14.11.19

Relembrando uma discussão de 2006, para não esquecer os crimes do Petismo!

Meu caro.
 
Contradições em qualquer discurso 'lulopetista' são como grãos de areia na praia... Dá até um certo tédio comentá-las. Em todo caso, em respeito ao fato de você ter se preocupado em me enviar este texto, me senti á vontade para tecer algumas considerações, que seguem abaixo.
 
Quero deixar claro que minha intenção jamais seria mudar sua opção, sua opinião e seu voto. São seus direitos inalienáveis e quase sagrados. Minha intenção é deixar-te claro que nem todos somos vulneráveis à todas essas mentiras e engodos.
 
Diz um ditado árabe que "o diabo fala a verdade nove vezes apenas para mentir de forma convincente na décima vez". E é assim, entremeando verdades e mentiras, misturando fatos, versões e opiniões, e dividindo as pessoas de bem, que o mal vai ocupando os espaços. "Pelos seus frutos os conhecereis: não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvora má dar bons frutos". Esse é o melhor conselho a ser aplicado nessas horas...
 
 
Um cordial abraço,

Luis
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De: xx@xx
 Enviada em: segunda-feira, 16 de outubro de 2006 11:32
Para: xx@xxx
Assunto: RE: Para refletir...

Vejamos agora, qual é a opinião de frei Betto, lulista convicto, apesar de meio decepcionado, e com toda uma história de luta a favor dos miseráveis, sobre o segundo turno das eleições:

