memória praticando seus
ensinamentos, relembrando os momentos felizes que passamos juntos, e assim alimentar
a chama da esperança de reencontrá-los na vida eterna.
E nós, que aqui chegamos,
festejaremos e continuaremos a nossa jornada pelo novo ano, com o intuito de
cumprir nossa missão de aprender a viver, de praticar o bem, a justiça e
mantermos a fé, e assim nos tornarmos melhores a cada dia, e também tornarmos
esse nosso mundo melhor. O novo ano já vem, carregado de esperança e de
oportunidades. A vida se renova, se apresenta nova como cada dia que amanhece.
Que possamos todos caminhar juntos na mesma direção, nesse mundo novo e melhor que
continuaremos a construir no novo ano!
Feliz Natal! Feliz Ano Novo de 2019
para você e todos os seus!
São os meus votos e de toda a
minha família.
Luis Gonzaga de Paulo
Curitiba-PR, em 21 de dezembro de
2018.
15.11.18
Lularápio encontra-se finalmente com seu destino.
Lularápio encontra-se finalmente com seu destino. Tal como Saddam Hussein em seu julgamento, vocifera e esbraveja com a Juíza, que já sinalizou ouvi-lo de forma protocolar, dado que a profusão de provas leva somente a um resultado: a condenação, ou como ela mesma disse, "a sentença que eu ou um colga meu irá proferir".
Pego em seus delírios popularescos e dono de uma soberba que faz pensar-se imbatível, espuma de raiva por ser condenado por migalhas: tanto fez, tanto mentiu e tanto roubou que deve remoer-se por ter sido pego pela justiça, apesar de ter engendrado tão perfeito plano. "Como sou condenado por essa miséria de Triplex, um terreninho e um sitiozinho de m... ?", deve perguntar-se diuturnamente... E seguirá para a segunda, a terceira... talvez até a sétima condenação. E outras que ainda estão por vir, como por exemplo as da caixa preta do BNDES, Eletrolão, Fundos de Pensão...
Arrogante, tosco e cínico, continuará perguntando "Cadê as provas? Cadê a escritura do Triplex? Cadê os recibos do sítio?", tentando mascarar que alguém em sua posição sabe perfeitamente que a lavagem de dinheiro é exatamente a ocultação de patrimônio. Mas que também sabe que mentir é a única esperança para manter a militância ativa e a aparente aura de ser mais honesto do mundo, que o torna santo para cúmplices, idiotas úteis e pobres iludidos.
Alguns diriam: triste fim de alguém que tinha tudo para ser o salvador da pátria. Eu, que já enxergava nas bravatas do "sindicalista" a falta daquele caráter que emoldura os verdadeiros líderes, digo: encontrou-se com seu destino. Procurou com as mãos, com as palavras e com as companhias que escolheu, e encontrou o que procurava. Mas isso não amenizará em nada o sofrimento que causou, os danos que deixará como legado e que exigirá um imenso esforço de nossa geração e das vindouras para a reparação.
Pego em seus delírios popularescos e dono de uma soberba que faz pensar-se imbatível, espuma de raiva por ser condenado por migalhas: tanto fez, tanto mentiu e tanto roubou que deve remoer-se por ter sido pego pela justiça, apesar de ter engendrado tão perfeito plano. "Como sou condenado por essa miséria de Triplex, um terreninho e um sitiozinho de m... ?", deve perguntar-se diuturnamente... E seguirá para a segunda, a terceira... talvez até a sétima condenação. E outras que ainda estão por vir, como por exemplo as da caixa preta do BNDES, Eletrolão, Fundos de Pensão...
Arrogante, tosco e cínico, continuará perguntando "Cadê as provas? Cadê a escritura do Triplex? Cadê os recibos do sítio?", tentando mascarar que alguém em sua posição sabe perfeitamente que a lavagem de dinheiro é exatamente a ocultação de patrimônio. Mas que também sabe que mentir é a única esperança para manter a militância ativa e a aparente aura de ser mais honesto do mundo, que o torna santo para cúmplices, idiotas úteis e pobres iludidos.
Alguns diriam: triste fim de alguém que tinha tudo para ser o salvador da pátria. Eu, que já enxergava nas bravatas do "sindicalista" a falta daquele caráter que emoldura os verdadeiros líderes, digo: encontrou-se com seu destino. Procurou com as mãos, com as palavras e com as companhias que escolheu, e encontrou o que procurava. Mas isso não amenizará em nada o sofrimento que causou, os danos que deixará como legado e que exigirá um imenso esforço de nossa geração e das vindouras para a reparação.
9.10.18
19.9.18
O verdadeiro começo do fim
2018-09-12 | Carla Pola
Engraçado. Hoje eu me peguei pensando no Lula. Imagino o quanto deve estar desesperado por ter que passar o bastão para o Haddad.
