A divulgação dos textos aqui publicados é permitida e incentivada, desde que o blog seja citado como fonte. Obrigado.
6.10.14
Chega de balela, e vamos pra cima deles!
2.10.14
Vamos tirar o Brasil do vermelho!
4.8.14
Procure ser agradável em tudo o que tiver que fazer.
13.6.14
Recapitulando...
29.5.14
Mensagem aos formandos 2013 dos CST ADS/TSI - Grupo Uninter (A famosa "Sala 31")
Pais, Familiares e amigos,
Prezados Tecnólogos,
Nada se compara, nesse momento, à alegria do triunfo de vocês, ao sabor da conquista e à sensação da vitória, do dever cumprido. Por isso é difícil traduzir em palavras esse sentimento, assim como é difícil pensar em algo a ser dito que possa acrescentar-lhes algo que faça sentido, que toque seus corações. Por isso o que vou dizer tem apenas o objetivo de reforçar aquilo que vocês já sabem, demonstraram que já sabem, e também já colocaram em prática.
Nossa vida é o mais importante dom que recebemos de Deus. Seguem-se a ela o livre arbítrio, o direito que temos em fazer nossas escolhas – não sem o dever de aceitar as consequências advindas delas – e também a capacidade de amar e buscar ser amado, e a capacidade de aprender e assim evoluir e progredir. Então, busquem aprender sempre. Sobre tudo e com qualquer pessoa, mesmo com as mais simples, com os mais insignificantes fatos. Aprendam. E coloquem em prática o que aprenderam, para poderem ensinar aquilo que praticam, e assim dar o exemplo.
Nós atuamos em um ramo em que a mudança é constante: a tecnologia muda, e a tecnologia da informação muda muito mais. E as mudanças geram temores, medo. Medo de errar, medo de não ser competente o suficiente... Pois não tenham medo de errar. Não tenham medo de falhar, e de, se precisar, recomeçar. Não deixem de fazer algo pelo medo de errar, e não deixem de fazer o pouco pela incapacidade de fazer o muito.
Descubram e pratiquem sempre aquilo em que vocês são bons, e melhorem, e aperfeiçoem. Criem, inovem, critiquem, questionem.
Sejam críticos e exigentes como foram durante o curso. Mas pautem sua conduta pelos valores que receberam de suas famílias, de seus professores e da sociedade, para não se deixarem iludir e nem enganar por falsas promessas.
E, para finalizar, não guardem nem desistam de seus sonhos!
Parabéns, e muito sucesso em suas carreiras e em suas vidas!
Luis Gonzaga De Paulo
Curitiba/PR, em 23 de agosto de 2013.
28.5.14
A falácia da segurança pública.
12.5.14
O amor é lindo.
8.4.14
VAMOS DESPRIVATIZAR O BRASIL!
Tá aí então: Está lançada a campanha "VAMOS DESPRIVATIZAR O BRASIL! O Brasil é nosso, e não do PT!"
5.3.14
As 5 regras “de ouro” da boa comunicação.
Qualquer profissional que queira que as coisas se concretizem no trabalho e nos negócios deve começar a se comunicar com as pessoas, sair do isolamento. Afinal, a comunicação não é luxo é uma necessidade, como diz Marcos Gross em seu livro "Dicas Práticas de Comunicação: Boas Ideias para os Relacionamentos e os Negócios" (Trevisan Editora).
"Líderes segregados nas suas torres de marfim podem desarticular equipes inteiras de trabalho quando não compartilham conhecimentos com grupos de outros níveis organizacionais", escreve o autor.
O livro é na verdade um guia de consulta com 51 conselhos para quem está interessado em desenvolver esta competência cada vez mais valorizada no mercado de trabalho e fundamental para o sucesso na carreira. Abaixo, você confere cinco dicas fundamentais que estão presentes no livro e que podem ser consideradas as "regras de ouro" da boa comunicação. Confira:
1. Atentar ao perfil de quem recebe a mensagem
A pessoa para a qual você está transmitindo a mensagem será capaz de compreende o que você diz? De acordo com Marcos Gross, atentar ao perfil do receptor da mensagem faz toda a diferença nesse caso. Parece óbvio? Mas nem todos estão atentos a isso.
Um dos exemplos que o autor usa é a clássica dificuldade dos profissionais de tecnologia em explicar detalhes técnicos de um projeto para quem não é da área de TI da empresa. "O problema não é a falta de inteligência ou incapacidade intelectual do leigo, mas a ausência de repertório dele naquele campo do conhecimento", explica Gross.