CARTA ABERTA AOS ELEITORES CRISTÃOS
                                                        Frei Betto
 A 29 de outubro escolheremos quem governará o Brasil nos próximos 4 anos: Lula ou Alckmin. Os dois são cristãos. Os dois nunca deram mostras de tendência fundamentalista, a de querer submeter a política à autoridade de uma Igreja ou religião.
- Diga isso ao Arcebispo do Rio de Janeiro, que recebeu até liminar proibindo qualquer comentário sobre a proposta abortista de Lula et caterva que tramita em segredo na Câmara... Leia o estatuto do PT e verá que não é somente a religião, mas a cultura e tudo o mais que DEVE ser submetido à "autoridade". Nada escapa à sanha autoritária PeTralha.
A política é laica, ou seja, neutra em matéria de religião.
- Errado. Um governante sem fé tudo pode, pois não haverá de confrontar suas vontades com as leis de Deus. O cara ainda diz que escreve isso para "ELEITORES CRISTÃOS" com essa desfaçatez? É muita cara de pau!!!  Está na Mensagem a Laodicéia (Carta ao Povo Julgado): "Conheço as tuas obras: não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas como és môrno, nem frio nem quente, vou vomitar-te!". Estado Laico é um Estado môrno. Essa conversa serve apenas para subjugar os valores morais dos verdadeiros cristãos.
Ela visa ao conjunto da população, sem levar em conta as convicções religiosas do cidadão ou cidadã. A todos o governo tem a obrigação de servir, assegurando-lhes direitos, proteção e o mínimo de bens para que possam viver com dignidade.
Se nenhuma religião tem o direito de tutelar a política, isso não significa que a política deva se confinar no pragmatismo do jogo de poder. A política se apóia em valores éticos. E nós, cristãos, temos como fonte de valores a Palavra de Jesus. É à luz do Evangelho que avaliamos todas as esferas da atividade humana, inclusive a política ­ que é a mais importante delas, pois influi em todas as outras.
- Errado. A construção do Reino de Deus e da Sua Justiça são mais importantes do que a ação política, que deve ser fruto daquelas e norteada por elas. "Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais lhes será dado em acréscimo".
Para Jesus, o dom maior de Deus é a vida. Está mais próxima do Evangelho a política que favorece condições dignas de vida à maioria da população. É neste ponto que as políticas do PSDB e do PT ganham contornos diferentes.
- Errado. Para Jesus, os maiores dons de Deus são o amor e a obediência à Ele. Tanto que ele sacrificou sua vida por obediência ao Pai e por amor aos homens. E Ele mesmo disse: "Quem quiser salvar sua vida, perde-la-á, mas quem perder sua vida por amor ao próximo, ganha-la-á".
Os dois partidos tiveram desvios éticos? Sem dúvida. Como ironiza Jesus, atire a primeira pedra quem não tem pecados. Errar é humano. Persistir no erro é abominável. Se um membro da família erra, não se pode condenar por isso toda a família. O grave é quando a família toda abraça o caminho do erro.
Este foi o caso do PSDB, partido de Alckmin, nos 8 anos em que FHC (Fernando Henrique Cardoso) governou o Brasil (1994-2002). Empresas públicas foram privatizadas. Grandes empresas brasileiras ­ Vale do Rio Doce, Embratel, Telebrás, Usiminas etc - patrimônios do povo brasileiro, cujos lucros engordavam os cofres do Estado, foram vendidas a preço de banana, e os lucros passaram a ser embolsados por corporações privadas, muitas delas estrangeiras.
- Olha a baita contradição: se quem privatizou foi o FHC (=membro da família), e não o Alckmin, então porque este é também "culpado" ? Isso não é culpar "toda a família"? Pela lógica do texto, posso deduzir então que se alguns dos PeTralhas (=membros) cometeram crimes, então todos (=família) são criminosos? Não é exatamente o oposto do que tenta nos dizer o "Frei" ? Aliás, a propósito desse assunto, sou totalmente a favor da privatização. A julgar pelo sucesso da privatização da Telebrás, da Embraer e da Vale, logo estaríamos pagando R$ 0,75 (isso mesmo, setenta e cinco centavos) pelo litro da gasolina, igual à nossos "hermanos" Venezuelanos, para quem a Petrobrás refina e exporta gasolina a esse valor... Além disso, não teríamos PeTralhas infiltrados em Estatais e Fundos de Pensão com o único intuito de enriquecer e fazer "caixa 2". É por isso que o PT morre de medo das privatizações. E acho que essa frase final, "o grave é quando toda a família abraça o caminho do erro" é mais um ato falho. Afinal, em termos de "família abraçando o caminho do erro", o PT é um belíssimo exemplo... Não apenas de "desvios éticos", mas de crimes mesmo. Por isso é que os chamo de PeTralhas. O que é pior: vender uma Estatal ou roubar uma Estatal?
Lula não privatizou o patrimônio público.
- É verdade. Ele PeTizou o patrimônio público: tornou-o propriedade particular dos petistas! Precisamos urgentemente reestatizar a Petrobrás, os Correios, a Eletrobrás, Furnas, Itaipú... Todas eram nosso patrimônio, que está sendo dilapidado por petistas incompetentes, corruptos e ávidos por dinheiro...
Eleger Alckmin pode ser o primeiro passo para a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal  e dos Correios.
No governo FHC, as políticas sociais eram tímidas e assistencialistas. O Comunidade Solidária era uma iniciativa nanica comparada à grandiosidade do Bolsa Família, que hoje distribui renda para mais de 40 milhões de pessoas. Graças a isso, de cada 100 brasileiros que viviam na miséria, nos últimos 4 anos 19 passaram à classe média.
- Sim. Issoé quase uma verdade. Porquê a renda da "Classe Média" caiu 37%  no maravilhoso governo Lula. Ou seja: o milagre não é melhorar a vida dos miseráveis, mas tornar mais pobres aqueles que ainda tinham conseguido alguma coisa na vida...
No governo Lula houve, sim, desvios éticos: o caso Waldomiro Diniz; o 'mensalão' e os 'sanguessugas'; a quebra do sigilo bancário do caseiro de Brasília; o dossiê contra Serra. Não há nenhuma prova de que o presidente soubesse antecipadamente dessas operações inescrupulosas. E ao virem a público, ele tratou de demitir os envolvidos.
- Errado e errado: "Desvios éticos" não: crimes! E "ele" não "tratou de demitir os envolvidos", mas os poucos que foram afastados o foram "a pedido", o que dispensa comentários. E sabe porquê, meu caro Jean? Porque um funcionário público demitidido, dispensado "a bem do serviço público" não pode, nunca mais, servir à nenhum orgão da administração direta ou indireta, nos três níveis de Governo. E Lulinha não iria querer isso para "os meninos", seus "companheiros", não é?
No governo FHC, dinheiro público foi usado para tentar socorrer bancos privados: o Proer. O Banco Econômico recebeu R$ 9,6 bilhões. Instalou-se uma CPI que, controlada pelo Planalto, justificou a maracutaia e nunca investigou a Pasta Rosa que continha os nomes de 25 deputados federais subornados pelo Econômico. Houve ainda os casos dos precatórios; da compra de votos para aprovar a emenda constitucional que permitiu a reeleição de FHC; do socorro aos bancos Marka e FonteCidam no valor de R$ 1,6 bilhão (os tucanos impediram a instalação da CPI para investigar o caso); as falcatruas na Sudam etc.
Nada foi apurado, porque o Procurador-Geral da República, Geraldo Brindeiro, conhecido como ³engavetador-geral², engavetou, até maio de 2001, 242 processos contra o governo e arquivou outros 217, livrando os suspeitos de qualquer investigação: 194 deputados federais, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros, e o próprio presidente da República.
- Se tudo isso fosse verdade, e se tudo fosse tão claro assim, porquê o governo Lula, probo, honesto, defensor da ética e cumpridor de seus deveres morais não tratou de investigar tudo assim que tomou posse, e mandar todos para a cadeia??? Hein? Será porquê é melhor ficar disparando essas bravatas a qualquer nova falcatrua PeTralha que aparece todo dia? Só de juros aos Bancos, meu caro Jean, o (des)Governo Lula já pagou mais de 15 PROER's. Isso sem contar o roubo que é o tal "crédito consignado", verdadeir assalto à velhinhos  aposentados e funcionários públicos endividados até os cabelos e pagando juros de agiota, com a recomendação e a benção do Governo Lula. O BMG que o diga...
O governo FHC tratou os movimentos populares como caso de polícia, e não de política. Remeteu o Exército para reprimir o MST e os petroleiros em greve. Lula jamais criminalizou movimentos sociais e, sob o seu governo, a Polícia Federal levou à prisão gente graúda, dos donos de uma grande cervejaria a juízes, e inclusive petistas envolvidos no caso do dossiê anti-Serra.
- É mesmo. Prenderam dois bagrinhos Petralhas, que já foram soltos... e nem puderam mostrar as fotos da dinheirama suja. Já as donas da Boutique e os donos da Cervejaria... E chamar o MST, aqueles guerrilheiros marxistas-trotkistas de "movimento social" é abusar da boa vontade alheia, né?
O governo Lula reforçou a soberania do Brasil.
- É verdade. Inclusive a Bolívia... A BO-LÍ-VIA nos respeita pra caramba, meu!!! Mas nós somos melhores que o Haiti!!!
Repudiou a Alca proposta pelo governo Bush; condenou a invasão do Iraque; visitou a cada ano países da África; abriu as portas de nossas universidades a negros e indígenas; estendeu energia elétrica aos mais distantes rincões; manteve a inflação sob controle;
- Pô, ele podia ao menos reconhecer a paternidade do Plano Real, aquele mesmo ao qual o PT era radicalmente contra!
impediu a alta do dólar; reduziu os preços dos gêneros de primeira necessidade; ampliou o poder aquisitivo dos mais pobres, através do aumento do salário mínimo.
- E com toda essa "bondade" está levando à falência milhares de homens honestos e trabalhadores que retiram do chão o seu sustento e o de milhões de outros: os agricultores!
Lula ainda nos deve muito do que prometeu ao longo de suas campanhas presidenciais, como a reforma agrária. Porém, o Brasil e a América Latina serão melhores com ele do que sem ele. Se você está convencido disso, trate de convencer também outros eleitores.
- Errado: Lula deve muito, mas a maior dívida dele nem é mais conosco, com o povo. E duvido que tenha condições de pagá-la nesta vida, embora, como Cristão, reconheça que as portas do Reino de Deus sempre estarão abertas para qualquer pecador que se arrependa...

Vamos votar na vida ­ e 'vida para todos' (João 10,10). Vamos reeleger Lula presidente!
- Errado: a "vida para todos, e em abundância" é dada por Deus para aqueles que seguem e ouvem Seu "filho muito amado". Aqui na terra, vamos votar na honestidade, na verdade, no trabalho: vamos votar em Geraldo Alckmin!
Frei Betto é frade dominicano e escritor, autor de 53 livros, e assessor de movimentos sociais
- Faltou completar: Frei Betto é defensor da "Teologia da Libertação" condenada por dois papas, defensor dos regimes totalitários espalhados pelo mundo, relativiza o genocídio de milhões de inocentes em nome do socialismo e é unha e carne com o ditador Fidel Castro. Além disso, em várias oportunidades tentou justificar os atentados terroristas de 11 de setembro. Acha normal a existência dos homens-bomba e a sanha odiosa que professam contra o Ocidente. E faz parte da "família" PeTralha que "abraçou o caminho do erro".