Como psicopata que é, conforme o livro de Ponerologia o coloquei na categoria dos caracteropatas, aqueles que precisam de holofotes, que precisam aparecer o tempo todo subjugando todos a sua volta.
O Lula foi um homem que passou por cima de tudo e de todos para chegar ao poder. Entregou companheiros de sindicato aos militares, destruiu a vida de muitos, comandou a fundação do PT e soube trazer o partido em rédeas curtas. Junto com o assassino Fidel Castro fundou o Foro de SP que vem destruindo os países da América Latina.
Jamais foi comunista, jamais foi esquerdista (ideologicamente falando), mas entendeu cedo que o poder que queria estava na esquerda; ou seja, o poder total. O domínio sobre tudo e todos.
É um animal político, geralmente todos os psicopatas do meio político são. Calculista, foi um mito criado pela esquerda. O falso romantismo de se ter um operário no poder, no caso dele um falso operário.
Na verdade, as mentiras contadas com uma naturalidade de impressionar qualquer pessoa normal sempre foi o tom de seu poder. Nada e nem ninguém o preocupa a não ser ele mesmo.
Usou as pessoas até mesmo preso. Manteve a corrida eleitoral até hoje sob seu domínio, não se preocupou nenhum pouco que estava prejudicando seu partido e muitos candidatos, o negócio era ele continuar nos holofotes, sob as luzes da ribalta.
É público e notório que muitos petistas não o suportavam, caso do José Dirceu, por exemplo. Só o aguentavam porque inteligente e espertamente Lula conseguiu manter o poder concentrado nele.
Jamais deixou que alguém crescesse mais do que ele dentro do próprio partido, mas hoje teve que passar o bastão para o Haddad disputar a Presidência.
Deve ter sido duro para ele.
Muitos especialistas acreditam na capacidade que o Lula ainda tem de transferir votos. Também acho que ele transfere, mas não no percentual que muitos colocam. Não vejo o Haddad no 2º turno, sinceramente.
A casa do Lula começou a cair quando resolveu fazer caravanas pelo Brasil. Foi um fiasco no nordeste, no sul então nem se fala! A máscara já havia caído.
A imprensa esquerdista se desespera, pois o mito criado era e sempre foi uma farsa.
Aos poucos os petistas se afastarão dele, na política não há vácuos, com o tempo ele será só notícia em páginas policiais. José Dirceu tentará reorganizar o PT, mas não creio que conseguirá. A legenda está queimada.
Também não sei se o tirarão da cadeia. Lembremos que o Toffoli é vassalo do Dirceu e não do Lula. Acho que o Dirceu prefere que ele permaneça mais um tempo atrás das grades a fim de não o atrapalhar.
As cortinas começam a se fechar para um falso mito criado pela esquerda, para um homem que não honrou a esposa em vida e nem mesmo na morte; para um homem que sempre foi pequeno, mas achou que era grande.
As luzes começam a se apagar uma a uma para um homem que sempre só quis ser o Fidel Castro brasileiro.
Por onde um psicopata passa, ele deixa um rastro de destruição e dor. Assim foi Lula em toda sua vida a ponto de acabar com uma nação.
Para um caracteropata como ele o dia de hoje deve estar sendo mais difícil que o dia de sua prisão.
As visitas à Curitiba diminuirão com o passar do tempo, ele sairá da mídia como político e só aparecerá como bandido. Em breve ninguém dará bola se ele for para um presídio. A esquerda seguirá outro líder. Outro psicopata, mas, mesmo assim, outro líder.
Durante anos sonhei com esse momento e parecia que nunca chegaria. Chegou. Claro que não no tempo que eu desejava, mas no tempo de Deus que é sempre o tempo certo.
Adeus Lula, feche as cortinas e apague a luz. O palco político se fechou para você.
PT saudações!
20.4.18
Cursos e recursos para acessar de forma totalmente gratuita.