Por isso ele sugere que o profissional preste atenção ao perfil sociocultural dos ouvintes, pensando em que palavras compõem o cotidiano deles e também em quais estímulos os deixariam motivados além das abordagens que possam ser as mais adequadas.
"O comunicador que desprezar esses passos, não estará dialogando, mas atuando em um verdadeiro monólogo", escreve Gross.
2. Investir nas três esferas da comunicação
Gross registra que pesquisas de laboratório de psicologia da UCLA (Universidade da Califórnia) conduzidas pelo professor Albert Mehrabian indicam que a composição da comunicação humana face a face é a seguinte: 55% são mensagens não verbais, 38% acontecem pelo tom de voz e 7% são verbais.
Isso mesmo, ao dirigir a palavra a alguém, muitos profissionais estão concentrados apenas em "uma pequena fração da totalidade da comunicação", explica o autor.
Por isso, preste atenção se a sua postura, o olhar, o aperto de mão, a roupa e o conjunto dos seus movimentos estão de acordo com a mensagem que você está transmitindo verbalmente, seja em uma entrevista de emprego, em uma reunião, em uma palestra.
"Explorar as três esferas da comunicação aumenta a possibilidade de sermos bem-sucedidos e compreendidos em nossas mensagens", diz o autor.
3. Saber ouvir
Há uma percepção comum que leva as pessoas a considerarem que quanto mais elas falarem e expuserem suas ideias mais poder de influência vão obter com as pessoas. Gross desconstrói esse conceito.
"Durante uma conversa, quando você se silencia e escuta o outro de maneira focada, envia uma mensagem que é interpretada positivamente pelo receptor: ele me ouve, valoriza as minhas ideias, respeita e me considera como indivíduo", diz o autor.
Ou seja, se o objetivo é aumentar o seu poder de influência e de interação com as pessoas fuja de monólogos, aposte no diálogo. "Falar muito, mas ouvir mais, muito mais", sugere o autor.
4. Apostar na assertividade
Clareza, objetividade e sinceridade são as características de quem é assertivo. É ser uma pessoa transparente em intenções e colocações. Olhar no olho ao conversar, voltar-se à pessoa com quem fala (postura), palavras alinhadas à expressão facial e tom de voz firme, claro e moderado revelam este aspecto durante a comunicação.
Para Gross, são raros os profissionais com estas qualidades já que a capacidade de ser assertivo está sujeita a situações de poder no ambiente corporativo. Como ser sincero, quando tenho medo de sofrer retaliações por dizer o que penso?
Mas, pondera, engolir sapos faz mal à saúde. "Quando um colaborador não se permite expressar suas opiniões desenvolve gastrite, dores na coluna, alergias, hipertensão, estresse, entre outros problemas", escreve.
5. Usar técnicas quando o objetivo é aumentar o impacto da mensagem
O impacto da mensagem junto ao receptor pode ser é uma questão de técnica. E, explica Gross, publicitários são talvez a categoria que mais se utilize destas ferramentas para atingir o objetivo que é "seduzir" o consumidor.
Por isso, o autor divide algumas das táticas usadas por eles e que também podem ser úteis aos profissionais de outras áreas. A primeira delas é criar mensagens que chamem a atenção. "Use textos, fotos, símbolos, cores, formas e imagens que despertem a atenção do receptor. Produza algo inédito que quebre o padrão e a rotina", indica Gross.
Em seguida, estude o público que vai receber a mensagem e adeque a comunicação. "Foque a tribo com quem está se comunicando e alinhe sua mensagem", diz Gross. Estimular os destinatários é o próximo passo, segundo ele e entender os motivos que o fariam mudar suas atitudes é o pulo do gato nesse momento. "Ofereça algo que lhe traga satisfação ou que possa resolver um problema que o aflige", escreve Gross.
Por fim, sugere, colha os frutos do seu investimento. "Em propaganda, significa conquistar o cliente a comprar determinado produto. Na empresa, pode significar vender um projeto ao gestor, aos investidores ou à sua própria equipe", explica.
Fonte:
http://revistaalfa.abril.com.br/carreira/negocios/as-5-regras-de-ouro-da-boa-comunicacao/
Os Quatro Inimigos do Homem de Conhecimento
25.2.14
Um dia muito especial!!!
26.12.13
Dez profissionais de TI mais demandados em 2014
Dinâmica do mercado exige talentos aptos a lidar com as novas tecnologias
Edileuza Soares
Publicada em 17 de dezembro de 2013 às 12h22
O momento é propício para profissionais de TI que estão se preparando para dar um upgrade na carreira em 2014. A pressão para que as empresas invistam em tecnologias mais avançadas vai abrir oportunidade para especialistas que estejam em linha com as necessidades do mercado. Novos cargos devem ser criados e alguns talentos serão mais disputados, com perspectivas de valorização salarial.