20.9.19

O que penso do governo do PR Jair Bolsonaro.

Uma pequena analogia para demonstrar o que penso sobre o governo Bolsonaro (e a missão do próprio PR): quando micróbios atacam nosso organismo, a reação de nosso sistema de defesa nos assusta, com febre, calafrios, dor de cabeça, entre outros sintomas. E até mesmo causa nojo, como no caso do catarro e do pus que o organismo produz e expele. Mas o verdadeiro mal nós vamos percebendo aos poucos - quando e se isso ocorrer - como os exames, os cuidados médicos. Nossa pátria, nossa sociedade, nossa economia - ou seja, nossas vidas - foram e continuam a ser atacadas incessantemente por diversos males, e a reação aí está: a alguns de nós essa reação causa nojo, a outros, desconfortos e até mesmo outras dores. Mas a causa, o verdadeiro mal, vai se revelando aos poucos (ou descaradamente, em alguns casos), assim como os seus artífices. Minhas intenções, esforços e orações são para que o paciente - o Brasil - consiga superar, sobreviver e recuperar-se desse estado lastimável a que fomos conduzidos pelas forças do mal.

1.9.19

Discurso do Embaixador Nestor Forster Jr. na condecoração de Olavo de Carvalho com a Ordem do Barão de Rio Branco