Lista de sites que dispõe de uma variedade cursos e recursos que você pode acessar de forma totalmente gratuita:
1 - www.edx.org
2 - www.coursera.org
3 - www.udacity.com
4 - www.edraak.org
5 - www.class.stanford.edu
6 - www.venture-lab.org
7 - www.education.10gen.com
8 - www.openhpi.de
9 - www.ocw.mit.edu
10 - www.khanacademy.org
11 - www.oli.cmu.edu
12 - www.oyc.yale.edu
13 - www.webcast.berkeley.edu
14 - www.openclassroom.stanford.edu/MainFolder/HomePage.php
15 - www.see.stanford.edu
16 - www.ck12.org
17 - www.udemy.com
18 - www.skillshare.com
19 - www.codecademy.com
20 - www.p2pu.org
21 - www.ed.ted.com
22 - www.myopencourses.com
23 - www.myopencampus.in
24 - www.nptel.iitm.ac.in
25 - www.saylor.org
26 - www.nalandau.com
27 - www.academicearth.org
28 - www.youtube.com/education
29 - www.phodphad.com
30 - www.learntobe.org
31 - www.floqq.com
32 - www.learnerstv.com
33 - http://www.coursetalk.org
34 - http://www.skillacademy.com
35 - http://www.mruniversity.com
36 - www.alison.com
1 - www.edx.org
2 - www.coursera.org
3 - www.udacity.com
4 - www.edraak.org
5 - www.class.stanford.edu
6 - www.venture-lab.org
7 - www.education.10gen.com
8 - www.openhpi.de
9 - www.ocw.mit.edu
10 - www.khanacademy.org
11 - www.oli.cmu.edu
12 - www.oyc.yale.edu
13 - www.webcast.berkeley.edu
14 - www.openclassroom.stanford.edu/MainFolder/HomePage.php
15 - www.see.stanford.edu
16 - www.ck12.org
17 - www.udemy.com
18 - www.skillshare.com
19 - www.codecademy.com
20 - www.p2pu.org
21 - www.ed.ted.com
22 - www.myopencourses.com
23 - www.myopencampus.in
24 - www.nptel.iitm.ac.in
25 - www.saylor.org
26 - www.nalandau.com
27 - www.academicearth.org
28 - www.youtube.com/education
29 - www.phodphad.com
30 - www.learntobe.org
31 - www.floqq.com
32 - www.learnerstv.com
33 - http://www.coursetalk.org
34 - http://www.skillacademy.com
35 - http://www.mruniversity.com
36 - www.alison.com
29.3.18
O perfil de um esquerdopata.
Edson Ferreira do Nascimento*
Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.
Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão para "ser alguém na vida".
Como são preguiçosos, sem disciplina e folgados, precisam arrumar um jeitinho para se dar bem e se fazerem passar por coisas que não são, pensam ser! Fingir que é culto, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.
Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.
Então, começam a sua carreira de charlatanismo. Alguns, pouquíssimos, estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Economia, mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de curso. E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses cursos acima e assemelhados.
Ali, na universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, cigarros de maconha, palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.
É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e cabelos ensebados.
Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos Sem-terra. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias. Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos e diferentes.
Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina, Administração ou Economia como pobres coitados que não tiveram a chance da "iluminação".
Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana. Aí começa a brotar a inveja, o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!
Começam uma fase ainda mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba, Venezuela e, muitos deles, apoiam o Irã e não acreditam no holocausto judeu! Fingem esquecer do episódio do muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União Soviética. Não usam mais desodorante e a cada cinco minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald's totalmente destruído.
Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, por serem arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.
Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista (esquerdopata!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É preciso estudar (argh!).
Por isso, sonham com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo! Consequentemente, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.
Nessa fase, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão!
E, sem dó, enfiarão a mão – e com muito tesão – no dinheiro dos cofres da nação!!! Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, postura sem noção!
Tenho a certeza que após esta leitura você lembrou de vários vizinhos, conhecidos, colegas, políticos etc....
* Edson Ferreira do Nascimento – Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta, Ribeirão Preto/SP, 23-1-2018
Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.
Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão para "ser alguém na vida".
Como são preguiçosos, sem disciplina e folgados, precisam arrumar um jeitinho para se dar bem e se fazerem passar por coisas que não são, pensam ser! Fingir que é culto, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.
Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.
Então, começam a sua carreira de charlatanismo. Alguns, pouquíssimos, estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Economia, mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de curso. E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses cursos acima e assemelhados.
Ali, na universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, cigarros de maconha, palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.
É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e cabelos ensebados.
Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos Sem-terra. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias. Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos e diferentes.
Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina, Administração ou Economia como pobres coitados que não tiveram a chance da "iluminação".
Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana. Aí começa a brotar a inveja, o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!
Começam uma fase ainda mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba, Venezuela e, muitos deles, apoiam o Irã e não acreditam no holocausto judeu! Fingem esquecer do episódio do muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União Soviética. Não usam mais desodorante e a cada cinco minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald's totalmente destruído.
Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, por serem arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.
Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista (esquerdopata!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É preciso estudar (argh!).
Por isso, sonham com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo! Consequentemente, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.
Nessa fase, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão!
E, sem dó, enfiarão a mão – e com muito tesão – no dinheiro dos cofres da nação!!! Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, postura sem noção!
Tenho a certeza que após esta leitura você lembrou de vários vizinhos, conhecidos, colegas, políticos etc....
* Edson Ferreira do Nascimento – Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta, Ribeirão Preto/SP, 23-1-2018
30.1.18
Sobre os felizes.
Excelente texto recebido de meu grande amigo Paulo Eduardo Tavares:
Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.
De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.
Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.
O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.
Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.
Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.
O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.
O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.
Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...