Projeções de consultorias em RH como Michael Page, Hays, Randstad Technologies, Robert Half e CTPartner sinalizam que o mercado de trabalho na área de TI continuará aquecido no próximo ano. Pesquisas e guias de salários para 2014, divulgados por essas empresas, apontam aumento das contratações e das remunerações para talentos qualificados.
"Das 700 empresas que entrevistamos para o nosso guia salarial, 60% disseram que vão fazer contratações em 2014", afirma Caroline Cadorin, gerente de TI na Hays.
Como resultado disso, alguns profissionais serão mais valorizados em 2014, especialmente em indústrias de web e serviços. O Guia de Salários da Robert Half revela que especialistas em ERP, por exemplo, poderão ser reajustados em até 44%.
Caroline aponta que profissionais com conhecimento de bancos de dados, redes móveis, infraestrutura, segurança da informação e desenvolvimento de software estarão entre os mais procurados para atender projetos como de Big Data e mobilidade.
Os mais assediados serão os experientes que conhecem bem tecnologia e estratégias de negócios. Alguns serão mais difíceis de serem encontrados como cientistas de dados, recurso escasso não só no Brasil.
Outras profissões ganharão mais destaque a partir do próximo ano como o Chief Digital Officer (CDO), que Marc Gaperino, sócio-diretor da CTPartners em Nova York, considera imprescindível na transformação digital dos negócios. O Chief Mobility Officer é outro que chegará para ajudar as empresas a colocar ordem nos projetos de BYOD (Bring your Own Device).
Capacitação de talentos
Como o déficit de mão de obra qualificada mantém-se alto no Brasil, encontrar o perfil adequado para a vaga certa permanecerá sendo um dos maiores desafios das companhias em 2014. Lucas Toledo, gerente da divisão de TI da consultoria Michael Page Brasil, aponta que continuarão fortes os investimentos no próximo ano em capacitação interna de mão de obra com programas de trainee e projetos de universidades corporativas.
Surge também no mercado local o trabalho de consultoria em RH, que prepara talentos de acordo com as necessidades dos clientes como é o caso da holandesa Randstad Technologies, que opera há um ano no Brasil. Frederico Costa, gerente regional no Brasil, explica que a empresa aplica um teste aos candidatos para avaliar o conhecimento deles em determinadas tecnologias.
Caso haja algum gap de conhecimento, ele é treinado e certificado como, por exemplo, em linguagem Java. Segundo o executivo, esse trabalho faz com que a Randastad seja mais assertiva na apresentação de talentos capacitados aos seus clientes e com maior chance de contratação.
Na opinião de Sandro Melo, professor e coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI ligada ao colégio Bandeirantes, os talentos de TI precisam reinventar-se constantemente.
Para ajudar os jovens talentos a se preparem para o mercado de trabalho, e os CIOs a contratarem melhor, Melo lista as dez principais competências que oferecem o mix de habilidades necessárias para suprir as novas exigências das empresas.
1. Cloud computing e virtualização
A computação em nuvem possui um modelo de infraestrutura de TI que provê recursos de modo mais fácil e econômico. Dessa forma, as empresas podem pensar em ter mais aplicações para aprimorar e alavancar negócios, o que, consequentemente, demanda que os profissionais de TI e os desenvolvedores de aplicativos tenham a habilidade de explorar os recursos da nuvem.
O primeiro passo para pensar em nuvem é a virtualização. Todavia é possível ter um ambiente baseado em virtualização que não atenda todos os quesitos para ser classificado com uma infraestrutura de nuvem.
Por isso, cada vez mais, o mercado requer profissionais que conheçam virtualização e que saibam trabalhar com o modelo novo de data center, desenhado para este fim. Apesar de muita tecnologia estar sendo virtualizada, ainda "falta gente com competência apurada nesse segmento", constata o professor da BandTech.
2. Programação e desenvolvimento de aplicativos
"Saber programar é e sempre será um grande diferencial em qualquer função de TI", afirma Melo. Esta é uma habilidade importante, não só para quem atua com programação, mas também em outras áreas, como, por exemplo, o profissional de rede e banco de dados, em que o conhecimento de programação passa ser um diferencial para prover automação e escalabilidade.
"As empresas querem funcionários que criem tecnologias com o objetivo de aprimorar processos por meio de programação e desenvolvimento de aplicações", complementa.
3. Armazenamento de dados
Outra competência em alta. "As pessoas falam de computação em nuvem e se esquecem que esses arquivos têm que estar armazenados em algum lugar", explica Melo. Por isso, há uma demanda crescente de profissionais com capacidade de criar, registrar, armazenar e gerenciar grande quantidade de estoque de dados.