Quero mais uma vez dar as boas-vindas a todos que nos acompanham nesta cerimônia singela, mas plena de significado. A concessão de medalhas e condecorações faz parte da rotina da vida cívica e militar. No Brasil, todo ano, são distribuídas comendas a brasileiros e estrangeiros que se destacam por seu serviço e mérito. No entanto, a decisão do Presidente da República Jair Bolsonaro de conceder ao professor Olavo de Carvalho a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco nada tem de rotineira, mas, ao contrário, possui um caráter verdadeiramente extraordinário.
Em primeiro lugar, é desnecessário dizer o professor preenche com sobra os critérios fixados no regulamento da Ordem de Rio Branco, de “serviços ou méritos excepcionais” ao Brasil. Se tomarmos apenas o fato bruto de sua vasta obra publicada, mais de vinte volumes, que tratam dos mais variados temas filosóficos, desde a hermenêutica aristotélica, passando pela crítica a Maquiavel e Descartes e ao questionamento dos fundamentos da filosofia moderna, pelo magistral panorama da evolução da cultura ocidental à luz do materialismo e da religião civil em O Jardim das Aflições, até a formulação de uma teoria original para a compreensão do fenômeno da mentalidade revolucionária desde o seu surgimento, para não falar de seus best-sellers de crítica cultural, O Imbecil Coletivo e O Mínimo que Você Precisa Saber para não ser um Idiota.
Mas a contribuição de Olavo de Carvalho à filosofia e à cultura brasileira certamente ultrapassa a sua obra publicada: juntamente com a atividade de filósofo, escritor e jornalista, ele desenvolveu, desde a década de 80, uma atividade docente igualmente original: a formação de uma nova classe intelectual no Brasil, buscando o resgate e a redenção da alta cultura em nosso país. Como se conectado a uma fonte perene de conhecimento e sabedoria, o professor não pára de ensinar há mais de 40 anos, por todos os meios a seu alcance, em cursos, seminários, livros, apostilas, artigos de jornal, podcasts, hangouts, live streaming, cursos online, etc.
O Professor Olavo de Carvalho foi reconhecido por alguns dos maiores intelectuais brasileiros das mais variadas origens e orientações: de Jorge Amado ao Embaixador Roberto Campos, que por sinal morou aqui nesta casa, e que reconheceu em Olavo “um filósofo de grande erudição”. Carlos Heitor Cony afirmou que Olavo de Carvalho se destaca “porque pensa, reflete, e é de uma honestidade intelectual que chega a ser cruel”. Herberto Sales disse louvar “a coragem e a lucidez de suas idéias e a maneira admirável como as expõe”; colheu elogios e apreço do embaixador José Oswaldo de Meira Penna, do escritor Josué Montelo, e de tantos outros.
Quem o conhece sabe que ele é de uma generosidade de caráter e de uma bondade absolutamente extraordinárias, sempre pronto a ajudar o próximo, mesmo com sacrifício pessoal. Isso faz dele, mais do que um intelectual ou um filósofo, um homem verdadeiramente sábio, que busca viver o que sabe e ensina.
É impossível, nestas breves palavras, fazer justiça à vastidão quase ilimitada de seus interesses filosóficos, à profundidade de seus insights, à amplitude das questões filosóficas clássicas que enfrentou com originalidade, se não mesmo as que identificou e formulou por conta própria. Ao contrário dos pseudo-luminares acadêmicos que passam a vida estudando a obra de um só filósofo e jamais enxergam a densa e bela floresta do conhecimento e da sabedoria, o Professor Olavo de Carvalho dedicou a sua vida a empregar o método filosófico para conhecer algo chamado a realidade. A sua definição de filosofia como “a busca da unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa” sintetiza perfeitamente o seu projeto e as suas realizações.
Permitam-me a destacar apenas três dessas realizações no campo filosófico, que a mim parecem mais salientes:
A primeira: Olavo de Carvalho propôs o que chamou de “nova perspectiva” para ler Aristóteles, articulando quatro obras de Aristóteles, a Poética, a Retórica, a Dialética (os Tópicos) e a Analítica (Lógica) em sua “Teoria dos Quatro Discursos”. Em uma frase, em sua formulação original, “o discurso humano é uma potência única, que se atualiza de quatro maneiras diversas: a poética, a retórica, a dialética e a analítica (lógica)”. O professor percebeu, em genial intuição, a unidade que existe entre essas quatro ciências do discurso, que constituem graus de crescente credibilidade, numa escala que começa com o discurso do imaginável próprio da poética, passando para o discurso do verossímil, na retórica, ao discurso do provável na dialética e finalmente ao discurso da demonstração que encontramos na lógica. Olavo mostra que esses quatro degraus surgiram historicamente nessa ordem, que nenhuma cultura começou com o discurso retórico antes de ter desenvolvido o discurso poético, e assim por diante. Os inúmeros insights que decorrem dessa teoria ainda vão inspirar muitos estudos e constituem talvez a maior contribuição original à compreensão da obra de Aristóteles feita por um filósofo brasileiro.
Segunda: Todos aprendemos que a filosofia moderna começa com a dúvida radical que teria levado Descartes a perceber o cogito ergo sum, conforme expôs em suas Meditações de Filosofia Primeira. Pois o professor Olavo de Carvalho resolveu reconstituir passo a passo a investigação ali proposta por Descartes, seguindo o método sugerido por Paul Friedländer em sua obra clássica sobre Platão, e descobriu que o pai da filosofia moderna cometeu enorme engano ao propor a dúvida metódica como fundamento de um conhecimento mais seguro do que aquele da filosofia clássica ou da escolástica. Para quem quiser seguir o itinerário proposto pelo Professor, sugiro que leia sua obra Visões de Descartes ou assista as diversas aulas de seu curso online sobre o tema.
Finalmente, dentre as inúmeras contribuições originais de Olavo de Carvalho à Filosofia Política e à Ciência Política, a definição científica do fenômeno da mentalidade revolucionária está certamente entre as de maior alcance. Objeto de aulas, artigos e palestras, a teoria formulada pelo Professor mostra que, desde suas origens mais remotas, nos movimentos messiânicos e apocalípticos dos séculos XIV e XV, todas as revoluções subseqüentes, da francesa à soviética, chinesa, cubana, etc. possuem uma característica comum: todas essas revoluções projetos de reforma integral da sociedade, do mundo, da natureza, mediante uma inédita concentração de poder nas mãos da elite revolucionária, detentora exclusiva do conhecimento redentor, da mesma forma que os líderes gnósticos do passado se julgavam portadores das chaves para o paraíso, não mais no fim dos tempos, mas dentro do tempo histórico. E essa concentração de poder decorrente do alegado conhecimento de um suposto “mundo melhor” opera com base na inversão do sentido do tempo. O comum dos mortais vive em um presente em fluxo permanente, desde um passado que não pode ser mudado, e por isso pode ser conhecido, em direção a um futuro desconhecido, mas moldável de acordo com os desejos humanos. Para a mente revolucionária, como a descreveu o Professor, opera-se uma inversão fundamental desse sentido habitual do tempo que temos todos. É em nome de um futuro conhecido e anunciado pela elite revolucionária que ela concentra o poder no presente e reescreve o passado, que já não é mais imutável, mas é refeito constantemente em função do projeto futuro.
É esse conceito fundamental da filosofia do nosso agraciado que permite explicar por que a revolução americana não foi propriamente uma revolução: ela não alterou o sentido comum do tempo histórico e, em vez de concentrar poder, distribuiu o poder da metrópole entre as treze colônias originais; e em vez de destruir as tradições, preservou-as. Essa é uma contribuição fundamental do Professor Olavo de Carvalho que ainda aguarda publicação em forma de livro.
Sras. e Srs.,
Talvez o aspecto mais visível do caráter extraordinário dessa homenagem ao professor, é que não se trata apenas de uma homenagem do Presidente da República, de nosso Chanceler e de todo o Itamaraty, de seus milhares de alunos no Brasil e no exterior, mas de todos os brasileiros de bem que, cansados de ver a pátria aviltada e assaltada por criminosos, saíram às ruas em protesto com cartazes em que proclamavam “Olavo tem razão”.
Mas no que exatamente Olavo tem razão?
Considerada a amplitude da obra de Olavo de Carvalho, a frase adquire o caráter de um símbolo com inúmeros significados. Olavo certamente tem razão no diagnóstico da patológica decadência cultural do nosso país: ao longo dos últimos 40 ou 50 anos, nossas expressões culturais foram quase todas reduzidas ao nível meramente antropológico, fruto da traição dos intelectuais que trocaram a busca da verdade e do conhecimento pela vassalagem à ideologia e às benesses do poder, nas universidades e na mídia, a serviço do marxismo cultural e de um projeto de poder totalitário, frontalmente contrário aos valores mais caros do povo brasileiro.
Olavo tem razão também quanto ao tratamento que recomenda para curar essa doença espiritual: a recuperação de nossa alta cultura, o revigoramento de nossas mais elevadas tradições na literatura e na crítica literária, na filosofia, na historiografia, na música e nas artes. Em uma palavra, na restauração da inteligência e do amor à verdade. E é a esse enorme projeto de restauração cultural que ele tem dedicado o melhor de seus esforços.
É esse projeto de restauração cultural do Professor Olavo de Carvalho que acredito traz um certo paralelo com a grande obra do patrono de nossa diplomacia, cujo lema, que constava de seu ex-libris, era ubique patriae memor “em toda parte me lembrarei da pátria”, que está gravado na condecoração. O Barão, usando os seus inigualados conhecimentos de história, geografia e cartografia do Brasil do período colonial, conseguiu, por meio da negociação diplomática, acrescentar ao território nacional uma área equivalente ao atual território de França e Alemanha combinados.
Eu diria que, com o mesmo espírito patriótico, de quem se lembra do solo materno mesmo longe dele, porque o traz consigo em seu íntimo, o Professor Olavo de Carvalho reconquistou para o Brasil territórios espirituais talvez ainda mais extensos. Ele recolocou em circulação idéias, conceitos, e autores que haviam desaparecido, não só de nossas livrarias e bibliotecas, mas de nossa memória e imaginação. O Professor venceu a ditadura esquerdista que dominava a vida intelectual brasileira até poucos anos atrás, fingindo possuir o monopólio do que poderia ser pensado.
O Professor Olavo de Carvalho trouxe de volta, ou colocou em circulação pela primeira vez, um sem número de autores brasileiros como Gustavo Corção, Miguel Reale, José Geraldo Vieira, Mário Ferreira dos Santos, o Otto Maria Carpeaux da monumental História da Literatura Ocidental, Fidelino de Figueiredo, Álvaro Lins, os nossos José Guilherme Merquior e José Oswaldo Meira Penna, Bruno Tolentino, Paulo Mercadante, o Pe. Leonel Franca, para ficar só nesses.
E fez o mesmo por filósofos como Ortega y Gasset, Julian Marias, e Xavier Zubiri, Hugo de S. Vitor, Joseph Marechal, André Marc, e Louis Lavelle, René Girard, Eric Voegelin, Giovanne Reale, Leszek Kolakowski, Dietrich von Hildebrand, Bernard Lonnergan e Roger Scruton; historiadores como Hyppolite Taine, Ricardo de la Cierva, Régine Pernoud, Johann Huizinga, Leopold Von Ranke; escritores como Leon Bloy, Julian Green, François Mauriac, Alain, Georges Bernanos, Flannery O’Connor e Jakob Wasserman ; por estudiosos da psicologia como Maurice Pradines ou Lipon Szondi, cientistas políticos Bertrand de Jouvenel, historiadores da cultura, como Christopher Dawson, Alois Dempf, Ernst Robert Curtius; historiadores da filosofia, como Paul Friedländer, Frederick Coppleston, Gullermo Fraile; historiadores da Igreja Malachi Martin, críticos literários como F. R. Leavis, Northrop Frye; críticos da cultura como Richard Weaver, Roger Kimball, Henry Redner, críticos da ciência como Wolfgang Smith… A lista não tem fim, e esses são só os de primeiríssima linha…
Olavo recuperou imensidões intelectuais e espirituais para a vida cultural do Brasil.
Para encerrar, quero lembrar um dos capítulos da obra “O Futuro do Pensamento Brasileiro”, que o Professor Olavo de Carvalho publicou em 1997. Ali, ele busca investigar o que o Brasil tem a dizer ao mundo e quais as nossas contribuições que deverão sobreviver à passagem dos séculos. Na esfera do pensamento, ele identifica quatro contribuições que “são os pontos mais altos alcançados pelo pensamento brasileiro no seu esforço de cinco séculos para erguer-se à escala do universalmente humano.” São eles: a sociologia de Gilberto Freyre, o pensamento jurídico e político de Miguel Reale, a obra crítica e historiográfica de Otto Maria Carpeaux, e a filosofia de Mário Ferreira dos Santos.
Não tenho a menor dúvida de que, daqui a muitos anos, quando Nosso Senhor já tiver chamado o Professor Olavo de Carvalho para junto de Si, o estudioso que procurar repetir essa investigação, sobre o que há de perene e universal no pensamento brasileiro, haverá de acrescentar um quinto lugar à mesa, destinado ao pensamento e à filosofia de Olavo de Carvalho.
Quero mais uma vez agradecer ao meu querido amigo e Professor Olavo de Carvalho por tudo o que tem feito pela cultura brasileira, e cumprimentá-lo e à sua família aqui presente, à sua mulher Roxane, seus filhos Pedro e Leilah, por essa condecoração e tudo o que ela simboliza como reconhecimento de uma vida à serviço da busca da verdade e do conhecimento.
Muito obrigado