Autora: Socorro Acioli - Escritora
26.1.18
Resposta a um "amigo" petralha e esquerdopata do Facebook.
Prezado, relutei bastante em responder seu post, mas no fim concluí que, justamente por silenciar diante destes descalabros é que chegamos onde estamos hoje no Brasil
Primeiro você precisa aprender o que é debate: ficar postando figurinhas e piadinhas, links de mídia esquerdopata e petralha não é debate: isso é tão somente repetir à exaustão no intuito de formar uma pseudo-verdade. Técnica inventada pelo ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels.
Segundo, é infantil essa técnica de imputar ao outro algo tentando tirá-lo do sério: funcionava na época do jardim, da escola primária, com frases do tipo "gospe aqui se for homem!"... Hoje não funciona mais. Provocar o interlocutor para depois acusá-lo de "ódio" é muito chinfrim... Você é mais inteligente do que isso, mesmo após anos de embotamento mental pela militância esquerdopata e petralha! Eu já disse diversas vezes e deixei bem claro: Não tenho ódio, mas muita indignação. Sou contra a corrupção, a desonestidade, a farsa, a mentira, o cinismo... Coisas nas quais o PT - ou melhor, a ORCRIM - é o melhor, sem dúvida. Desafio você a mostrar algo que tenha escrito defendendo quem quer que tenha praticado algo nesse rol de maldades e ilicitudes! Eu não tenho bandido de estimação, não tenho carteirinha de sócio de nenhuma organização criminosa, nem fiz pacto algum para defender corrupto...
Você diz que minha torcida era para o Lula não poder disputar a presidência, e nisso - somente - está certo! Acho que o cargo não pode ser ocupado por um bandido, um condenado. E, lamentavelmente, dado o grande período de lavagem cerebral, de manipulação política e de assistencialismo barato e manipulado, seria possível que o molusco fosse eleito para continuar com o projeto da "Pátria Grande", assim como ocorre na Bolívia, na Venezuela, em seu Equador natal... Tirá-lo da disputa é questão legal, não política. E quem diz isso é a lei. A fria letra da lei. Não estaria disposto a qualquer coisa para isso: estamos ainda em um Estado Democrático de Direito, que permite, entre outras coisas, que um terço da população defenda um bandido e mau caráter...
Quando ao "manto de dignidade", preservo o que recebi de meus antepassados - pais, avós - e muitas pessoas dignas com quem tive e tenho a honra de conviver. Não sou perfeito, não estou imune a falhas, mas desenvolvi um espírito crítico que faço questão de deixar como herança para meus filhos, netos e todos os descendentes, assim como milhares de alunos e colegas de trabalho que tive e ainda terei. Respeito opiniões em contrário, mas me dou o direito de questioná-las, com base em fatos, leis e no meu caráter e na minha fé. E respeito, meu caro, não significa subserviência nem concordância: isso chamaria-se covardia, cumplicidade ou conivência, dependendo do ponto de vista.
Onde e quando eu enxergar algo errado, apontarei. E o farei convicto. Se não tiver convicção, permanecerei em silêncio. Ah, e mais uma coisa: creio que ainda resta uma esperança para você, pois sempre o tive em alta conta como profissional na experiência que tivemos trabalhando junto. Se o considerasse um caso perdido não estaríamos aqui discutindo em público, certamente. Não se perde tempo polindo pedras sem valor. Espero sinceramente que você ainda tenha oportunidade de aprender e rever seus conceitos, começando por entender os valores do país que você diz amar e aquele no qual vive.
Para não estender mais ainda, e já que você falou em respeito e chamar as coisas pelo nome, vou usar as frases de meu único Mestre e Senhor para dar nome a tudo isso e todos esses que você defende, tenta repetir e segue fielmente: "Hipócritas! Raça de víboras! Sepulcros caiados! Atam fardos pesados às costas dos pequeninos e não se movem nem para levantar uma palha!"
Quanto ao "ódio" ao Lula e ao PT, finalizo: O PT deve ser extinto, posto que é a maior organização criminosa "dentro da lei" existente hoje no continente. E que Deus se apiede de Lula e o faça pagar, em vida, pelos crimes e pecados que cometeu, pois como creio na vida eterna, não desejo a ele e a ninguém o tormento infindável e sem esperança alguma.
PS: Para quem tem estômago e paciência, aqui está o post que originou esta resposta.
Primeiro você precisa aprender o que é debate: ficar postando figurinhas e piadinhas, links de mídia esquerdopata e petralha não é debate: isso é tão somente repetir à exaustão no intuito de formar uma pseudo-verdade. Técnica inventada pelo ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels.