4. BI
As empresas já aprenderam que inteligência de dados é algo relevante. Apesar de ser uma competência consolidada, as crescentes demandas motivam um campo fértil para expansão e também especialistas com domínio em BI.
5. Big Data
É preciso tratar dados não estruturados e torná-los úteis. Isso demanda profissionais com conhecimentos arrojados, que tenham boa base educacional nas áreas exatas, como cientistas de dados. Big Data é uma das principais prioridades para muitas empresas, mas precisa de pessoas certas para analisar a montanha de informação gerada todos os dias, principalmente a produzida pelas redes sociais.
6. Mobilidade
Em um futuro próximo, as pessoas deixarão de comprar computadores e passarão a utilizar apenas dispositivos móveis. E conforme há o crescimento deste recurso, as empresas passam a precisar, cada vez mais, de profissionais que estejam aptos a lidar com as demandas relacionadas à proliferação de tais dispositivos.
7. IPv6
A "Internet das Coisas" vai gerar um outro conceito computacional, por isso é necessário existir estrutura que permita isso. No entanto, infelizmente, o Brasil ainda é um dos países que pouco fizeram. Muito disso por conta da falta de profissionais capacitados em IPv6.
8. Segurança
Garantir segurança nos ambientes atuais está cada vez mais complexo. Por isso, o mercado tem procurado profissionais que tenham a capacidade não só de construir modelos de segurança, mas também de testá-los, além de serem capaz de atuar quando o problema ocorrer.
9. Soft Skills
Além das competências técnicas listadas acima, cada vez mais as empresas têm reconhecido a importância dos fatores comportamentais no trabalho. Seja para o sucesso dos projetos e processos, ou ainda, para o próprio desenvolvimento profissional, competências globais em gestão têm tido o mesmo peso que os conhecimentos técnicos.
"O ideal é que um profissional tenha um bom equilíbrio entre os hard e os 'soft skills", comenta Melo. Para trabalhar essas competências com seus alunos, a BandTec oferece aos estudantes o Programa H, que integra formação humanista aos cursos de TI oferecidos pela instituição.
10. Inglês
Falar inglês na área de TI é essencial. Muitas das tecnologias são desenvolvidas nesse idioma, por isso, assim como uma boa formação, o idioma faz parte das competências necessárias do profissional que escolhe atuar em TI.
Copiado do original em http://cio.uol.com.br/gestao/2013/12/17/dez-profissionais-de-ti-mais-demandados-em-2014/
9.11.13
Aula prática de eletricidade: Lei de Kirchhoff, não é que funciona mesmo!!!
Fizeram lembrar-me o quanto é importante incentivar o interesse dos alunos para questões aparentemente simples, porém fundamentais para o desenvolvimento deles.
Que tal? Não dá uma pontinha de orgulho?
3.11.13
Dia de finados - 02/11/2013
Ao passar pelo cemitério, relembrando familiares - no meu caso, em especial minha mãe Maria José Vilela de Paulo, falecida em 1983 - amigos e companheiros desta viagem terrena, é forçoso lembrar que nossa vida aqui na terra não é eterna, e que há um fim para essa jornada.
Pessoas tristes, chorosas - talvez com profunda saudade pelas alegrias vividas, ou remorso, pelos momentos não vividos - misturam-se à pessoas indiferentes, algumas preocupadas em apenas enfeitar os túmulos, limpá-los - talvez na única vez que o façam no ano todo... Um misto de curiosidade, compaixão, dúvida... Será que estão ali mesmo os que nos deixaram? Será que partiram para a glória eterna, para o castigo eterno, ou estão ainda sendo purificados?
Cemitérios - assim como a morte - sempre me causaram um sentimento confuso. Ao mesmo tempo em que sua ideia ou pensamento trazem uma enorme sensação de paz, de alívio mesmo, acrescentam a nostalgia, a saudade, a curiosidade por tantas vidas extintas e que deixaram - talvez apenas ali, na lápide - a marca de sua breve existência terrena.
E nesses momentos busco reforçar a minha fé, procurando nas palavras de Jesus Cristo o conforto e a esperança que nos permite trilhar nosso breve caminho por esse vale de lágrimas. É uma pequena provação frente à tudo o que nos é oferecido para a Eternidade, onde, na presença de Deus e satisfeito em tudo por Sua graça, nada mais nos atormentará.
Aí, sim, aquela breve sensação de Paz - inquietante e trêmula - que se nos mostra nesses momentos, será eternizada e completa.