26.8.19

Belíssima oração da manhã que aprendi com minha saudosa mamãe, Maria José Vilela de Paulo.

Senhor,
No silêncio deste dia que amanhece
Venho pedir-te a paz, a sabedoria, a força e a coragem.
Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor.
Ser paciante, compreensivo, manso e prudente,
Ver além das aparências teus filhos
Como tu mesmo os vês,
E assim não ver mais que o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos à toda maldade,
E que só de bençãos encha o meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre
Que todos os que se achegarem a mim
Sintam a Tua presença.
Reveste-me de tua beleza, Senhor,
E que no decorrer deste dia e deste ano
Eu Te revele a todos.
Amém.

18.6.19

Relembrando o Dia do Palíndromo - Publicado em 20/02/2002

No dia 20 de fevereiro de 2002, ocorreu, durante um minuto, um evento que só aconteceu uma vez há mais de mil anos e que nunca mais ocorrerá !

Às 20 horas e 02 minutos do dia 20 de fevereiro do ano 2002 ou, em marcação digital: 20:02 20/02 2002 ou em qualquer outra ordem, como ano, dia, mês, hora: 2002 20/02 20:02.

É um registro com perfeita simetria numérica, chamado palíndromo ou capicua como é conhecido em Portugal.

Dividindo tudo por 2, encontramos outro momento às 10:01 do dia 10 de janeiro de 1001, há mais de mil anos atrás. Mas a última ocasião em que teria ocorrido tal padrão simétrico teria sido às 11:11 do dia 11 de novembro de 1111, a 891 anos atrás. Ocorre que naquela época os relógios digitais não existiam, e nem relógio mecânico que só foi inventado em 1275. Além disto naquela época o calendário vigente era o Juliano e não o Gregoriano que adotamos atualmente desde 1585. Por isso fica difícil precisar quando exatamente teria ocorrido uma situação semelhante, uma data em que se pode ler tanto de trás para frente como de frente para trás.

Só nos resta aguardar o dia 21/12 às 21:12 do ano de 2112.

Enquanto isto você pode despertar a curiosidade dos alunos desprezando as horas e pesquisando datas "palíndromas" que teriam ocorrido e que provavelmente ocorrerão no futuro como o 30 de março de 3003. Isto, é claro, se continuarmos fazendo nossa parte na preservação do planeta Terra.

Curiosidades à parte é importante que se tenha claro que tais coincidência não tem nenhum sentido ou valor para o matemático. 

Extraído de http://www.matematicahoje.com.br/telas/cultura/curiosidades/curiosidades.asp?aux=H

21.12.18

Mensagem de Natal e de Ano Novo.


Finalmente! Demorou, mas chegou...

Aquela época do ano que ilumina nossa face, faz brilhar nossos olhos e faz-nos sorrir mais, e mais facilmente. O final do ano, as festas! O Natal, e depois o Ano Novo!

Há mais de dois mil anos, em uma gruta da pequenina cidade de Belém, na Judéia, um menino nasceu. Uma luz brilhou sobre a escuridão, um Salvador nos foi dado por Deus! Indiferente à sua crença, e quer você creia ou não, esse fato mudou a história da humanidade, e marcou para sempre não só esta época do ano, mas toda a nossa vida.

Natal é a época da alegria, da reconciliação, do perdão. De rever e contatar velhos e novos amigos, companheiros de jornada e de trabalho. Natal é a festa da família, da amizade, das crianças, Natal é a festa da esperança, da luz, da paz e do amor. Que possamos celebrar lembrando-nos desse momento histórico, do amor de Deus, e de que somos, afinal, a grande família de Deus, na qual é indiferente sermos – tal como aqueles personagens do presépio - pais, mães, filhos, irmãos, amigos, pastores, magos, anjos ou as mais simples criaturas que, ao redor da manjedoura, admiram a tudo e a todos mesmo sem entender realmente o que se passava ali...