Segundo, é infantil essa técnica de imputar ao outro algo tentando tirá-lo do sério: funcionava na época do jardim, da escola primária, com frases do tipo "gospe aqui se for homem!"... Hoje não funciona mais. Provocar o interlocutor para depois acusá-lo de "ódio" é muito chinfrim... Você é mais inteligente do que isso, mesmo após anos de embotamento mental pela militância esquerdopata e petralha! Eu já disse diversas vezes e deixei bem claro: Não tenho ódio, mas muita indignação. Sou contra a corrupção, a desonestidade, a farsa, a mentira, o cinismo... Coisas nas quais o PT - ou melhor, a ORCRIM - é o melhor, sem dúvida. Desafio você a mostrar algo que tenha escrito defendendo quem quer que tenha praticado algo nesse rol de maldades e ilicitudes! Eu não tenho bandido de estimação, não tenho carteirinha de sócio de nenhuma organização criminosa, nem fiz pacto algum para defender corrupto...
Você diz que minha torcida era para o Lula não poder disputar a presidência, e nisso - somente - está certo! Acho que o cargo não pode ser ocupado por um bandido, um condenado. E, lamentavelmente, dado o grande período de lavagem cerebral, de manipulação política e de assistencialismo barato e manipulado, seria possível que o molusco fosse eleito para continuar com o projeto da "Pátria Grande", assim como ocorre na Bolívia, na Venezuela, em seu Equador natal... Tirá-lo da disputa é questão legal, não política. E quem diz isso é a lei. A fria letra da lei. Não estaria disposto a qualquer coisa para isso: estamos ainda em um Estado Democrático de Direito, que permite, entre outras coisas, que um terço da população defenda um bandido e mau caráter...
Quando ao "manto de dignidade", preservo o que recebi de meus antepassados - pais, avós - e muitas pessoas dignas com quem tive e tenho a honra de conviver. Não sou perfeito, não estou imune a falhas, mas desenvolvi um espírito crítico que faço questão de deixar como herança para meus filhos, netos e todos os descendentes, assim como milhares de alunos e colegas de trabalho que tive e ainda terei. Respeito opiniões em contrário, mas me dou o direito de questioná-las, com base em fatos, leis e no meu caráter e na minha fé. E respeito, meu caro, não significa subserviência nem concordância: isso chamaria-se covardia, cumplicidade ou conivência, dependendo do ponto de vista.
Onde e quando eu enxergar algo errado, apontarei. E o farei convicto. Se não tiver convicção, permanecerei em silêncio. Ah, e mais uma coisa: creio que ainda resta uma esperança para você, pois sempre o tive em alta conta como profissional na experiência que tivemos trabalhando junto. Se o considerasse um caso perdido não estaríamos aqui discutindo em público, certamente. Não se perde tempo polindo pedras sem valor. Espero sinceramente que você ainda tenha oportunidade de aprender e rever seus conceitos, começando por entender os valores do país que você diz amar e aquele no qual vive.
Para não estender mais ainda, e já que você falou em respeito e chamar as coisas pelo nome, vou usar as frases de meu único Mestre e Senhor para dar nome a tudo isso e todos esses que você defende, tenta repetir e segue fielmente: "Hipócritas! Raça de víboras! Sepulcros caiados! Atam fardos pesados às costas dos pequeninos e não se movem nem para levantar uma palha!"
Quanto ao "ódio" ao Lula e ao PT, finalizo: O PT deve ser extinto, posto que é a maior organização criminosa "dentro da lei" existente hoje no continente. E que Deus se apiede de Lula e o faça pagar, em vida, pelos crimes e pecados que cometeu, pois como creio na vida eterna, não desejo a ele e a ninguém o tormento infindável e sem esperança alguma.
PS: Para quem tem estômago e paciência, aqui está o post que originou esta resposta.
22.12.17
Mensagem de Natal e de Ano Novo.
Então chegamos
até aqui, na reta final, na espera daquele que veio trazer-nos a Luz... E
depois, de mais um ano para vivermos...
Como é típico
desta época do ano, é bom fazermos as reflexões sobre o que passamos, o que
vivemos... E os planos para o ano que vem chegando. Para colaborar com isto,
cito duas frases que sempre trago comigo: "OMNIA TEMPUS HABENT"
e "PAN METROS ARISTOS".
A primeira, em
Latim, vem da Bíblia, do livro do Eclesiastes, capitulo 3, versículo 1: "Para
tudo há um tempo". E segue o autor: "Para cada coisa há um
momento debaixo dos céus: tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para
plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado; tempo para matar, e tempo
para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir; tempo para chorar, e
tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar; tempo para atirar
pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para
apartar-se. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e
tempo para jogar fora; tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para
calar, e tempo para falar; tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a
guerra, e tempo para a paz."
Houve um tempo
em que nem sabíamos da existência do Natal, do Papai Noel. Houve o tempo de
conhecê-lo, acreditar nele, escrever cartinhas ou fazer pedidos... Houve
o tempo de desconfiar dele, de tentar ficar à espreita tentando vê-lo, surpreendê-lo...