Depois virão os festejos do novo ano. Vamos nos despedir de um ano particularmente difícil. Muitos daqueles que festejaram conosco em primeiro de janeiro de 2018 já não estão conosco. Deixaram-nos, e deixaram um imenso vazio, a saudade. Cumpre-me lembrar de meu querido pai, Antônio Francisco de Paulo, que faleceu em Campos Gerais-MG em 12 de junho. Que você se lembre também, nesse momento, de todos aqueles que partiram durante a jornada desse ano que se finda: vamos honrar sua memória praticando seus ensinamentos, relembrando os momentos felizes que passamos juntos, e assim alimentar a chama da esperança de reencontrá-los na vida eterna.

E nós, que aqui chegamos, festejaremos e continuaremos a nossa jornada pelo novo ano, com o intuito de cumprir nossa missão de aprender a viver, de praticar o bem, a justiça e mantermos a fé, e assim nos tornarmos melhores a cada dia, e também tornarmos esse nosso mundo melhor. O novo ano já vem, carregado de esperança e de oportunidades. A vida se renova, se apresenta nova como cada dia que amanhece. Que possamos todos caminhar juntos na mesma direção, nesse mundo novo e melhor que continuaremos a construir no novo ano!

Feliz Natal! Feliz Ano Novo de 2019 para você e todos os seus!
São os meus votos e de toda a minha família.

Luis Gonzaga de Paulo
Curitiba-PR, em 21 de dezembro de 2018.

15.11.18

Lularápio encontra-se finalmente com seu destino.

Lularápio encontra-se finalmente com seu destino. Tal como Saddam Hussein em seu julgamento, vocifera e esbraveja com a Juíza, que já sinalizou ouvi-lo de forma protocolar, dado que a profusão de provas leva somente a um resultado: a condenação, ou como ela mesma disse, "a sentença que eu ou um colga meu irá proferir".

Pego em seus delírios popularescos e dono de uma soberba que faz pensar-se imbatível, espuma de raiva por ser condenado por migalhas: tanto fez, tanto mentiu e tanto roubou que deve remoer-se por ter sido pego pela justiça, apesar de ter engendrado tão perfeito plano. "Como sou condenado por essa miséria de Triplex, um terreninho e um sitiozinho de m... ?", deve perguntar-se diuturnamente... E seguirá para a segunda, a terceira... talvez até a sétima condenação. E outras que ainda estão por vir, como por exemplo as da caixa preta do BNDES, Eletrolão, Fundos de Pensão...

Arrogante, tosco e cínico, continuará perguntando "Cadê as provas? Cadê a escritura do Triplex? Cadê os recibos do sítio?", tentando mascarar  que alguém em sua posição sabe perfeitamente que a lavagem de dinheiro é exatamente a ocultação de patrimônio. Mas que também sabe que mentir é a única esperança para manter a militância ativa e a aparente aura de ser mais honesto do mundo, que o torna santo para cúmplices, idiotas úteis e pobres iludidos.

Alguns diriam: triste fim de alguém que tinha tudo para ser o salvador da pátria. Eu, que já enxergava nas bravatas do "sindicalista" a falta daquele caráter que emoldura os verdadeiros líderes, digo: encontrou-se com seu destino. Procurou com as mãos, com as palavras e com as companhias que escolheu, e encontrou o que procurava. Mas isso não amenizará em nada o sofrimento que causou, os danos que deixará como legado e que exigirá um imenso esforço de nossa geração e das vindouras para a reparação.

19.9.18

O verdadeiro começo do fim

2018-09-12 | Carla Pola

Engraçado. Hoje eu me peguei pensando no Lula. Imagino o quanto deve estar desesperado por ter que passar o bastão para o Haddad.
Como psicopata que é, conforme o livro de Ponerologia o coloquei na categoria dos caracteropatas, aqueles que precisam de holofotes, que precisam aparecer o tempo todo subjugando todos a sua volta.
O Lula foi um homem que passou por cima de tudo e de todos para chegar ao poder. Entregou companheiros de sindicato aos militares, destruiu a vida de muitos, comandou a fundação do PT e soube trazer o partido em rédeas curtas. Junto com o assassino Fidel Castro fundou o Foro de SP que vem destruindo os países da América Latina.
Jamais foi comunista, jamais foi esquerdista (ideologicamente falando), mas entendeu cedo que o poder que queria estava na esquerda; ou seja, o poder total. O domínio sobre tudo e todos.
É um animal político, geralmente todos os psicopatas do meio político são. Calculista, foi um mito criado pela esquerda. O falso romantismo de se ter um operário no poder, no caso dele um falso operário.
Na verdade, as mentiras contadas com uma naturalidade de impressionar qualquer pessoa normal sempre foi o tom de seu poder. Nada e nem ninguém o preocupa a não ser ele mesmo.
Usou as pessoas até mesmo preso. Manteve a corrida eleitoral até hoje sob seu domínio, não se preocupou nenhum pouco que estava prejudicando seu partido e muitos candidatos, o negócio era ele continuar nos holofotes, sob as luzes da ribalta.
É público e notório que muitos petistas não o suportavam, caso do José Dirceu, por exemplo. Só o aguentavam porque inteligente e espertamente Lula conseguiu manter o poder concentrado nele.
Jamais deixou que alguém crescesse mais do que ele dentro do próprio partido, mas hoje teve que passar o bastão para o Haddad disputar a Presidência.
Deve ter sido duro para ele.
Muitos especialistas acreditam na capacidade que o Lula ainda tem de transferir votos. Também acho que ele transfere, mas não no percentual que muitos colocam. Não vejo o Haddad no 2º turno, sinceramente.
A casa do Lula começou a cair quando resolveu fazer caravanas pelo Brasil. Foi um fiasco no nordeste, no sul então nem se fala! A máscara já havia caído.
A imprensa esquerdista se desespera, pois o mito criado era e sempre foi uma farsa.
Aos poucos os petistas se afastarão dele, na política não há vácuos, com o tempo ele será só notícia em páginas policiais. José Dirceu tentará reorganizar o PT, mas não creio que conseguirá. A legenda está queimada.
Também não sei se o tirarão da cadeia. Lembremos que o Toffoli é vassalo do Dirceu e não do Lula. Acho que o Dirceu prefere que ele permaneça mais um tempo atrás das grades a fim de não o atrapalhar.
As cortinas começam a se fechar para um falso mito criado pela esquerda, para um homem que não honrou a esposa em vida e nem mesmo na morte; para um homem que sempre foi pequeno, mas achou que era grande.
As luzes começam a se apagar uma a uma para um homem que sempre só quis ser o Fidel Castro brasileiro.
Por onde um psicopata passa, ele deixa um rastro de destruição e dor. Assim foi Lula em toda sua vida a ponto de acabar com uma nação.
Para um caracteropata como ele o dia de hoje deve estar sendo mais difícil que o dia de sua prisão.
As visitas à Curitiba diminuirão com o passar do tempo, ele sairá da mídia como político e só aparecerá como bandido. Em breve ninguém dará bola se ele for para um presídio. A esquerda seguirá outro líder. Outro psicopata, mas, mesmo assim, outro líder.
Durante anos sonhei com esse momento e parecia que nunca chegaria. Chegou. Claro que não no tempo que eu desejava, mas no tempo de Deus que é sempre o tempo certo.
Adeus Lula, feche as cortinas e apague a luz. O palco político se fechou para você.
PT saudações!