Houve o tempo de desacreditar, desprezar talvez, e até ridicularizar os menores
ainda crentes. Houve ou haverá o tempo de voltar a crer, contar histórias a seu
respeito para os pequeninos à nossa volta, e haverá o tempo em que nos lembraremos,
saudosos, de tudo isso...
Houve o tempo
do papai do céu, do menino Jesus lá na longínqua manjedoura... Houve o tempo do
amigo Jesus, parceiro, jovem. Houve o tempo do Mestre Jesus, do incômodo Jesus,
do Salvador Jesus. Houve, há, haverá... Quantos tempos!!! Ao final, lembraremos
que havia tempo para tudo, e talvez não tenha havido tempo para muito... Quiçá
tenhamos vivido o suficiente para poder ter destinado bem o nosso tempo,
usando-o e dispensando o tempo devido para cada coisa, cada pessoa com
quem nos encontramos e convivemos... Pois ainda há tempo! A nossa vida é um
suceder finito de tempo: segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos
começam e acabam, e à cada um deles nos é facultado fazer isso: usar bem o
tempo, fazer tudo a seu tempo, no tempo certo.
A segunda
frase vem do Grego, e significa "O bom é a medida do melhor".
Entre os vários significados, eu prefiro o que implica fazer bem o que nos é
possível, e fazer o bem que nos é possível fazer, sempre. Muitos de nós
deixamos de fazer algo porque não somos "os melhores": seja o falar
em público, seja o escrever, seja o contar uma piada, seja o ajudar um
necessitado, seja o ensinar alguém, seja o corrigir um semelhante... Por não
sermos os melhores, deixamos de fazer bem, ou de fazer o bem. E assim, na busca
pelo "melhor", podemos nos tornar os que pouco ou nada fazem, apesar
de poder fazer algo, sempre! Tentando ser perfeito, torna-se um inútil ou
desperdiça-se as oportunidades que a vida nos traz, gratuitamente!!! Esta frase
é uma ode contra o perfeccionismo, mas não contra a perfeição: devemos fazer
bem - e fazer o bem - e buscarmos à cada dia sermos melhores... Eu digo:
hoje melhor que ontem, e pior que amanhã! Aprender sempre, praticar o que se
aprende, e ensinar o que se pratica. Nada fácil, mas simples assim...
Com estas duas
frases, e com este longo texto, quero agradecer você que conviveu comigo em
mais este ano, mais este tempo de minha existência. Seja a convivência real ou
virtual - possibilitada pela tecnologia - ou simplesmente na lembrança de outros
momentos nos quais estivemos juntos, próximos ou participando de algo em comum.
Você fez e faz parte deste meu tempo, do bom e do bem que, quero crer, me fez e
me faz à cada dia melhor!
O meu mais
sincero "Muito obrigado"! E meus desejos de um Feliz e Abençoado
Natal, seguido de um Ano Novo repleto de bênçãos, com muita saúde, sucesso e
alegrias!
Curitiba-PR,
Dez/2017.
21.8.17
20-08-2017 - 30 Anos de Rogéria & Luís
The final judgement
Ouço cada vez mais na 'lida diária' sobre o tal amadurecimento nas relações de trabalho, a humanização das empresas e a grande evolução dessa convivência entre 'empregado e patrão'.
É algo curioso: as empresas exigem de seus colaboradores nada menos que comportamento ético, honestidade, fidelidade, lealdade, transparência, disposição para o que der e vier, cordialidade no tratamento com os subordinados, pares e superiores, além, é óbvio, da competência e qualificação. Ok! Tudo isso é importante e muito pertinente. Mas e a recíproca? Seria essa mais uma 'via de mão única'?
A bem pouco tempo participei de um processo no qual, inicialmente, estava muito bem posicionado. Inexplicavelmente, entretanto, houve aquele 'esfriamento' nos contatos e a coisa toda deu em nada. Depois vim a saber que isso se deu por causa de 'informações negativas' a meu respeito obtidas em consulta a uma empresa para qual eu havia prestado serviço anteriormente. Como não gosto de deixar as coisas nesse estado, fui pesquisar. Apurei que a empresa que dera essa informação já havia me recomendado muito bem, anteriormente, mesmo sendo para uma concorrente sua! Qual fora então o motivo da 'mudança de opinião' ? Simples: no exercício de minha profissão, ajudei a 'concorrente' - para a qual eu agora trabalhava - em uma concorrência, na qual aquela - a das 'informações negativas' - também competia... Pode? Que grande pecado, não? E a ética? E os valores?
Agora, mais recentemente, um amigo bem próximo, depois de 'gozar' as merecidas férias, e retornando 'com todo o gás', recebeu o bilhete azul. Demitido. Isso também já aconteceu comigo. Daí pergunto: porquê fazer alguém sair de férias, 'gozar' suas férias, para depois informar-lhe da sua demissão? Há alguma economia nisso? Não seria o mais adequado informar o 'futuro demitido' antes, para que o mesmo usasse as férias em busca de recolocação, mesmo sendo isso algo desagradável? E ainda mais: por telefone!
São algumas coisas que não consigo entender, entre tantas outras. O porquê de, somente no momento da demissão, ser apresentada a 'ficha corrida', a relação de todos os 'pecados' do cidadão na outrora agradável convivência com a empresa. A cena toda fica parecendo o juízo final, o ' The Final Judgement', e o infeliz demissionário parece caminhar célere para o fogo eterno naquele momento...
E por telefone? Por e-mail? Seria para evitar o excesso de pessoalidade no tratamento. "Olha, meu caro, não sou eu, é a empresa que está te demitindo...", como se a empresa fosse um ser vivo com vontade e atitudes próprias...
Meus caros amigos da área de RH, por favor, me respondam: demitir por telefone ou e-mail, ou logo após o retorno das férias, ou na sexta-feira à tarde, ou no último dia do mês... Apresentar, nesse momento - e somente nele - a lista de erros cometidos... Caluniar, injuriar e difamar de maneira sórdida e rasteira, sob a cortina de proteção do anonimato... Essas e outras práticas ajudam a reforçar os laços deste complexo relacionamento? Que tipo de comportamento essas atitudes vão inspirar nos colaboradores dispensados e naqueles que permanecem?
Acredito sinceramente que não sejam práticas correntes de empresas e instituições que sejam dignas de receber esta denominação. Mas são reais. Isso é fato.
Com a palavra, os especialistas e os responsáveis...
É algo curioso: as empresas exigem de seus colaboradores nada menos que comportamento ético, honestidade, fidelidade, lealdade, transparência, disposição para o que der e vier, cordialidade no tratamento com os subordinados, pares e superiores, além, é óbvio, da competência e qualificação. Ok! Tudo isso é importante e muito pertinente. Mas e a recíproca? Seria essa mais uma 'via de mão única'?
A bem pouco tempo participei de um processo no qual, inicialmente, estava muito bem posicionado. Inexplicavelmente, entretanto, houve aquele 'esfriamento' nos contatos e a coisa toda deu em nada. Depois vim a saber que isso se deu por causa de 'informações negativas' a meu respeito obtidas em consulta a uma empresa para qual eu havia prestado serviço anteriormente. Como não gosto de deixar as coisas nesse estado, fui pesquisar. Apurei que a empresa que dera essa informação já havia me recomendado muito bem, anteriormente, mesmo sendo para uma concorrente sua! Qual fora então o motivo da 'mudança de opinião' ? Simples: no exercício de minha profissão, ajudei a 'concorrente' - para a qual eu agora trabalhava - em uma concorrência, na qual aquela - a das 'informações negativas' - também competia... Pode? Que grande pecado, não? E a ética? E os valores?
Agora, mais recentemente, um amigo bem próximo, depois de 'gozar' as merecidas férias, e retornando 'com todo o gás', recebeu o bilhete azul. Demitido. Isso também já aconteceu comigo. Daí pergunto: porquê fazer alguém sair de férias, 'gozar' suas férias, para depois informar-lhe da sua demissão? Há alguma economia nisso? Não seria o mais adequado informar o 'futuro demitido' antes, para que o mesmo usasse as férias em busca de recolocação, mesmo sendo isso algo desagradável? E ainda mais: por telefone!
São algumas coisas que não consigo entender, entre tantas outras. O porquê de, somente no momento da demissão, ser apresentada a 'ficha corrida', a relação de todos os 'pecados' do cidadão na outrora agradável convivência com a empresa. A cena toda fica parecendo o juízo final, o ' The Final Judgement', e o infeliz demissionário parece caminhar célere para o fogo eterno naquele momento...
E por telefone? Por e-mail? Seria para evitar o excesso de pessoalidade no tratamento. "Olha, meu caro, não sou eu, é a empresa que está te demitindo...", como se a empresa fosse um ser vivo com vontade e atitudes próprias...
Meus caros amigos da área de RH, por favor, me respondam: demitir por telefone ou e-mail, ou logo após o retorno das férias, ou na sexta-feira à tarde, ou no último dia do mês... Apresentar, nesse momento - e somente nele - a lista de erros cometidos... Caluniar, injuriar e difamar de maneira sórdida e rasteira, sob a cortina de proteção do anonimato... Essas e outras práticas ajudam a reforçar os laços deste complexo relacionamento? Que tipo de comportamento essas atitudes vão inspirar nos colaboradores dispensados e naqueles que permanecem?