20.4.18

Cursos e recursos para acessar de forma totalmente gratuita.

Lista de sites que dispõe de uma variedade cursos e recursos que você pode acessar de forma totalmente gratuita:

1 - www.edx.org
2 - www.coursera.org
3 - www.udacity.com
4 - www.edraak.org
5 - www.class.stanford.edu
6 - www.venture-lab.org
7 - www.education.10gen.com
8 - www.openhpi.de
9 - www.ocw.mit.edu
10 - www.khanacademy.org
11 - www.oli.cmu.edu
12 - www.oyc.yale.edu
13 - www.webcast.berkeley.edu
14 - www.openclassroom.stanford.edu/MainFolder/HomePage.php
15 - www.see.stanford.edu
16 - www.ck12.org
17 - www.udemy.com
18 - www.skillshare.com
19 - www.codecademy.com
20 - www.p2pu.org
21 - www.ed.ted.com
22 - www.myopencourses.com
23 - www.myopencampus.in
24 - www.nptel.iitm.ac.in
25 - www.saylor.org
26 - www.nalandau.com
27 - www.academicearth.org
28 - www.youtube.com/education
29 - www.phodphad.com
30 - www.learntobe.org
31 - www.floqq.com
32 - www.learnerstv.com
33 - http://www.coursetalk.org
34 - http://www.skillacademy.com
35 - http://www.mruniversity.com
36 - www.alison.com

29.3.18

O perfil de um esquerdopata.

Edson Ferreira do Nascimento*

Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.

Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão para "ser alguém na vida".

Como são preguiçosos, sem disciplina e folgados, precisam arrumar um jeitinho para se dar bem e se fazerem passar por coisas que não são, pensam ser! Fingir que é culto, "engajado", e "crítico", o que rende pontos.

Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.

Então, começam a sua carreira de charlatanismo. Alguns, pouquíssimos, estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia, Administração, Economia, mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de curso. E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses cursos acima e assemelhados.

Ali, na universidade, encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, cigarros de maconha, palestras com "doutores" no assunto; e até o assédio de políticos "guerreiros" do PT, do PC do B et caterva.

É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e cabelos ensebados.

Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos Sem-terra. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias. Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos e diferentes.

Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina, Administração ou Economia como pobres coitados que não tiveram a chance da "iluminação".

Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana. Aí começa a brotar a inveja, o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. Estes, são os chamados "porcos capitalistas" ou "burgueses reacionários"!

Começam uma fase ainda mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba, Venezuela e, muitos deles, apoiam o Irã e não acreditam no holocausto judeu! Fingem esquecer do episódio do muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União Soviética. Não usam mais desodorante e a cada cinco minutos aparece nas suas mentes a imagem de um McDonald's totalmente destruído.

Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, por serem arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.

Querem, no fundo, a coisa que todo esquerdista (esquerdopata!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público! Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É preciso estudar (argh!).

Por isso, sonham com a "revolução" proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo! Consequentemente, ocuparão, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus "vastos e necessários conhecimentos" adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.

Nessa fase, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes. E, dependendo do cargo que ocuparão, até motorista particular terão!

E, sem dó, enfiarão a mão – e com muito tesão – no dinheiro dos cofres da nação!!! Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores, postura sem noção!

Tenho a certeza que após esta leitura você lembrou de vários vizinhos, conhecidos, colegas, políticos etc....

* Edson Ferreira do Nascimento – Médico Psiquiatra e Psicoterapeuta, Ribeirão Preto/SP, 23-1-2018

30.1.18

Sobre os felizes.

Excelente texto recebido de meu grande amigo Paulo Eduardo Tavares:

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...

Autora: Socorro Acioli - Escritora

26.1.18

Resposta a um "amigo" petralha e esquerdopata do Facebook.

Prezado, relutei bastante em responder seu post, mas no fim concluí que, justamente por silenciar diante destes descalabros é que chegamos onde estamos hoje no Brasil

Primeiro você precisa aprender o que é debate: ficar postando figurinhas e piadinhas, links de mídia esquerdopata e petralha não é debate: isso é tão somente repetir à exaustão no intuito de formar uma pseudo-verdade. Técnica inventada pelo ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels.

Segundo, é infantil essa técnica de imputar ao outro algo tentando tirá-lo do sério: funcionava na época do jardim, da escola primária, com frases do tipo "gospe aqui se for homem!"... Hoje não funciona mais. Provocar o interlocutor para depois acusá-lo de "ódio" é muito chinfrim... Você é mais inteligente do que isso, mesmo após anos de embotamento mental pela militância esquerdopata e petralha! Eu já disse diversas vezes e deixei bem claro: Não tenho ódio, mas muita indignação. Sou contra a corrupção, a desonestidade, a farsa, a mentira, o cinismo... Coisas nas quais o PT - ou melhor, a ORCRIM - é o melhor, sem dúvida. Desafio você a mostrar algo que tenha escrito defendendo quem quer que tenha praticado algo nesse rol de maldades e ilicitudes! Eu não tenho bandido de estimação, não tenho carteirinha de sócio de nenhuma organização criminosa, nem fiz pacto algum para defender corrupto...

Você diz que minha torcida era para o Lula não poder disputar a presidência, e nisso - somente - está certo! Acho que o cargo não pode ser ocupado por um bandido, um condenado. E, lamentavelmente, dado o grande período de lavagem cerebral, de manipulação política e de assistencialismo barato e manipulado, seria possível que o molusco fosse eleito para continuar com o projeto da "Pátria Grande", assim como ocorre na Bolívia, na Venezuela, em seu Equador natal... Tirá-lo da disputa é questão legal, não política. E quem diz isso é a lei. A fria letra da lei. Não estaria disposto a qualquer coisa para isso: estamos ainda em um Estado Democrático de Direito, que permite, entre outras coisas, que um terço da população defenda um bandido e mau caráter...