Acredito sinceramente que não sejam práticas correntes de empresas e instituições que sejam dignas de receber esta denominação. Mas são reais. Isso é fato.
Com a palavra, os especialistas e os responsáveis...
14.7.17
11.5.17
Não, não vou me calar!
O dia de ontem, 10/05/2017, foi sui generis e muito importante, embora o
evento do depoimento do Lula em si não se tratasse de nada absurdamente normal,
como fez questão de ressaltar o próprio Juiz Sérgio Moro.
As redes sociais e a mídia
tentaram e mostraram uma “polarização”, tal qual nas últimas manifestações e no
processo de impeachment. O presidente
Michel Temer criticou essa polarização dos nossos dias, chamando-a de “embate
permanente”, e pedindo o fim da “raivosidade” da sociedade, que seria uma forma
de pacificar o país...
Alguns amigos também fizeram
questionamentos à minha postura de enfrentar o debate, contra argumentar e
gerar polêmicas inúteis com pessoas que não estão dispostas a enfrentar a
realidade e aceitar a verdade: que fomos assaltados por uma cleptocracia que
corrompeu os fundamentos de nossa sociedade e de nossa nação.
Pois bem. Toda essa atmosfera me
fez pensar novamente a esse respeito, pois há algum tempo eu próprio já vinha
me questionando: vale a pena? Compensa enfrentar incansavelmente as mentiras e
as meias-verdades, as respostas corretas para as perguntas erradas, o cinismo, a
arrogância, a desfaçatez e a completa falta de caráter de alguns próceres, que
permeiam todo o tecido social e ecoam no discurso vazio e robotizado de boa
parte do povo brasileiro, dos mais cultos e intelectuais aos mais humildes?
Há algum tempo eu assisti pelo
Youtube a uma audiência do Papa Francisco, na qual ele ressaltava o dever
cristão de participar da Política – com “P” maiúsculo - ou seja, buscar o
interesse de todos, o bem comum. Segundo Sua Santidade, esta seria a maneira
mais nobre e efetiva de praticar a caridade, uma das maiores – senão a maior –
virtudes cristãs. E eu concordo. A boa política visa o bem comum, o bem de
todos!
Algumas palavras de personagens
da história – e da minha história – também fizeram parte dessa reflexão. Entre
elas, a de Martin Luther King: “O que me preocupa não é nem o grito dos
corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O
que me preocupa é o silêncio dos bons. ”.
Lembrei-me de uma música dos tempos do grupo de jovens na Igreja de Nossa
Senhora de Fátima, em Varginha: “O profeta”, baseado na passagem do Profeta
Jeremias (Jr 1,5):
Tenho de gritar, tenho de
arriscar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como não
falar se Tua voz me queima dentro?
Tenho de andar, tenho de lutar,
ai de mim se não o faço!
Como escapar de Ti? Como não
falar? Se Tua voz arde em meu peito.
Também fez parte desse momento a
passagem do procurador Deltan Dallagnol em seu livro, na qual refere-se às suas experiências frustradas de ver prevalecer a justiça, e a súbita vontade de
desistir. Quase que uma reprise do “Triunfo das Nulidades”, de Ruy Barbosa, texto
ao qual meu pai sempre se refere quando falamos de política... Uma amiga minha
chamou-me a atenção pela paciência e frieza do juiz Sérgio Moro no
interrogatório do Lula, insistindo e persistindo perante a desfaçatez e empáfia
do fulano...
Tudo isso junto e misturado só
fez reforçar minha convicção de que não podemos desanimar: foi justamente por
confundir a política com civilidade – sim, um de seus sinônimos – que deixamos
a gritaria dos poucos maus (enganados, auto enganados, ou simplesmente pilantras
mesmo) prevalecer sobre o silêncio da imensa maioria dos bons, reforçando o discurso
de Luther King. Como já dizia o famoso Marquês de Maricá, “Aprovamos algumas
vezes em público por medo, interesse ou civilidade, o que internamente
reprovamos por dever, consciência ou razão”.
Não, não vou me calar. Vou
enfrentar até o fim dos meus dias a mentira, a falta de caráter, a corrupção.
Para os desavisados ou dissimulados, incluídos aí V. Excia., o presidente Temer,
não se trata de ódio ou “raivosidade”, mas de indignação. Afinal, como disse
Santo Agostinho, “A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem;
a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las”. Não me faltam motivos para a
indignação, e não me falta coragem para enfrentar a longa e árdua batalha à
qual me lancei!
E, para finalizar, mas também justificando minha tomada de posição e
tentando motivar todos aqueles que ainda permanecem na dúvida ou na “zona de
conforto”, vai aqui outra citação que conheci no maravilhoso filme "Tears of Sun" - Lágrimas do Sol (2003),
com Bruce Willis e Mônica Bellucci, que ao final exibe a frase de Edmund Burke (1729
- 1797) “Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.”
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