Quando ao "manto de dignidade", preservo o que recebi de meus antepassados - pais, avós - e muitas pessoas dignas com quem tive e tenho a honra de conviver. Não sou perfeito, não estou imune a falhas, mas desenvolvi um espírito crítico que faço questão de deixar como herança para meus filhos, netos e todos os descendentes, assim como milhares de alunos e colegas de trabalho que tive e ainda terei. Respeito opiniões em contrário, mas me dou o direito de questioná-las, com base em fatos, leis e no meu caráter e na minha fé. E respeito, meu caro, não significa subserviência nem concordância: isso chamaria-se covardia, cumplicidade ou conivência, dependendo do ponto de vista.

Onde e quando eu enxergar algo errado, apontarei. E o farei convicto. Se não tiver convicção, permanecerei em silêncio. Ah, e mais uma coisa: creio que ainda resta uma esperança para você, pois sempre o tive em alta conta como profissional na experiência que tivemos trabalhando junto. Se o considerasse um caso perdido não estaríamos aqui discutindo em público, certamente. Não se perde tempo polindo pedras sem valor. Espero sinceramente que você ainda tenha oportunidade de aprender e rever seus conceitos, começando por entender os valores do país que você diz amar e aquele no qual vive.

Para não estender mais ainda, e já que você falou em respeito e chamar as coisas pelo nome, vou usar as frases de meu único Mestre e Senhor para dar nome a tudo isso e todos esses que você defende, tenta repetir e segue fielmente: "Hipócritas! Raça de víboras! Sepulcros caiados! Atam fardos pesados às costas dos pequeninos e não se movem nem para levantar uma palha!"

Quanto ao "ódio" ao Lula e ao PT, finalizo: O PT deve ser extinto, posto que é a maior organização criminosa "dentro da lei" existente hoje no continente. E que Deus se apiede de Lula e o faça pagar, em vida, pelos crimes e pecados que cometeu, pois como creio na vida eterna, não desejo a ele e a ninguém o tormento infindável e sem esperança alguma.

PS: Para quem tem estômago e paciência, aqui está o post que originou esta resposta.

22.12.17

Mensagem de Natal e de Ano Novo.

Então chegamos até aqui, na reta final, na espera daquele que veio trazer-nos a Luz... E depois, de mais um ano para vivermos...

Como é típico desta época do ano, é bom fazermos as reflexões sobre o que passamos, o que vivemos... E os planos para o ano que vem chegando. Para colaborar com isto, cito duas frases que sempre trago comigo: "OMNIA TEMPUS HABENT" e "PAN METROS ARISTOS".

A primeira, em Latim, vem da Bíblia, do livro do Eclesiastes, capitulo 3, versículo 1: "Para tudo há um tempo". E segue o autor: "Para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer, e tempo para morrer; tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado; tempo para matar, e tempo para sarar; tempo para demolir, e tempo para construir; tempo para chorar, e tempo para rir; tempo para gemer, e tempo para dançar; tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. Tempo para procurar, e tempo para perder; tempo para guardar, e tempo para jogar fora; tempo para rasgar, e tempo para costurar; tempo para calar, e tempo para falar; tempo para amar, e tempo para odiar; tempo para a guerra, e tempo para a paz."

Houve um tempo em que nem sabíamos da existência do Natal, do Papai Noel. Houve o tempo de conhecê-lo, acreditar nele, escrever cartinhas ou fazer pedidos... Houve o  tempo de desconfiar dele, de tentar ficar à espreita tentando vê-lo, surpreendê-lo... Houve o tempo de desacreditar, desprezar talvez, e até ridicularizar os menores ainda crentes. Houve ou haverá o tempo de voltar a crer, contar histórias a seu respeito para os pequeninos à nossa volta, e haverá o tempo em que nos lembraremos, saudosos, de tudo isso...

Houve o tempo do papai do céu, do menino Jesus lá na longínqua manjedoura... Houve o tempo do amigo Jesus, parceiro, jovem. Houve o tempo do Mestre Jesus, do incômodo Jesus, do Salvador Jesus. Houve, há, haverá... Quantos tempos!!! Ao final, lembraremos que havia tempo para tudo, e talvez não tenha havido tempo para muito... Quiçá tenhamos vivido o suficiente para poder ter destinado bem o nosso tempo, usando-o e dispensando o tempo  devido para cada coisa, cada pessoa com quem nos encontramos e convivemos... Pois ainda há tempo! A nossa vida é um suceder finito de tempo: segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos começam e acabam, e à cada um deles nos é facultado fazer isso: usar bem o tempo, fazer tudo a seu tempo, no tempo certo.

A segunda frase vem do Grego, e significa "O bom é a medida do melhor". Entre os vários significados, eu prefiro o que implica fazer bem o que nos é possível, e fazer o bem que nos é possível fazer, sempre. Muitos de nós deixamos de fazer algo porque não somos "os melhores": seja o falar em público, seja o escrever, seja o contar uma piada, seja o ajudar um necessitado, seja o ensinar alguém, seja o corrigir um semelhante... Por não sermos os melhores, deixamos de fazer bem, ou de fazer o bem. E assim, na busca pelo "melhor", podemos nos tornar os que pouco ou nada fazem, apesar de poder fazer algo, sempre! Tentando ser perfeito, torna-se um inútil ou desperdiça-se as oportunidades que a vida nos traz, gratuitamente!!! Esta frase é uma ode contra o perfeccionismo, mas não contra a perfeição: devemos fazer bem - e fazer o bem - e buscarmos  à cada dia sermos melhores... Eu digo: hoje melhor que ontem, e pior que amanhã! Aprender sempre, praticar o que se aprende, e ensinar o que se pratica. Nada fácil, mas simples assim...

Com estas duas frases, e com este longo texto, quero agradecer você que conviveu comigo em mais este ano, mais este tempo de minha existência. Seja a convivência real ou virtual - possibilitada pela tecnologia - ou simplesmente na lembrança de outros momentos nos quais estivemos juntos, próximos ou participando de algo em comum. Você fez e faz parte deste meu tempo, do bom e do bem que, quero crer, me fez e me faz à cada dia melhor!

O meu mais sincero "Muito obrigado"! E meus desejos de um Feliz e Abençoado Natal, seguido de um Ano Novo repleto de bênçãos, com muita saúde, sucesso e alegrias!

Curitiba-PR, Dez/2017.